Como construir uma casa sustentável fantástica com 18 mil reais
Construção barata, simples, sustentável e que ainda permite poupar espaço – o que mais poderíamos pedir pra resolver alguns problemas habitacionais das nossas cidades? Steve Areen, ex-comissário de bordo e fotógrafo americano, está dando que falar por conta de sua Dome Home, uma casa construída na Tailândia em apenas 6 semanas e que custou 8 mil dólares (pouco mais de 18 mil reais).
Tudo começou com as viagens: durante 22 anos, Areen correu o mundo e os lugares mais remotos deste planeta, normalmente sozinho (ele diz que a curiosidade é sua maior companheira). Em uma dessas viagens, o fotógrafo encontrou um pedaço de terra no noroeste da Tailândia, um mangueiral onde decidiu construir uma casa inovadora.
Ele pegou em tijolos de concreto e, com dois ajudantes e com materiais conseguidos junto da população, construiu portas, prateleiras, um lago e uma pequena varanda. A casa é ainda aquecida naturalmente e iluminada por enormes janelas, com um quarto com telhado verde. O banheiro é uma espécie de pátio, com plantas e água.
Além de sustentável e barata, a casa é linda por dentro e por fora, e nos obriga a refletir sobre a importância que damos às coisas materiais. Dá uma olhada no processo de construção e no resultado final.
Que tal umas férias neste Resort Flutuante com quarto em baixo d'água?
O Manta Resort é um belo hotel, que fica na ilha de Pemba no Oceano Índico. Uma ótima opção para fugir do estresse das grandes cidades, ele oferece não só um lugar para descansar durante a noite, como também pontos de vista deslumbrantes em seu quarto que, acreditem, fica debaixo d’água. A estrutura flutuante, feita de madeira local, oferece três níveis de acomodações para os visitantes absorverem a vida marinha de cima, de baixo e ao nível do mar.
Desenhado por Mikael Genberg , o projeto The Underwater Manta Resort é essencialmente uma ilha privada que flutua na costa leste da África, oferecendo uma visão inspiradora da paisagem circundante e da vida marinha. Com um quarto localizado a quatro metros abaixo da superfície, os visitantes recebem uma perspectiva única da presença abundante de criaturas aquáticas que passam nadando e agarram-se as janelas panorâmicas.
Se você quer realmente se isolar do trabalho, trânsito, barulhos e obrigações, estas serão suas férias perfeitas, veja nas fotos como tudo parece bem calmo e mórbido, e muito bem afastado de tudo, e conheça melhor como é essa incrível estrutura flutuante onde você pode passar suas próximas férias.
Tobogã transparente é construído no meio de um tanque com tubarões
Putz... tem que ser mto vida loka pra ir num troço desse...
Fica nas Bahamas e promete ser muito mais do que um simples mergulho. O Leap of Faith (Salto da Fé) é a principal atração do parque aquático do resort Paradise Island, devido à elevada dose de adrenalina que oferece. Um tobogã que faz o visitante atingir uma velocidade louca e que o leva por dentro de um lago cheio de tubarões.
O tobogã gigante começa no topo de uma réplica em tamanho real de uma pirâmide Maia. Lá você entra numa descida quase vertical e começa a deslizar, podendo atingir até 56 km/h. Mas o mais radical da aventura é que, pouco depois de começar a queda, você vai por dentro de um tanque cheio de tubarões, apenas protegido pelo tubo de acrílico transparente que forma o tobogã.
Parte do Atlantis Paradise Island, um resort nas Bahamas, ele está disponível para os hóspedes, mas também aceita outros visitantes. Não admira que tenha conquistado tantos fãs – veja só as imagens loucas captadas por lá.
Houve ainda quem fosse capaz de, no meio da adrenalina, registrar tudo em vídeo, veja só:
Este é o caso de uma menina que quando ainda estava no jardim de infância, passou um momento difícil com as letrinhas.
O fato é que ela misturava as letras de um modo estranho. Ela trocava B com V e H com N. A menina teimava que ela estava certa e o mundo, errado. A situação foi tão curiosa que a professora não sabia como essas letras poderiam confundir a criança. A professora chamou a mãe e explicou o caso, fez perguntas, mas nem mesmo a mãe dela sabia porque ela misturava tudo. Então, em uma certa noite, a mãe dela estava “brincando de ler” um livrinho.
“Ela ficava me perguntando o som das letrinhas. Ela não parava de dizer: “Eu não me lembro delas.” Mostrei-lhe um H e perguntei a ela se lembrava aquela. Ela balançou a cabeça e disse, com confiança, que sim. Para ela aquela letra fazia o som de ‘N’.
Ao ver as letras do alfabeto, a menina disse que faltavam letras. A mãe achou aquilo estranho, e perguntou a ela o tipo de cartas que ela achava que havia e ela desenhou algumas:
”Tem mais do que isso, também” – disse ela.
A mãe assustada, ao se deparar com a filha pequena escrevendo em cirílico perguntou onde ela aprendeu aquelas letrinhas.
- “Vlad me ensinou antes de desaparecer.” – Ela disse, lacônica como toda criança pequena.
A mãe então perguntou a ela quem era Vlad.
A menina, para espanto da mãe, disse que ele era seu irmão. (nota: a garotinha não tinha irmão) Ela disse que Vlad ensinava ela a escrever. Mas então ele desapareceu. ”E no dia seguinte, um homem veio e matou a nossa família”.
Imagina o susto que essa mãe levou? Como explicar um caso desses?
Atualmente, na Universidade de Virgínia, uma das mais prestigiosas universidades públicas dos Estados Unidos, pesquisadores da área de saúde mental dedicam-se (já há décadas) a investigar esse estranho fenômeno. À frente da Divisão de Estudos da Personalidade está o mais famoso pesquisador sobre o assunto, o já octogenário Ian Stevenson. Seus livros e textos em publicações científicas descrevem casos de crianças que se recordariam de vidas passadas e de pessoas com marcas de nascença que teriam sido originadas por cicatrizes de existências anteriores.
Stevenson e sua equipe avaliam casos de reencarnação da forma que consideram a mais acurada possível. Fazem entrevistas, confrontam a versão narrada com documentações, comparam descrições com fatos que só familiares da pessoa morta poderiam saber. Por tudo isso, ele se tornou um dos maiores responsáveis por ajudar a deslocar – ainda que apenas um pouco – o conceito de reencarnação do campo da fé e do misticismo para o campo da ciência.
O professor Jim B. Tucker, da Divisão de Estudos da Personalidade do Departamento de Psiquiatria da Universidade da Virgínia, estuda e atende casos de depressão e outros distúrbios em crianças e adolescentes. Tem especial interesse por casos de crianças que alegam ter lembranças de vidas passadas. Ele mesmo alega ter visto (ao vivo) muitos casos, e tem cerca de 2500 casos já estudados e catalogados de lembranças de outras vidas.
Segundo ele, a mais forte evidência envolve declarações documentadas que alguma criança tenha feito e que se provaram verdadeiras em relação a uma pessoa que viveu a uma distância significativa. O dr. Jünger Keil (pesquisador da Universidade de Tasmânia, na Austrália) investigou um caso na Turquia no qual um garoto deu muitos detalhes sobre um homem que tinha vivido a 850 quilômetros e morrido 50 anos antes de o menino ter nascido.
Como ele poderia saber?
Eis o mistério.
A criança que reconheceu sua família inteira da vida anterior
Um dos casos mais classicos é o de Swarnlata Mishra, uma menina nascida em 1948 de uma rica família da Índia. A história é descrita em um dos livros de Stevenson, Twenty Cases Suggestive of Reincarnation (“Vinte Casos Sugestivos de Reencarnação”, sem versão brasileira), e se assemelha a outros registrados pelo mundo sobre lembranças reveladoras ocorridas, principalmente, na infância. Mas, ao contrário da maioria, não está relacionado a mortes violentas, confrontos ou traumas.
A história de Swarnlata é simples. Aos 3 anos de idade, viajava com seu pai quando, de repente, apontou uma estrada que levava à cidade de Katni e pediu ao motorista que seguisse por ela até onde estava o que chamou de “minha casa”. Lá, disse, poderiam tomar uma xícara de chá. Katni está localizada a mais de 160 quilômetros da cidade da menina, Pradesh. Logo em seguida, Swarnlata começou a descrever uma série de detalhes sobre sua suposta vida em Katni. Disse que lá seu nome fora Biya Pathak e que tivera dois filhos. Deu detalhes da casa e a localizou no distrito de Zhurkutia. O pai da menina passou a anotar as “memórias” da filha.
Sete anos depois, em 1959, ao ouvir esses relatos, um pesquisador de fenômenos paranormais, o indiano Sri H. N. Banerjee, visitou Katni. Pegou as anotações do pai de Swarnlata e as usou como guia para entrevistar a família Pathak. Tudo o que a menina havia falado sobre Biya (morta em 1939) batia. Até então, nenhuma das duas famílias havia ouvido falar uma da outra.
Naquele mesmo ano, o viúvo de Biya, um de seus filhos e seu irmão mais velho viajaram para a cidade de Chhatarpur, onde Swarnlata morava. Chegaram sem avisar. E, sem revelar suas identidades ou intenções aos moradores da cidade, pediram que nove deles os acompanhassem à casa dos Mishra. Stevenson relata que, imediatamente, a menina reconheceu e pronunciou os nomes dos três visitantes. Ao “irmão”, chamou pelo apelido.
Semanas depois, seu pai a levou para Katni para a casa onde ela dizia ter vivido e morrido. Swarnlata, conta Stevenson, tratou pelo nome cada um dos presentes, parentes e amigos da família. Lembrou-se de episódios domésticos e tratou os filhos de Biya (então na faixa dos 30 anos) com a intimidade de mãe. Swarnlata tinha apenas 11 anos.
As duas famílias se aproximaram e passaram a trocar visitas – aceitando o caso como reencarnação. O próprio Stevenson testemunhou um desses encontros, em 1961. Ao contrário de muitos casos de memórias relatadas como de vidas passadas, as da menina continuaram acompanhando-a na fase adulta – quando Swarnlata já estava casada e formada em Botânica.
Mãe, eu morri!
Uma mãe conta que estava perto de sua filha de 3 ou 4 anos de idade quando ela se virou para a mãe e disse essa frase assustadora.
É estranho isso sair da boca de uma criança. Mais incrível ainda foi a calma com que a mãe se abaixou e pediu para ela explicar direito como ela “morreu”.
A menina disse que suas irmãs e irmãos eram chamados ”Imp” e que ela dormia em uma cama dura e tomava banhos frios, que ela tinha um “pé engraçado” e que ela perdeu Maggie. Ela então passou a dizer:
“Os homens nos levaram para o quarto escuro e fui “bang- bang-bang”. Eu caí e minha cabeça doía, e então eu estava no céu com Nicky”.
A menina tinha memorias confusas, e não disse muita coisa, exceto que Nicky era seu irmão mais velho. Certamente que o bang, bang, bang, eram tiros de alguma arma. A mãe conta que hoje a menina já tem 16 anos e ainda fala sobre coisas como estas, mas em seu sono. “Certa vez, ela falou em russo fluentemente”.
Há um interessante documentário que trata deste assunto, que gostaria de dividir com vocês:
Boias que monitoram tsunamis no mundo foram desligadas, por que?
Por que boias que monitoram tsunamis em torno de todo o mundo foram desligadas? Como mostrado neste screenshot do National Bouy Data Center e como solicitado por aqueles que prestam atenção a essas coisas, de acordo com a "vigias", isto nunca aconteceu antes. Este é apenas algum tipo de "falha" com nossos centros de relatórios governamentais ou há mais do que isso? O vídeo abaixo a partir de David Vose avisa que agora é a hora de "fugir" de Nova York, Flórida, Louisiana e Califórnia. Por quê?
ainda bem que não assisto esse LIXO. a única coisa que salvava era o Freddie Mercury Prateado, mas dps q vi aquele video dele pegando a tal da Carol Dias... nenhum salva.
Palavras do ator Wagner Moura sobre o Pânico na TV, em carta aberta, divulgada no globo.com:
“Quando estava saindo da cerimônia de entrega do prêmio APCA, há duas semanas em São Paulo, fui abordado por um rapaz meio abobalhado. Ele disse que me amava, chegou a me dar um beijo no rosto e pediu uma entrevista para seu programa de TV no interior. Mesmo estando com o táxi de porta aberta me esperando, achei que seria rude sair andando e negar a entrevista, que de alguma forma poderia ajudar o cara, sei lá, eu sou da época da gentileza, do muito obrigado e do por favor, acredito no ser humano e ainda sou canceriano e baiano, ou seja, um babaca total. Ele me perguntou uma ou duas bobagens, e eu respondi, quando, de repente, apareceu outro apresentador do programa com a mão melecada de gel, passou na minha cabeça e ficou olhando para a câmera rindo. Foi tão surreal que no começo eu não acreditei, depois fui percebendo que estava fazendo parte de um programa de TV, desses que sacaneiam as pessoas. Na hora eu pensei, como qualquer homem que sofre uma agressão, em enfiar a porrada no garoto, mas imediatamente entendi que era isso mesmo que ele queria, e aí bateu uma profunda tristeza com a condição humana, e tudo que consegui foi suspirar algo tipo “que coisa horrível” (o horror, o horror), virar as costas e entrar no carro. Mesmo assim fui perseguido por eles. Não satisfeito, o rapaz abriu a porta do táxi depois que eu entrei, eu tentei fechar de novo, e ele colocou a perna, uma coisa horrorosa, violenta mesmo. Tive vontade de dizer: cara, cê tá louco, me respeita, eu sou um pai de família! Mas fiquei quieto, tipo assalto, em que reagir é pior.
” O que vai na cabeça de um sujeito que tem como profissão jogar meleca nos outros? É a espetacularização da babaquice ”
O táxi foi embora. No caminho, eu pensava no fundo do poço em que chegamos. Meu Deus, será que alguém realmente acha que jogar meleca nos outros é engraçado? Qual será o próximo passo? Tacar cocô nas pessoas? Atingir os incautos com pedaços de pau para o deleite sorridente do telespectador? Compartilho minha indignação porque sei que ela diz respeito a muitos; pessoas públicas ou anônimas, que não compactuam com esse circo de horrores que faz, por exemplo, com que uma emissora de TV passe o dia INTEIRO mostrando imagens da menina Isabella. Estamos nos bestializando, nos idiotizando. O que vai na cabeça de um sujeito que tem como profissão jogar meleca nos outros? É a espetacularização da babaquice. Amigos, a mediocridade é amiga da barbárie! E a coisa tá feia.
” Isso naturalmente não o impediu de colocar a cagada no ar. Afinal de contas, vai dar mais audiência ”
Digo isso com a consciência de quem nunca jogou o jogo bobo da celebridade. Não sou celebridade de nada, sou ator. Entendo que apareço na TV das pessoas e gosto quando alguém vem dizer que curte meu trabalho, assim como deve gostar o jornalista, o médico ou o carpinteiro que ouve um elogio. Gosto de ser conhecido pelo que faço, mas não suporto falta de educação. O preço da fama? Não engulo essa. Tive pai e mãe. Tinham pais esses paparazzi que mataram a princesa Diana? É jornalismo isso? Aliás, dá para ter respeito por um sujeito que fica escondido atrás de uma árvore para fotografar uma criança no parquinho? Dois deles perseguiram uma amiga atriz, grávida de oito meses, por dois quarteirões. Ela passou mal, e os caras continuaram fotografando. Perseguir uma grávida? Ah, mas tá reclamando de quê? Não é famoso? Então agüenta! O que que é isso, gente? Du Moscovis e Lázaro (Ramos) também já escreveram sobre o assunto, e eu acho que tem, sim, que haver alguma reação por parte dos que não estão a fim de alimentar essa palhaçada. Existe, sim, gente inteligente que não dá a mínima para as fofocas das revistas e as baixarias dos programas de TV. Existe, sim, gente que tem outros valores, como meus amigos do MHuD (Movimento Humanos Direitos), que estão preocupados é em combater o trabalho escravo, a prostituição infantil, a violência agrária, os grandes latifúndios, o aquecimento global e a corrupção. Fazer algo de útil com essa vida efêmera, sem nunca abrir mão do bom humor. Há, sim, gente que pensa diferente. E exigimos, no mínimo, não sermos melecados.
No dia seguinte, o rapaz do programa mandou um e-mail para o escritório que me agencia se desculpando por, segundo suas palavras, a “cagada” que havia feito. Isso naturalmente não o impediu de colocar a cagada no ar. Afinal de contas, vai dar mais audiência. E contra a audiência não há argumentos. Será?"