sábado, 22 de julho de 2017

Assine! Conhecimento sem cortes

Foi lançado um movimento chamado "conhecimento sem cortes", de várias universidades e agências de fomento à pesquisa,  contra os cortes no orçamento das universidades públicas e da ciência e tecnologia. 
Existe uma diretoria desse movimento que tem agendada para setembro uma audiência na câmara dos deputados, e precisa até lá de pelo menos 20 mil assinaturas para entregar uma petição. 
Nesse link tem maiores informações sobre o movimento e o campo para assinatura: www.conhecimentosemcortes.org.br.

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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Projeto fotográfico apresenta as mais variadas escolas ao redor do mundo

Inglaterra – 1º ano
 

Inglaterra – 6º ano
 

Inglaterra – 7º ano
 

Arábia Saudita – Jardim de Infância
 

Iêmen – 2º ano
 

Catar – 8ª série
 
 
Brasil – 4ª série
 

Argentina – 4ª série
 

Peru – 4ª série
 

Estados Unidos – 4ª e 5ª série
 

Nigéria – Estudos sociais nível 2
 

Japão – 5ª série
 

Cuba – 9ª série
 

Alemanha – 7ª série
 

Para conferir outras fotos desse ensaio, acesse a página oficial de Julian Germain.

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terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Como os smartphones monitoram cada passo seu

Há uma razão pela qual os smartphones tenham esse nome, mas será que eles estão ficando muito inteligentes? Nós sabemos que eles podem tirar fotos, rodar diversos aplicativos e nos ajudar a guiar até um destino, mas por trás de toda essa tecnologia há algo mais preocupante acontecendo.
Um artigo publicado no Buzzfeed analisa a forma como os smartphones em um futuro não tão distante irão meter o nariz em nossas tarefas diárias, tornando-se dispositivos de vigilância que acompanham cada movimento nosso, nosso método preferido de comunicação, o tipo de transporte que usamos com mais frequência e até mesmo saber quando ignoramos um exercício.
Como eles sabem isso? Dentro de smartphones modernos, não há somente um receptor de GPS que pode transmitir a sua posição para os satélites, mas também há sensores de movimento, giroscópios e acelerômetros que coletam dados suficientes para dizer onde você está, onde você esteve e o quanto você está apto para algo.
O artigo menciona como os pesquisadores da Universidade de Helsinki, na Finlândia, desenvolveram um método para descobrir qual meio de transporte a pessoa usou com base nos dados de movimento do telefone. Eles olharam para mais de 150 horas de dados do acelerômetro e padrões de movimentos reconhecidos que se correlacionam com os de um trem, carro, ônibus, etc.
A rede móvel AT & T, dos EUA, também realizou um estudo para identificar padrões de atividade humana, controlando o uso de smartphones em uma determinada área. Embora isso seja extremamente invasivo, a rede esperava que os resultados pudessem ajudar a melhorar o fluxo de tráfego em eventos como concertos de música.
Alguns donos do iPhone 5S podem não saber, mas dentro do smartphone está um chip de sensor de movimento que reúne dados de movimento do dispositivo e é intuitivo o suficiente para registrar mudanças em sua velocidade para determinar se você está andando, correndo ou dirigindo. Ele pode até mesmo dizer como você está segurando o aparelho e quando você está dormindo. Isso pode soar um pouco como algo do romance 1984, mas a tecnologia tem uma intenção supostamente inocente, que visa trabalhar em conjunto com aplicativos de fitness que por sua vez podem dizer se você foi preguiçoso demais esta semana.

Todos estes dados disponíveis tem despertado o interesse do governo (naturalmente). Por exemplo, o CEO do aplicativo Moves diz que foi abordado por algumas cidades que gostariam de utilizar os dados para fins de planejamento.
Em suma, embora este conjunto de dados pareça uma invasão grave de privacidade e dê um vislumbre de uma visão perturbadora do futuro, ele poderia trazer alguns benefícios quando se trata de saúde ou fornecer dados valiosos sobre como melhorar a infra-estrutura civil e da psicologia humana. E você leitor, o que acha disso?

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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Jovens que desrespeitam regras têm maior propensão a serem empreendedores de sucesso

Estudo que acompanhou mais de 12.000 pessoas ao longo de 30 anos identificou que empreendedores de sucesso costumam ter histórico de comportamentos arriscados na juventude. Eles são 3 vezes mais propensos a terem abandonado a escola, se envolvido em atividades ilícitas, até mesmo com tráfico drogas.
According to a new study, successful entrepreneurs are three times more likely to have engaged in illicit activities as teens like shoplifting, skipping out of school and even drug-dealing.

The insight comes from a nationally representative sample of 12,686 Americans who have been followed for other 30 years, since they were teenagers (Levine & Rubinstein, 2013).

They looked at what types of cognitive and other factors were associated with becoming a successful entrepreneur—especially one that had incorporated their business.

Naturally they found that successful entrepreneurs have to be smart, have high self-esteem and be well-educated; but they also need the attraction to risk.

Those who turned out to be the best entrepreneurs often had a history of being rule breakers in their teenage years. They were more likely to have smoked marijuana, to have bunked off school and even to have assaulted others.

But this illicit aspect was also coupled with a very stable family background. Successful entrepreneur’s were disproportionately likely to come from families that were: high-income, well-educated, and stable. So we’re not exactly talking about disadvantaged youths here.

We’re also not talking about women here: since men, on average, are more aggressive and are prepared to take on higher risks, they are more likely to become entrepreneurs. Women made up just 28% of the entrepreneurs who had incorporated their business.

Does more risk mean more reward? But does this extra risk pay off?

This study found that in a financial sense, the risk may well pay off. Successful entrepreneurs earned 41% more per hour than similar salaried workers, although they also worked longer hours (on average, 27% more).

The study doesn’t, however, tell us anything about the effects of being an entrepreneur on family life or on psychological health. Perhaps these may not be as favourable as the economic benefits.

In a similar vein, the taste for risk-taking plus high self-esteem can provide a dangerous mix which can easily lead to lapses in judgement. Because of this, entrepreneurs are likely to need someone more risk-averse around who can rein them in when they go too far.

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23 escritores que foram rejeitados antes do 1º livro publicado

Walt Disney foi demitido de um jornal por não ser criativo e nem ter boas ideias. The Beatles não teve chance com a Decca Records, por não ter futuro no show business. Einstein foi expulso da escola por ser mentalmente lento. Enfim, uma infinidade de grandes personalidades não recebeu a chance esperada no início da carreira e, após certo tempo de sofrimento, acabaram como celebridades internacionais.

Na literatura não é diferente. Vários autores, hoje conhecidos e consagrados, não receberam atenção de editoras e firam rejeitados. Alguns deles várias vezes por várias editoras diferentes. Abaixo, 20 casos das mais conhecidas celebridades literárias que começaram a carreira recebendo um doloroso não de seus editores.

Lolita, de Vladmir Nabokov
Uma editora, nem um pouco visionária, recebeu Nabokov com as seguintes palavras sobre “Lolita”: “Esmagadoramente nauseante, mesmo para uma freudiana iluminada. A coisa toda é um cruzamento de incerteza entre a realidade hedionda e a fantasia improvável. Muitas vezes torna-se um devaneio neurótico selvagem. Eu recomendo que ele seja enterrado sob uma pedra durante mil anos”.
O Senhor das Moscas, de William Golding
O livro, que narra a vida de um grupo de crianças preso numa ilha deserta, sem nenhum adulto por perto, foi rejeitado 20 vezes antes de ser publicado.
O Espião que saiu do frio, de John Le Carré
O autor de clássicos como “O Espião que sabia demais” e “O Jardineiro Fiel” recebeu uma negativa ao tentar publicar sua primeira obra. O editor alegou que Le Carré não tinha futuro.
E o vento levou, de Margaret Mitchell
O livro que deu origem ao clássico filme homônimo foi rejeitado 38 vezes antes de ser aceito por uma editora e publicado.
O Diário da Princesa, de Meg Cabot
O livro passou por 17 editoras distintas antes de ser finalmente publicado.
Santuário, de William Faulkner
Considerado por Mario Vargas Llosa como um livro irresistível, “Santuário” foi chamado de impublicável.
Gertrude Stein
Gertrude apenas apresentava seus poemas às pessoas mais intimas por não ser aceita por nenhuma editora. Teve o 1º deles publicado apenas 20 anos após ter começado a escrever.
O Diário de Anne Frank
A comovente história da garota judia foi rejeitada 15 vezes antes de ser finalmente publicada e virar um dos maiores best-sellers da história.
The Tale of Peter Rabbit, de Beatrix Potter
A escritora inglesa teve que publicar a história infantil por conta própria ao não ser aceita por nenhuma editora.
Carrie, a Estranha, de Stephen King
Antes mesmo de tentar publicar a história, King jogou o esboço de Carrie no lixo. Sua esposa remexeu a lixeira e leu a história. Gostou e incentivou King. Após isso, o escritor norte-americano foi rejeitado 30 vezes antes de tê-la publicada.
Louisa May Alcott
Ao tentar se tornar escritora, Louisa, autora de obras renomadas como “Mulherzinhas”, foi recomendada a continuar apenas na área do ensino.
Marcel Proust
O autor francês, dono do clássico “Em Busca do Tempo Perdido”, teve que pagar pela publicação de sua primeira obra.
Zen e a Arte de Manutenção de Motocicletas, de Robert M. Pirsing
A belíssima obra de Pirsing foi rejeitada 121 vezes antes de ter sua publicação aceita por uma editora. Depois de tantas negativas, a obra acabou entrando até mesmo no Guinness, como o sucesso de vendas mais rejeitado.
On the Road, de Jack Kerouac
A famosa obra de Kerouac foi recebida pelas seguintes palavras de um editor: “Sua prosa frenética e embaralhada expressa perfeitamente as viagens febris da Geração Beat. Mas isso é suficiente? Acho que não”.
E. E. Cummings
Após receber várias negativas de diversas editoras, Cummings escreveu o livro “Não, obrigado”, nomeando todos os editores que lhe negaram publicação.
Rudyard Kipling
O autor de “O Livro da Selva” não recebeu uma simples negativa em suas tentativas de publicação. O editor alegou que Kipling não sabia usar o inglês corretamente.
A Wrinkle in Time, de Madeleine L’Engle
Este clássico livro de ficção científica foi rejeitado 26 vezes antes de receber inúmeros renomados prêmios norte-americanos.
A Revolução dos Bichos, de George Orwell
“A Revolução dos Bichos” não foi publicada de imediato. O editor alegou que não havia mercado para histórias de animais nos EUA.
Duna, de Frank Herbert
Uma das maiores obras de ficção científica de todos os tempos foi rejeitada 23 vezes antes de ser publicada.
O Misterioso Caso de Styles, de Agatha Christie
Após ser rejeitada por seis editoras, a Rainha do Crime teve que esperar mais quatro anos para ter seu primeiro livro publicado. Hoje, é a vendedora mais traduzida da história.
James Joyce
O autor de “Ulisses” foi rejeitado 22 vezes antes de ser publicado.
Harry Potter e a Pedra Filosofal, de J. K. Rowling
Rowling foi rejeitada 12 vezes e ainda recebeu um insulto de um dos editores, ao recomendar que a escritora “não perdesse mais nem um dia de trabalho”.
Ardil 22, de Joseph Hellen
Apesar de não ter tido grandes dificuldades para ser publicado, recebeu uma dura crítica do The New York Times: “Nem parece ser escrito, em vez disso, ele dá a impressão de ter sido gritou para o papel. O que resta é um entulho de piadas ácidas”.
Enfim, a relação destes 20 escritores é uma ótima motivação para centenas de escritores espalhados pelo mundo para não desistirem. Assim, acredite no seu trabalho sempre que em breve, provavelmente, alguém acreditará no seu e publicará sua obra.

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sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Interromper a emissão de CO2 não acabaria com o aquecimento global

Um estudo da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, alega que nosso planeta pode atingir uma temperatura alarmante com bem menos CO2 do que se imagina.
O estudo baseia-se em uma simulação climática onde a atmosfera terrestre carregada com 1,8 trilhões de toneladas de CO2 subitamente interrompe a emissão do gás. Esta interrupção poderia ocasionar um aparente esfriamento na Terra, porém, após 100 anos, o gás já presente na atmosfera daria início a um processo de aquecimento.
Passados 400 anos da interrupção, a simulação indica que a temperatura terrestre aumentaria em 3,7ºC. O aumento parece pequeno, porém, desde tempos anteriores à Revolução Industrial, a temperatura terrestre aumentou em “apenas” 0,85ºC.
Entidades responsáveis estimam que um aumento de 2ºC na temperatura poderia ocasionar efeitos drásticos na Terra. Para que isto seja evitado, as autoridades se esforçam para que a emissão de CO2 não exceda 1 trilhão de toneladas (sendo que metade disto já foi liberado em nossa atmosfera), entretanto, Thomas Frölicher, coordenador do estudo, afirma que esta estimativa pode estar equivocada.
“Se nossos resultados estão corretos, o limite da emissão de gás visando manter o aumento da temperatura terrestre abaixo dos 2ºC deve ser de 750 bilhões de toneladas, e não do 1 trilhão estimado”, disse o coordenador.

O trabalho de Frölicher e seus colegas rebate uma série de estudos que afirmam que a interrupção na emissão de C02 faria com que a temperatura na Terra se mantivesse constante ou em declínio.
“Os cientistas imaginavam que a temperatura se manteria constante ou em declínio caso a emissão fosse interrompida, mas agora nós provamos que a possibilidade de que a temperatura continue aumentando gradativamente não pode ser excluída.”, disse Frölicher. “Isto mostra o quão difícil é reverter as alterações climáticas – nós podemos interromper as emissões, mas mesmo assim vamos ter que lidar com o problema do aquecimento da temperatura terrestre.” 

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terça-feira, 26 de novembro de 2013

James Petras: “Os 400 mais ricos nos Estados Unidos têm mais riqueza do que 160 milhões de pessoas”

O Diário - Efrain Chury Iribarne: Benvindo James Petras aos microfones de CX36, Radio Centenario. Como está?

James Petras: Estamos muito bem. Prontos para começar.

EChI: Bem, comecemos. Foi aqui dada muita difusão à questão da espionagem estado-unidense contra a França e contra o governo de México. ¿Isto é notícia velha ou é apenas agora que se produzem reacções?

JP: É as duas coisas. Primeiro o facto de que a notícia actual sobre a espionagem foi publicada nos mais importantes meios de comunicação, e isso teve impacto, forçando governos bastante servis a denunciá-la.

Por exemplo no México, a posição do governo mexicano era de que o governo estado-unidense pode praticar a espionagem, porque Felipe Calderón é muito servil em relação a Washington e não se atreve a criticar nada. Agora, com o Der Spiegel, que tem um milhão de leitores em cada semana, estão obrigados a responder, porque é uma grande vergonha submeter-se a este colonialismo e não responder.

Por sua parte, que França esteja criticando a espionagem, é porque saiu em Le Monde e outros diários, pelo que o governo de François Hollande não pode continuar a ocultar o facto de que está submetido ao controlo dos Estados Unidos. Ao mesmo tempo é necessário acrescentar que a espionagem se verifica a todos los níveis do governo, é como ter bufos em cada Ministério, em cada reunião de gabinete, em toda a decisão económica.
Este é o caso de México e Brasil, por exemplo, a espionagem está tomando a Economia, tomando em conta qualquer leilão de locais de exploração de petróleo, estão metidos em qualquer decisão sobre a protecção de fronteiras.

Portanto, que a espionagem norte-americana tenha penetrado todos os níveis de governo; quer dizer, registando o que o governo está pensando e planificando, dando aos Estados Unidos acesso a essa informação. Obviamente pode utilizá-la para melhorar as suas condições económicas e particularmente as suas agências de penetração e também as empresas multinacionais. Todos estes factores estão a influir neste protesto.

Agora, a França tem o seu próprio sistema de penetração na cidadania. O facto é que os Estados Unidos também estão penetrando o sistema de espionagem francês, e isto faz com que haja dois níveis: o governo francês espiando os seus cidadãos e o governo estado-unidense espiando os espiões franceses. É uma multiplicação da espionagem e cada governo procura aproveitá-la para fortalecer as sus posições.

Independentemente disso, que a espionagem tenha surgido na imprensa, os governantes não mudaram, os Estados Unidos não renunciaram a espiar, a infiltrar-se e a penetrar noutros governos, mais ainda, continuam a fazê-lo. Enquanto estamos aqui falando estão a fazê-lo, continuam a espiar a França, Brasil, México, não param. Então os governos têm que pensar em como terminar ou bloquear estas operações, mas até agora os Estados Unidos prosseguem com esta agressão e violando a soberania dos países, a tal ponto que talvez os forcem, de algum modo, a uma mudança nas relações.

EChI: Estas operações de espionagem fundamentam-se no combate al terrorismo, mas qual é a sua finalidade?

JP: Mais do que contra o terrorismo, a espionagem afecta todo o tipo de decisões económicas e políticas, de políticos aliados – supostamente – dos Estados Unidos. Esse é o facto que mais incomoda a grande imprensa, e é essa a razão por que a imprensa burguesa, inclusivamente a pró-imperialista, tem dado difusão ao tema. Uma coisa é ser servil ao imperialismo e outra é submeter-se como adversário e não ter autonomia de acção, nenhuma possibilidade de articular uma ideia sem que os Estados Unidos o saibam. É uma posição que deve ser compreendida. Por exemplo no Uruguai o semanário Búsqueda ou o diário La República servem os interesses do grande capital mas querem uma margem de autonomia para funcionar, não querem ser absolutamente submetidos.
A denúncia ou a publicidade surgem como repúdio à subordinação total. Eles querem servir o imperialismo pelas suas próprias razões e no tempo que decidam, e não simplesmente submeter-se cem por cento em cada momento, em cada assunto, a Washington.

EChI: As Nações Unidas solicitaram aos Estados Unidos que esclareçam o número de mortos resultantes da utilização dos drones, esses aviões não tripulados.

JP: Washington não vai a publicar esses dados porque os números que os peritos nos fornecem dizem que 25% dos mortos por drones são civis, sobretudo mulheres, crianças, trabalhadores, que não têm nada que ver com nenhum combate nem conflito militar. Portanto poderíamos calcular, com essa base, que se trata de milhares de vítimas. E Washington não o pode confessar porque isso significaria ir ao Tribunal Internacional por crimes contra a humanidade. São assassínios em muitos países, isso implicaria aceitar que são um governo criminoso e eles não estão dispostos a submeter-se a um julgamento internacional por crimes contra a humanidade.

EChI: Obama, no seu programa semanal na rádio, disse no sábado que as crises geradas nas últimas semanas prejudicaram gravemente o emprego e a economia numa altura em que o país necessita de “maior crescimento económico”.

JP: Obviamente estamos economicamente estagnados, obviamente a política económica, tanto de Barack Obama como do Congresso, nem melhorou as taxas reais de desemprego nem reduziu as desigualdades. Por exemplo, os últimos números que temos indicam que nos Estados Unidos os 400 mais ricos possuem mais riqueza do que 160 milhões de personas. Quer dizer, menos de 1% possuem mais riqueza do que metade da população. A situação não poderia ser mais grave.
Agora, esto vem de longe, não resulta do problema fiscal nem da paralisação do governo, vem de antes. Mas Obama tem que arranjar um acordo – o que eles chamam o ‘grande acordo’- com o Congresso, entre democratas e republicanos, e é isso que estão a atamancar porque têm um prazo de três meses para alcançar esse acordo. Aí o que está em jogo é que os representantes republicanos vão atacar os programas sociais de forma agressiva e radical, ao mesmo tempo que não querem aumentar nenhum imposto para nenhum sector da classe capitalista. Obama está de acordo nos cortes sociais, mas como tem uma base popular não pode vender os cortes se eles incidem todos sobre as classes populares. Ele necessita de uma justificação, por isso quer duas coisas: cortes sociais mas por outro lado aumento de impostos sobre os ricos. Desta forma ele quer vender às pessoas aquela coisa de que todos temos que fazer sacrifícios, ricos e pobres. É essa a mensagem que estão a cozinhar.

Mas se não consegue esta última questão, a cedência em relação aos impostos, não pode vender a encomenda ao seu público e é por isso que se verifica o actual empate. Procura pressionar os republicanos a que aceitem algum imposto sobre os ricos, não demasiado, mas algo que sirva para publicitar o acordo como equitativo. É isso o que estão negociando e por isso também utilizam a crise que superámos conjunturalmente para denunciar os republicanos e para os amaciar para as próximas negociações.

EChI: Bem Petras, para o final deixamos o seu comentário sobre os temas em que trabalha nesta altura.

JP: Temos vários temas.

Tocámos o problema da espionagem que tinha agendado, mas também temos o facto de que há uma conferência sobre a Síria, que se realizará em Genebra, Suíça, nos dias 23 e 24 de Novembro. O governo sírio está de acordo, os promotores são os que se autodenominam ‘comunidade internacional’ que inclui a Europa e os Estados Unidos. Mas a oposição não o apoia porque, em primeiro lugar, sabem que em qualquer negociação são quem fica a perder. Em segundo lugar, porque na oposição os fundamentalistas são dominantes. Têm o poder militar, o melhor financiamento que vem do Golfo e eles não querem nenhuma negociação, nenhum arranjo. Querem tomar o poder pela violência e limpar toda a população que não está de acordo com os fundamentalistas.

Agora o problema de rejeitar a conferência significa que a guerra continua. Os países ocidentais não controlam os fundamentalistas, porque eles têm os seus apoios nos países do golfo, como a Arabia Saudita, e têm suficiente financiamento para prosseguir matando e destruindo com as bombas terroristas. Agora, a Arabia Saudita não tem interesse em tomar o controlo da Síria. Lo que querem é destruí-la o más possível para que não funcione como um adversário secular e nacional. É isso o que está em jogo.

Em relação com isto, também, há uma organização que se chama Observatório dos Direitos Humanos que se supõe ser a fonte de informação do que os meios de comunicação ocidentais publicam. E descobrimos que há um senhor que constitui o “observatório”. Não é uma organização, é um senhor que vive em Londres e supostamente recolhe todos os dados sobre qualquer morte, assassínio, e quem são os responsáveis. É absolutamente absurdo. Uma organização de uma pessoa, uma fachada, simplesmente transmitindo as mensagens de Washington e Londres, e dando como fonte por exemplo: “segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos o governo matou 300 civis”. Isso significa que uma pessoa em Londres, cozinha los dados e depois todos os meios de comunicação publicam os “dados” como algo verificado e confirmado por observadores. Nada mais.

É como se o Chury, que vive em Montevideo, recebesse ordens da Embaixada norte-americana e difundisse notícias sobre o que está a passar-se na Síria. É algo absolutamente incrível.

Por último, tenho que sublinhar que temos dito que Dilma Rousseff representa um nacionalismo burguês, mas que devemos rectificar essa apreciação. No dia de hoje há um leilão sobre os campos de exploração de petróleo, um dos más lucrativos, ‘Campo Libra’, e nesse leilão as grandes empresas multinacionais vão assumir o controlo de uma área de exploração de petróleo, desalojando a Petrobras como explorador principal.
Por outras palavras, Rousseff está lançando uma campanha de privatização e desnacionalização de uma das áreas mais lucrativas na área do petróleo.
Devemos dizer que isto é a continuação da política entreguista dos neoliberais do Brasil.

EChI: Muito obrigado, Petras, reencontramo-nos segunda-feira.

JP: Uma saudação aos ouvintes e até segunda-feira.

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domingo, 24 de novembro de 2013

O Poder do Sal Grosso

Muitas vezes julgamos as coisas pelo senso comum. É importante sabermos do ponto de vista científico os efeitos de determinados agentes. O sal grosso tem um importante papel nesses estudos... DISMISTIFIQUE ESSA IDÉIA DE QUE O SAL GROSSO É COISA DE "MANDINGA".
O sal grosso é considerado um potente purificador de ambientes. Povos distintos usam o sal para combater o mau-olhado, e deixar a casa a salvo de energias nefastas.
O sal é um cristal e por isso emite ondas eletromagnéticas que podem ser medidas pelos radiestesistas. Ele tem o mesmo cumprimento de onda da violeta, capaz de neutralizar os campos eletromagnéticos negativos. Visto do microscópio o sal bruto revela que é um cristal, formado por pequenos quadrados ou cubos achatados.
As energias densas costumam se concentrar nos cantos da casa. Por isso, colocar um copo de água com sal grosso ou sal de cozinha equilibra essas forças e deixa a casa mais leve. Para uma sala média onde não circula muita gente, um copo de água com sal em dois cantos é suficiente. Em dois ou três dias já se percebe a diferença. Quando se formam bolhas é hora de renovar a salmora.
A solução de água e sal também é capaz de puxar os íons positivos, isto é, as partículas de energia elétrica da atmosfera, e reequilibrar a energia dos ambientes. Principalmente em locais fechados, escuros ou mesmo antes de uma tempestade, esses íons têm efeito intensificador e podem provocar tensão e irritação.
A prática simples de purificação com água e sal deve ser feita à menor sensação de que o ambiente está carregado, depois de brigas ou à noite no quarto, para que o sono não seja perturbado.
Banho de sal grosso e o antigo escalda-pés (mergulhar os pés em salmoura bem quente) têm o poder de neutralizar a eletricidade do corpo. Para quem mora longe da praia é um ótimo jeito de relaxar e renovar as energias. Já foi considerado o ouro branco (salmoura para conservar alimentos).
Os povos foram desenvolvendo técnicas de usar o sal, como as abaixo descritas:
·Uma pitada de sal sobre os ombros afasta a inveja.
·Para espantar o mau-olhado ou evitar visitas indesejáveis, caboclos e caipiras costumam colocar uma fileira de sal na soleira da porta ou um copo de salmoura do lado esquerdo da entrada.
·A mistura de sal com água ou álcool absorve tudo de ruim que está no ar, ajuda a purificar e impede que a inveja, o mau-olhado e outros sentimentos inferiores entrem na casa.
·Depois de uma festa, lavar todos os copos e pratos com sal grosso para neutralizar a energia dos convidados, purificando a louça para o uso diário.
·Tomar banho de água salgada com bicarbonato de sódio descarrega as energias ruins e é relaxante. O único cuidado é não molhar a cabeça, pois é aí que mora o nosso espírito e ele não deve ser neutralizado.
·Na tradição africana, quando alguém se muda, as primeiras coisas a entrar na casa são: um copo de água e outro com sal. Usam sal marinho seco, num pires branco atrás da porta para puxar a energia negativa de quem entra. Também tomam banho com água salgada com ervas para renovar a energia interna e a vontade de viver.
·No Japão, o sal é considerado poderoso purificar. Os japoneses mais tradicionais jogam sal todos os dias na soleira das portas e sempre que uma visita mal vinda vai embora. Símbolo de lealdade na luta de sumô. Os campeões jogam sal no ringue para que a luta transcorra com lealdade.
Use esse poderoso aliado! É barato, fácil de encontrar, e pode lhe ajudar em momentos de dificuldade e de esgotamento energético!
Modo de tomar o banho de sal grosso:
Após seu banho convencional, deixe um punhado de sal grosso escorrer do pescoço para baixo, embaixo da água da ducha. Uma opção que agrada muitas pessoas é colocar um punhado de sal dentro de uma meia, e repousar esta na nuca (atrás do pescoço) debaixo da ducha. Não é aconselhável banhos frequentes com o sal.
Dê preferência para os banhos na fase da Lua Cheia, utilize velas no banheiro, e se quiser ativar sua intuição, apague as luzes do banheiro.
Benefícios de banhos e escalda pé com sal grosso

Fisiológicos:
Ajuda a desintoxicar o corpo e afastar os vírus.
Estimula a circulação natural para a melhoria da saúde.
Ajuda a aliviar o pé do atleta, calos e calosidades.
Relaxa a tensão, dores musculares e nas articulações.
Ajuda a aliviar artrite e reumatismo.
Ajuda a aliviar a dor lombar crônica.

Estéticos:
Tira as impurezas da pele.
Alivia irritações da pele como psoríase / eczema.
Alivia comichão, ardor e picadas.
Suaviza e amacia a pele.
Incentiva a pele a se renovar.
Ajuda a curar as cicatrizes.
Restaura o equilíbrio e a umidade da pele.

Ocupacional:
Alivia o cansaço, os pés doloridos e os músculos da perna.
Alivia a tensão nas mãos e punhos.
Ajuda a aliviar lesões no desporto psicofísico.
Proporciona um relaxamento profundo.
Ajuda a aliviar o estresse e tensão. 

Fonte: recebi por e-mail.

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412 livros de Chico Xavier para download gratuito

Lista de livros em ordem cronológica
Lista de livros em ordem alfabética
Lista de livros por autor espiritual
Bônus: Mensagens na voz de Chico Xavier

Fonte: recebi por e-mail.

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sábado, 23 de novembro de 2013

Os cem erros mais comuns da língua portuguesa

Confira a seguir uma ótima compilação com os cem erros mais frequentes da língua portuguesa
Numa língua, existem vários modos de falar, determinados pela localização geográfica do falante, faixa etária, situação, nível de escolaridade, nível social dentre outros fatores. Dentre estes, existe um que se institui como língua-padrão, que corresponde ao uso da linguagem em situações formais.
No conteúdo abaixo (apostila produzida por Dr.Conteúdo) você verá uma lista com os cem erros mais simples e frequentes cometidos cotidianamente por boa parte dos brasileiros. As correções são didáticas e objetivas.
Aprenda e compartilhe.

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sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Wagner Moura sobre o Pânico na TV

ainda bem que não assisto esse LIXO. a única coisa que salvava era o Freddie Mercury Prateado, mas dps q vi aquele video dele pegando a tal da Carol Dias... nenhum salva.
Palavras do ator Wagner Moura sobre o Pânico na TV, em carta aberta, divulgada no globo.com:

“Quando estava saindo da cerimônia de entrega do prêmio APCA, há duas semanas em São Paulo, fui abordado por um rapaz meio abobalhado. Ele disse que me amava, chegou a me dar um beijo no rosto e pediu uma entrevista para seu programa de TV no interior. Mesmo estando com o táxi de porta aberta me esperando, achei que seria rude sair andando e negar a entrevista, que de alguma forma poderia ajudar o cara, sei lá, eu sou da época da gentileza, do muito obrigado e do por favor, acredito no ser humano e ainda sou canceriano e baiano, ou seja, um babaca total. Ele me perguntou uma ou duas bobagens, e eu respondi, quando, de repente, apareceu outro apresentador do programa com a mão melecada de gel, passou na minha cabeça e ficou olhando para a câmera rindo. Foi tão surreal que no começo eu não acreditei, depois fui percebendo que estava fazendo parte de um programa de TV, desses que sacaneiam as pessoas. Na hora eu pensei, como qualquer homem que sofre uma agressão, em enfiar a porrada no garoto, mas imediatamente entendi que era isso mesmo que ele queria, e aí bateu uma profunda tristeza com a condição humana, e tudo que consegui foi suspirar algo tipo “que coisa horrível” (o horror, o horror), virar as costas e entrar no carro. Mesmo assim fui perseguido por eles. Não satisfeito, o rapaz abriu a porta do táxi depois que eu entrei, eu tentei fechar de novo, e ele colocou a perna, uma coisa horrorosa, violenta mesmo. Tive vontade de dizer: cara, cê tá louco, me respeita, eu sou um pai de família! Mas fiquei quieto, tipo assalto, em que reagir é pior.

” O que vai na cabeça de um sujeito que tem como profissão jogar meleca nos outros? É a espetacularização da babaquice ”

O táxi foi embora. No caminho, eu pensava no fundo do poço em que chegamos. Meu Deus, será que alguém realmente acha que jogar meleca nos outros é engraçado? Qual será o próximo passo? Tacar cocô nas pessoas? Atingir os incautos com pedaços de pau para o deleite sorridente do telespectador? Compartilho minha indignação porque sei que ela diz respeito a muitos; pessoas públicas ou anônimas, que não compactuam com esse circo de horrores que faz, por exemplo, com que uma emissora de TV passe o dia INTEIRO mostrando imagens da menina Isabella. Estamos nos bestializando, nos idiotizando. O que vai na cabeça de um sujeito que tem como profissão jogar meleca nos outros? É a espetacularização da babaquice. Amigos, a mediocridade é amiga da barbárie! E a coisa tá feia.

” Isso naturalmente não o impediu de colocar a cagada no ar. Afinal de contas, vai dar mais audiência ”

Digo isso com a consciência de quem nunca jogou o jogo bobo da celebridade. Não sou celebridade de nada, sou ator. Entendo que apareço na TV das pessoas e gosto quando alguém vem dizer que curte meu trabalho, assim como deve gostar o jornalista, o médico ou o carpinteiro que ouve um elogio. Gosto de ser conhecido pelo que faço, mas não suporto falta de educação. O preço da fama? Não engulo essa. Tive pai e mãe. Tinham pais esses paparazzi que mataram a princesa Diana? É jornalismo isso? Aliás, dá para ter respeito por um sujeito que fica escondido atrás de uma árvore para fotografar uma criança no parquinho? Dois deles perseguiram uma amiga atriz, grávida de oito meses, por dois quarteirões. Ela passou mal, e os caras continuaram fotografando. Perseguir uma grávida? Ah, mas tá reclamando de quê? Não é famoso? Então agüenta! O que que é isso, gente? Du Moscovis e Lázaro (Ramos) também já escreveram sobre o assunto, e eu acho que tem, sim, que haver alguma reação por parte dos que não estão a fim de alimentar essa palhaçada. Existe, sim, gente inteligente que não dá a mínima para as fofocas das revistas e as baixarias dos programas de TV. Existe, sim, gente que tem outros valores, como meus amigos do MHuD (Movimento Humanos Direitos), que estão preocupados é em combater o trabalho escravo, a prostituição infantil, a violência agrária, os grandes latifúndios, o aquecimento global e a corrupção. Fazer algo de útil com essa vida efêmera, sem nunca abrir mão do bom humor. Há, sim, gente que pensa diferente. E exigimos, no mínimo, não sermos melecados.
No dia seguinte, o rapaz do programa mandou um e-mail para o escritório que me agencia se desculpando por, segundo suas palavras, a “cagada” que havia feito. Isso naturalmente não o impediu de colocar a cagada no ar. Afinal de contas, vai dar mais audiência. E contra a audiência não há argumentos. Será?"

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quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Espiritismo no programa Encontro de Fátima Bernardes 29/10/2013

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segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Devemos orar não até Deus nos ouvir mas até que possamos ouvir a Deus

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sábado, 26 de outubro de 2013

5 sinais de que você está no emprego errado

O despertador tocou hoje pela manhã avisando que o fim de semana prolongado terminou e mais uma semana de trabalho está prestes a começar. Só de ouvir o som do toque do celular o estômago “embrulha” e um desagradável frio na barriga se instala. “Odeio segunda-feira”, você pensa, enquanto se arrasta para o escritório.

Identificou-se com este cenário? Ele pode ser um indicativo de que você precisa repensar a sua trajetória ou carreira profissional, na opinião de especialistas consultados por EXAME.com. Confira este e outros sinais de que talvez você esteja no emprego errado:


1) Motivação zero

O frio na barriga característico da segunda-feira é um sintoma clássico. “É o sinal mais evidente de que a pessoa pode estar no emprego errado, porque revela a falta de motivação”, diz Meiry Kamia, psicóloga e consultora organizacional.

Não ver desafios, ter uma liderança fraca ou estar trabalhando para uma empresa que não apresenta perspectivas de carreira são algumas das causas apontadas por Edson Henriques, diretor técnico e comercial da consultoria Felipelli para que motivação esteja no nível zero.“O problema então está no trabalho atual. Não significa que tenha escolhido a carreira errada”, diz o especialista.

Mas se há desafios propostos pela empresa assim como perspectivas, a escolha de carreira pode ser o “x” da questão. “Talvez seja hora de pensar em uma transição”, recomenda Henriques.


2) Baixo desempenho

Metas, objetivos e resultados são palavras que assombram aqueles que estão com a produtividade em baixa. Principalmente nesta época, em que as empresas estão fazendo esforço para bater as metas e entregar os resultados projetados para este ano.


“Quando o profissional não entrega aquilo que é esperado, não bate as metas propostas, pode significar que as habilidades dele não estão alinhadas com a atividade profissional que desenvolve”, diz Henriques.

Se é esse o caso, fazer um mapeamento das habilidades e tentar relacioná-las a objetivos de carreira pode ser uma opção. “Quanto mais tempo a pessoa demorar a fazer isso, mais difícil é a mudança”, diz o especialista.


3) Salário é a única coisa que o prende ao trabalho

Nem relação com colegas nem o aprendizado, e muito menos a qualidade do trabalho desenvolvido. Se o salário for o único elo entre você e a empresa, tem-se mais um sinal de que você está no lugar errado.

“É o profissional que só vai trabalhar porque tem contas para pagar”, diz Meiry. De acordo com ela, apesar de se falar muito em dinheiro, sustentar uma situação só por conta dele é cada dia mais difícil. “O dinheiro está entre os fatores mais baixos de motivação”, explica.

“A pessoa não vê significado algum no seu trabalho”, diz Henriques. Na opinião dele, acomodar-se nesta situação, é péssimo. “É preciso se mover para mudar essa situação, se planejar”.


4) Passar boa parte do expediente procurando outro emprego

Manter-se no mercado e estar a par das oportunidades profissionais é importante e aumenta as chances de subir na carreira.
Mas, deixar de trabalhar para fazer essa busca durante o expediente diz muito sobre a sua insatisfação. “Isso reflete que a pessoa não está de corpo e alma naquele emprego”, diz Meiry.

Já que está procurando uma nova oportunidade, Henriques recomenda que antes de partir para outra função algumas perguntas sejam respondidas. “O que lhe dá prazer no trabalho, qual a área de interesse e de onde vem a motivação?”, exemplifica.

 De acordo com ele, quando há a correspondência entre as vontades como indivíduo e as conquistas do dia a dia, a motivação aparece.


5) Você adoece com frequência

Em casos extremos, a saúde física e mental é comprometida. “A descrença no amanhã baixa o nível energético e a resistência do corpo à doenças cai”, diz Meiry. Tanto o plano físico com o mental podem ser afetados, segundo a especialista.

“Quanto se atinge um nível crítico e a pessoa não vai lendo os sinais, ela acaba adoecendo até perceber que é hora de sair”, diz Meiry.
“As pessoas passam a maior parte do tempo dos seus dias trabalhando, se isso for um fardo pode até atingir o estágio de aparecer uma doença”, concorda Henriques.

De acordo com ele, se ao longo do dia não há nenhum momento de prazer, isso pode significar que atividade profissional está deslocada dos gostos e vontades da pessoa.

“Tem que ter uma entrega, a motivação por contribuir dentro do contexto da empresa, mas se o tempo todo ele está passando mal, não há úlcera que aguente”, diz Henriques.

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quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Você ousa sonhar?

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terça-feira, 13 de agosto de 2013

10 dicas para incentivar o seu filho a ler

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