sábado, 29 de abril de 2017

O poder terapêutico das 9 Sinfonias de Beethoven

Na perspectiva terapêutica, a música deve ser ouvida em profundidade e não apenas “escutada”. Nada adianta escutá-la enquanto se realiza outras tarefas distraidamente (comer, ler, dirigir etc). Para alcançarmos nossos objetivos curativos ou motivacionais devemos sentar relaxados e conscientes do que pretendemos com a melodia, a postura é de meditação, onde a música é a chave que abre as portas de nossa autotransformação. Devemos deixar a música penetrar em cada músculo, cada célula, e em cada um de nossos corpos interiores para que ela cumpra seu papel terapêutico.

Por que as sinfonias de Beethoven? O musicólogo Hal Lingerman explica que: “A música de Beethoven é a música de um Titã. Sua vida e suas obras fornecem novos acessos às emoções e às condições humanas. Beethoven é o primeiro psicólogo musical a explorar a psique dos sofrimentos da espécie humana, ajudando a humanidade e crescer. Sua música vibra com alegrias e tristezas; como uma ampla energia primordial, ela projeta sobre o ouvinte grandes ondas de força. Às vezes irada, outras vezes calma, a música de Beethoven está cheia de espírito de luta, de coragem e de uma enorme força de vontade; algumas vezes é resistente como o granito. Contudo, ela também pode ser suave e lírica, religiosa e autêntica.


Eis as nove Sinfonias com seus efeitos psicológicos e terapêuticos.

Primeira Sinfonia: estimula a motivação e a auto-confiança.
É a sinfonia da “Gênesis Psicológico”. Deve-se escutar para motivar-nos em tudo o que queiramos iniciar.


Segunda Sinfonia: gera grande força de vontade, poder de decisão; pode promover profundas transformações em mentes passivas.
É a "Revolução Psicológica": “É um complexo monstruoso, um horrível dragão ferido retorcendo-se que se nega a expirar e que, ainda que no final sangre, segue revolvendo-se e dando furiosas rabanadas a um lado e outro”.     


Terceira Sinfonia: contribui para equilibrar o sistema nervoso; combate a tensão, o pessimismo, a incerteza e o desânimo.
É a da “Busca do Equilíbrio”. Deve-se escutar para motivar-nos a sair dos estados de nervosismo excessivo, incerteza, desânimo, descontrole e pessimismo.


Quarta Sinfonia: transmite forte carga de sentimentos altruístas; ajuda a eliminar sentimentos negativos como o ódio, o egoísmo, o ciúme, a inveja, o desejo de vingança e a luxúria.
É a “Sinfonia do Amor”. Deve-se escutar para motivar-nos a sair dos estados de ódio, vingança e egoísmo.


Quinta Sinfonia (Heróica): estimula a reflexão existencial, levando o ouvinte a pensar em seu processo dialético e na própria vida.
É a do “Destino do Homem”. Deve-se escutar para motivar-nos a traçar as estruturas daquilo que queremos na vida, que dizer, a criar nosso destino. Desperta a vontade de vencer.


Sexta Sinfonia (Pastoral): desperta a criatividade, particularmente no plano artístico, estimula a esperança, a autoconfiança e a busca de novos caminhos.
É a da “Heuristica”. Deve-se escutar para motivar-nos a toda ação criadora, a todo movimento que tende a solucionar problemas.
Os dois primeiros movimentos são especialmente bons para a purificação emocional e para o soerguimento; O movimento “Tempestade”, seguido pelo “Hino de Ação de Graças”, também revelam-se muito gratificante.


Sétima Sinfonia: propicia a auto-análise e, consequentemente, amplia o autoconhecimento; permite maior aprofundamento no inconsciente e encoraja o caminho da espiritualidade.
É a da “Exploração do Subconsciente”. Deve-se escutar para motivar-nos a nossa própria autoanálise, a nosso estudo axiológico.


Oitava Sinfonia: eleva o discernimento, abrindo os campos da consciência a formas superiores de ser e de perceber.
É a “Emancipação Psicológica”. Deve-se escutar para motivar-nos para as mudanças, transformação e a valorização.


Nona Sinfonia: induz à devoção mística e permite o contato com estados mais refinados de consciência.
É a da “Sublimidade” e da “Elevação”. Deve-se escutar para motivar-nos a remontar-nos às escalas de sentimentos místicos, de espiritualidade, de devoção.
Retrata também a criação a partir do vazio e culmina no magnífico “Hino para Fraternidade”, que inspira amor universal e compreensão entre as nações.

Eu nunca encontrei uma pessoa forte com um passado fácil

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O homem deve harmonizar-se com a mulher dentro de si e a mulher deve fazer o mesmo com seu homem interior


"O homem, antes de buscar uma mulher fora de si, deve harmonizar-se com a mulher dentro de si e a mulher deve fazer o mesmo com seu homem interior. Tal equilíbrio alcançado interiormente manifestar-se-á socialmente num amplo e coletivo aprendizado"

terça-feira, 25 de abril de 2017

3 erros em Meditação - Caciano Camilo Compostela

Meditação .:.
❝Em teoria, o indivíduo imagina que vai sentar-se em alinhadíssimo lótus, fechar os olhos e ver-se transportado para o mais alto e puro dos Himalaias; na prática, ele é obrigado a enfrentar mil dificuldades e a respirar o denso ar dos próprios infernos.
Meditar não é um ato de paz mas de luta!
Apenas dois tipos de pessoas vivenciam plena beatitude e calmaria em meditação: os Mestres Iluminados e os que pregam aquilo que leram mas nunca praticaram. Estes últimos, claro, imperam.
Eis a razão primeva de tantos estudantes começarem com sincero entusiasmo mas cederem, pouco a pouco, aos labirintos insolúveis do comodismo, preguiça e postergação.
I- Meditar não é relaxar!
O processo lhe exigirá o mínimo conhecimento e controle do corpo físico, isto vai requerer de ti força de vontade, concentração e foco. Relaxar é esparramar-se no sofá sob qualquer programa insípido de TV em tranquila descontração. A meditação lhe pede autocontrole.
ll- Meditar não é 'pensar em nada'!
Claro, propor-se a 'não pensar em nada' é já, per si, pensar n'algo; algo, inclusive, tão paradoxal que beira ao impossível. Meditar é sim pensar, mas a respeito de uma única imagem, sentimento, símbolo ou Mentor. A meditação lhe pede autoconhecimento!
ll- Meditar não é Iluminar-se!
Sim, claro, a meditação te conduzirá para níveis de elevada consciência pessoal e 'iluminação', mas não sem antes conhecerdes teus demônios. Ela te trará calma e 'relaxamento', lhe elevará para níveis além das cadeias do 'pensamento' comum, mas este será um quadro visível apenas ao final do aprendizado. Antes disto, terás que organizar as tintas, traçar um desenho e desenvolver talentos de um verdadeiro artista. Meditação lhe pede autoiluminação!
Continue. Persevere. Lute bravamente. A habilidade em meditar, como qualquer outra, não nasce do dia para noite.❞
Caciano Camilo Compostela, Monge Rosacruz.©

O segredo da felicidade é...

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Nenhuma culpa vai alterar o seu passado

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terça-feira, 11 de abril de 2017

Os EUA disseram que...

Os EUA disseram que o Osama foi o responsável pelo atentado nas Torres Gêmeas: invadiram o Afeganistão e restituíram a bilionária indústria do ópio que tinha sido quase extinta pelo Talibã por lá.
Os EUA disseram que Sadam tinha armas de destruição em massa: invadiram o Iraque e restabeleceram o padrão petrodólar que tinha sido substituído pelos pretro-euros anos antes.
Os EUA disseram que o Kadaffi matou pessoas com armas químicas: invadiram a Líbia, se apossaram do petróleo e impediram a implementação do Dinar de Ouro, moeda que seria lastreada nas amplas reservas de ouro do país e que unificaria monetariamente a África contra o dólar.
Os EUA dizem que o Assad matou civis com armas químicas quando a situação já estava quase totalmente pacificada dentro do país: agora vão invadir a Síria para brecar a construção do gasoduto China-Irã-Síria-Europa, o que afrontará mortalmente o padrão petrodólar.
Pensando bem, até que estamos no lucro. Aqui no Brasil os EUA não precisaram de nenhuma só bomba para se apossarem do Pré-sal e para também brecarem a consolidação do BRICS-BANK, o maior projeto orgânico mundial que faria frente ao padrão dólar. Bastou-lhes somente um bando de PATOS vestidos de CBF...
(Flávio Duarte)

Sobre a 'Lei da Atração" - Hugo Lapa

SOBRE A LEI DA ATRAÇÃO
A chamada lei da atração é sem dúvida um dos maiores fenômenos do universo holístico e espiritual dos últimos tempos. Há um sem-número de cursos, workshops, palestras, treinamentos e orientações sobre como se usar devidamente a lei da atração e como fazer o universo nos dar aquilo que desejamos. Não vamos perder tempo explicando o que é a lei da atração pois é algo que a maioria das pessoas já têm conhecimento. Nessa oportunidade vamos explicar alguns pontos relacionados à lei da atração e demonstrar como essa técnica tem sido usada de modo materialista e contrário a nossa evolução.
O primeiro ponto da teoria sobre a lei da atração é, como já mencionamos, seu caráter materialista e mundano. Aqueles que observarem atentamente os cursos e treinamentos ministrados nessa área poderão facilmente perceber toda a ênfase dada à conquista de coisas materiais do mundo e a realização pessoal por meio de ganhos mundanos. O objetivo da lei da atração nesse enfoque não é a paz, a felicidade, a alegria, a harmonia, o respeito, a reciprocidade, a liberdade, a equanimidade, etc. Os defensores da teoria da lei da atração sempre nos dizem que com ela podemos conquistar cada vez mais e mais coisas no mundo. A meta é conquistar o emprego dos sonhos, é ganhar dinheiro, é adquirir uma casa, é comprar o carro do ano, é conquistar estabilidade financeira, enfim, a finalidade da lei da atração é a aquisição de todos os benefícios que o mundo pode nos proporcionar, nos gerando prazer, conforto e riquezas materiais. Desse ponto de vista, a chamada lei da atração não é uma doutrina espiritualista, mas sim materialista. Ela ensina uma pessoa a aquisição de bens mundanos, a aprender a ganhar, a ter, a conquistar, a acumular, a juntar dinheiro, a aproveitar a vida e seus prazeres. Se formos comparar esses objetivos com os objetivos de pessoas abertamente materialistas, veremos que não há muita diferença.
O segundo ponto é que a lei da atração não exige apenas se criar mentalmente uma coisa, ou se querer, ou desejar, ou sintonizar com algo, mas é preciso que muito trabalho seja empreendido antes que a realização nos chegue. Nada nesse mundo cai do céu. Tudo o que existe vem através do esforço. Se uma pessoa quer uma casa, ela deve trabalhar para conseguir a sua casa. Não adianta acreditar que sem nenhum dinheiro no bolso a casa dos nossos sonhos vai aparecer milagrosamente. Sim, é verdade que para se receber algo é importante se criar mentalmente e vibrar naquela mesma frequência, pois assim atraímos aquilo que guarde correspondência com nossa vibração. Mas o trabalho, o esforço, o suor, a superação de limites, também fazem parte dessa criação. Não basta apenas criar no nível mental. É preciso também criar no nível emocional e material. Dessa forma, uma boa dose de prática é essencial para a concretização de algo.
Outro ponto é que alguns dos defensores da lei da atração não possuem tudo o que desejam em sua vida. Alguns não têm sequer o básico. Muitos estão desempregados e passando por dificuldades. Muitos ainda são pessoas deprimidas, insatisfeitas e que não tem paz. Já vi vários casos como esse. Conheci recentemente um palestrante da lei da atração que estava vivendo muitas dificuldades em sua vida, inclusive materiais e estava com depressão e tomando medicamentos. Se a lei da atração funcionasse mesmo da forma infalível como ele prega, não haveria qualquer contratempo em sua vida; bastaria apenas criar mentalmente seu desejo para que logo após ele se realizasse. Todos os problemas do mundo estariam resolvidos, mas obviamente não é assim que funciona.
Muitas pessoas que praticam a lei da atração não obtém sucesso. Os defensores da lei da atração explicam que nesse caso a pessoa não está realizando as técnicas corretamente, mas isso não é verdade em todos os casos. A verdade é que, na maioria das vezes, nem sempre aquilo que queremos e desejamos é o melhor para nós. Um bom exemplo é a criança que deseja um doce. O doce é algo positivo para a criança? Do ponto de vista da criança que ainda não compreende sobre as toxinas dos alimentos, o doce é algo maravilhoso e é a melhor coisa que ela poderia receber naquele momento. No entanto, a ingestão de açúcar pode criar uma série de problemas futuros para ela, como diabetes e outras doenças. Por isso, nem sempre aquilo que desejamos é o melhor para nós. Na maioria das vezes aquilo que desejamos pode nos prejudicar muito futuramente.
O ser humano deseja sempre aquilo que lhe gera prazer, conforto e estabilidade. Ele confunde o bom com o bem. Nem sempre o que ele julga bom, é o que lhe faz bem verdadeiramente. Já dissemos isso em outras oportunidades, mas nunca é demais repetir. Perder pode ser mais proveitoso para o seu crescimento pessoal do que ganhar. Sentir dor pode ensina-o muito mais do que ter prazer. A derrota pode muitas vezes nos ensinar virtudes de extremo valor, como a humildade, que em ocasiões futuras salvam nossas vidas. Por isso, o que queremos, o que o ser humano deseja não é necessariamente aquilo que ele precisa. Quando oramos a Deus é preciso pedir o que precisamos e não o que desejamos. Da mesma forma que os pais prejudicam uma criança quando a mimam e fazem todas as suas vontades, transformando-a num adulto imaturo e dependente, Deus estaria nos prejudicando caso sempre nos concedesse aquilo que desejamos. Isso é muito simples de se verificar. Muitos dos melhores seres humanos foram aqueles que enfrentaram grandes provações na vida e as venceram. É preciso questionar: é melhor viver uma vida de luxo exterior ou uma vida de dificuldades com o consequente despertar das virtudes interiores? Para o nosso espírito, as provas difíceis trazem muito mais frutos para nossa felicidade do que as facilidades e comodidades desse mundo.
É importante mencionar também que nosso espírito possui um arquivo imenso e profundo de uma história multimilenar. Ninguém que vive nesse planeta atualmente começou agora a sua evolução. Todos os espíritos encarnados possuem dezenas de milhares de anos de história em sua alma. Ao longo dos milênios acumulamos uma intensa carga de emoções e atitudes. Quando uma pessoa criar em sua mente um desejo, ela faz isso num espaço extremamente curto de tempo. O que conta para a realização do seu desejo é uma criação mental de alguns dias, ou a imensa trajetória de sua alma ao longo dos milênios? Obviamente nosso karma milenar vai influenciar muito mais os acontecimentos atuais do que tão somente nosso pensamento focado e nossa sintonia por alguns dias. Imagine que uma pessoa ficou vibrando numa faixa y durante centenas de anos. Num dado momento, ela passa a vibrar na faixa z. O que terá mais influência em seu futuro? A faixa y ou a faixa z? Nada se modifica de um dia pro outro. Não existe mágica em nossa trajetória. É preciso caminhar passo a passo para chegar ao nosso objetivo. Se a pessoa está andando devagar há 5 horas e percebe que está atrasada, o fato de andar o dobro da velocidade só compensará às 5 horas perdidas após 2 horas e meia de caminhada. Não adianta querer que tudo seja diferente de uma hora para outra em nossa vida se estamos há anos, séculos ou milênios pensando, sentindo e fazendo coisas iguais. A semente não se torna árvore em 1 dia, assim como a criança não se torna adulta em 1 ano. Da mesma forma, tudo precisa de tempo, esforço e uma longa caminhada para frutificar. E quando digo isso não estou me referindo apenas a ganhos no mundo, mas sim ao nosso crescimento interior.
Os defensores da lei da atração sempre enfatizam que nós podemos criar com nosso pensamento todas as nossas realizações. No entanto, é preciso esclarecer que aquele que cria não é o ser humano preso e limitado a este mundo. Aquele que cria não é outro senão o espírito. Esse ponto é importante. Primeiro, o espírito cria a vida humana e todos os seus acontecimentos antes de vir ao mundo. Ele programa sua existência de acordo com seu karma individual. O espírito escolhe as provas que são necessárias para seu adiantamento e sua elevação. O ser humano nesse mundo nada mais é do que um epifenômeno do espírito. Ele é apenas uma sombra, um conjunto de supostas verdades e memórias, um efeito de experiências passageiras. Sua personalidade é limitada. Por isso, essa persona cheia de limites não poderia escolher seu próprio destino. Tanto é assim que a maioria das coisas que ocorrem em nossas vidas não está sob o nosso controle. Controlamos muito pouco o que nos vai acontecer. Aqueles que desejarem mais informações sobre isso podem se reportar ao texto “O que controlamos nessa vida” no blog de Hugo Lapa.
É importante compreender que o ser humano é um efeito e não a causa de tudo. O ser humano é como o quadro pintado pelo pintor. O pintor é o espírito, o quadro é o ser humano. Pode o quadro pintar a si mesmo? Não, apenas o pintor pode criar uma bela obra. Assim, por debaixo da camada mais superficial de nossa personalidade, há camadas mais profundas do nosso ser que, essas sim, estão mais próximas da causa de tudo o que nos ocorre. Um bom exemplo é o inconsciente humano. O ser humano na maioria das vezes age sob o impulso dos seus conteúdos inconscientes. O inconsciente, seus desejos reprimidos, suas culpas, suas mágoas, seus traumas, e todo o material inconsciente acumulado define suas ações e reações muito mais do que ele imagina. Terá mesmo a personalidade todo esse protagonismo que lhe é atribuído pelos defensores da lei da atração? Há profundidades em nosso ser que nossa mente desconhece e que sequer pode ter o mínimo fragmento de consciência. É essa instância mais profunda do ser que cria o cenário de nossa existência, muito mais do que nossa personalidade fútil e superficial. A personalidade morre ao final de cada existência, mas o espírito sobrevive. Quem cria então, a personalidade ou o espírito? Todos devem compreender que quem cria é o espírito… e se alguém conseguiu criar e realizar algo, isso não tem como objetivo satisfazer nossos vãos desejos, mas realização tem como finalidade ajudar de alguma forma em nosso adiantamento espiritual. Por isso que se diz que quem cria de verdade é nosso ser mais profundo, e não nossa personalidade passageira, pois a persona nada mais é do que uma máscara, um reflexo, uma imagem, que nada mais é do que uma criação desse ser essencial chamado de espírito.
A maior parte das doutrinas espirituais se baseia nos ensinamentos originais dos mestres, como Jesus, Buda, Krishna, Lao Tsé e outros. É certo que nenhum desses mestres ensinou a humanidade a possuir, mas sim, pelo contrário, ensinou a despossuir, a soltar nossos apegos às coisas e às pessoas e a viver num estado de consciência de liberdade, paz e felicidade. Jesus, por exemplo, disse: “Não ajunteis tesouros na terra”. Disse também que não podemos servir a Deus e ao dinheiro, mas que devemos escolher um dos dois, pois ou se serve um ou o outro. Deixou claro ao jovem rico que ele precisava vender tudo o que tinha e dar todo o dinheiro aos pobres, pois somente assim ele poderia encontrar o reino dos céus. Jesus também afirmou que “qualquer de vós, que não renuncia a tudo quanto tem, não pode ser meu discípulo”. Em várias passagens Jesus ensinou claramente sobre o despossuir, sobre o valor do desapego para se chegar ao Reino de Deus. Nas clássicas tentações de Jesus, o diabo o ofereceu todos os reinos do mundo caso Jesus passasse a adorar o Senhor das Trevas. Jesus recusou e viveu sua vida sem nada possuir. Ou será que Jesus tinha um casa? Tinha um palácio? Tinha ouro, pedras preciosas? Tinha carruagens, cavalos e muitas terras? Não… ele nada possuía. Muitos não sabem, mas Buda era um príncipe que abandonou todas as riquezas de seu palácio para viver uma vida de renúncia, e assim pôde atingir a iluminação espiritual. Krishna também ensinou em vários momentos a sabedoria do desapego e da renúncia. O que ocorre hoje em muitos movimentos religiosos, esotéricos e espiritualistas é uma inversão desses princípios ensinados pelos mestres. Isso se torna mais claro e patente ainda na lei da atração, na teologia da prosperidade das igrejas evangélicas, na riqueza e opulência que vive o Vaticano, e em outras manifestações religiosas e espirituais que pregam o valor das posses para se atingir a felicidade. Jesus não disse “Vamos acumular bens terrenos”. Ele disse: “Não acumuleis bens terrenos”. Para mais informações sobre esse ponto, todos podem buscar o texto “Mestres espirituais e bens materiais” no blog de Hugo Lapa.
O que o espiritualismo ensina não é a felicidade que vem com o possuir, com o ter, com o conquistar, mas sim a felicidade mesmo sem nada possuir. É importante ser feliz mesmo tendo pouco ou nada. Aquele que consegue viver em paz mesmo sem ter coisa alguma é alguém que encontrou a verdadeira paz. Para entender melhor esse ponto, todos podem se reportar ao texto “Felicidade e paz” no blog de Hugo Lapa.
(Hugo Lapa)

Acesso ao subconsciente? - Monge Genshô

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Desapontamento - Caciano Camilo Compostela

Desapontamento .:.
❝The New York Times, jornal estadunidense fundado em 1891, aponta que a frase mais dita no mundo hoje é 'eu te amo'; em quantidade tal que, fossem efetivas metade delas, teríamos um planeta de fulgurante paz e amor.
Embora a palavra amor seja dita e repetida a torto e a direito, desenhada e esculpida nas artes, no imaginário e na vida, a dura realidade ainda nos aponta que quem realmente impera é o dissimulado egoísmo.
No âmbito pessoal, o indivíduo médio com tranquila facilidade jura amor eterno, promete mundos e fundos, derrama-se em rasos sentimentalismos até que com sinceridade de mente, mas pouca profundidade de espírito.
Ama-se não tanto o outro, mas mais a expectativa que se faz do outro; ou seja, ama-se a si mesmo projetado no outro.
O amor em questão não pode ser considerado como tal, visto que, com raras exceções, suas palavras se dirigem ao outro mas seus olhos nunca saíram de si.
Exatamente por isso substancial parte das relações se deterioram em amarguras, brigas e antipatias quando o outro começa a pensar e agir diferentemente do que se desejava.
Quando o outro deixa de corresponder ao idealizado, o amor vai minguando até transformar-se em desgosto, desilusão, dissabor. A sofrência do desapontamento vai fundo porque, no íntimo, a desilusão e o desencanto é na verdade sobre si mesmo.
A filosofia iniciática nos pede reflexão, sinceridade, transmutação; um contínuo, perseverante e diligente refinamento do amor.❞
Caciano Camilo Compostela, Monge Rosacruz.©

Só é a favor da paz quem defende a soberania e autodeterminação dos povos contra qualquer agressão imperialista estrangeira. - Thomas de Toledo

Por alguns meses, deu pra acreditar que Trump fosse um "outsider" e que sua presença poderia ao menos significar um diálogo com a Rússia, o que retardaria ou evitaria a guerra mundial em curso. Mas tudo parece indicar que ele está enquadrado na função imperialista de terminar o que seus antecessores começaram: eliminar o "eixo do mal" e destruir qualquer país que possa contrabalançar o poder dos Estados Unidos ou dificultar seu projeto de dominação totalitária do mundo (full aspect dominance). Bush atacou o Afeganistão e o Iraque. Obama cuidou da Líbia e da Síria, mas entregou o serviço pela metade. Trump quer não só concluir o que ficou pra trás, como pretende mostrar que é um bom funcionário do complexo militar-industrial. Putin já sabe o que lhe espera e faz o mesmo que Stálin fez com Hitler: diminui hostilidades com inimigo estratégico para ganhar tempo e melhorar a capacidade defensiva. Trump provoca a Rússia na Síria e depois cutuca a China ameaçando a Coreia do Norte. O bufão mostrou que não vai consultar o Congresso, muito menos a ONU para escolher quem vai atacar. Se a próxima guerra envolver Rússia, China, Irã e Coreia do Norte contra Estados Unidos, Reino Unido e França, teremos um conflito nuclear que fará a 1a e a 2a Guerra Mundial terem parecido briga de rua perto do estrago que armas atômicas são capazes de causar. Como o grande capital financeiro internacional quer tal guerra, qual o sentido de ficar demonizando os países ameaçados e fazendo coro com a mídia para a agenda manipuladora dos Estados Unidos? Só é a favor da paz quem defende a soberania e autodeterminação dos povos contra qualquer agressão imperialista estrangeira.

Thomas de Toledo
Fonte

Assad foi eleito com 88,7% dos votos com participação de 74% dos eleitores em 2014 e Trump, que foi eleito com 300 mil votos a menos que Hillary, chama Assad de ditador. Repararam que todos os presidentes que lutam contra o imperialismo a mídia chama de ditador? Enquanto isso, chamam de "maior democracia do mundo" um país onde a eleição se resume a um jogo de marketing no qual quem entrar vai fazer as mesmas guerras para enriquecer as mesmas indústrias bélicas. Aliás, quem deu legitimidade a burocratas europeus e estadunidenses, que não foram eleitos, repetirem que "Assad tem que sair" é uma mídia privada que também não foi eleita.

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Fadiga, o que pode ser? - Lair Ribeiro

sexta-feira, 7 de abril de 2017

De nada valem os aprendizados se não mudar as atitudes

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Desenhando o porvir - Visualização Criativa - Caciano Camilo Compostela

> Desenhando o porvir .:.
❝No auge do encantamento juvenil, aos 14 anos de idade, decretei que um dia iria morar em Curitiba, sede da primeira Ordem Rosacruz a que me afiliei. N'época isto era praticamente impossível pela total ausência de condições financeiras, até mesmo para pegar um ônibus até alá. Tudo era um diáfano sonho, uma brincadeira; ainda assim visualizei, projetei a ideia para o Universo e esqueci.
Muitos anos depois, após peregrinar por diversos países, afastar-me da referida Fraternidade, ligar-me a outras e experienciar diferentes 'modalidades' de vida, o antigo desejo adolescente se materializa e sou 'enviado' para Curitiba.
De Ciudad del Este para Curitiba. Não qualquer lugar desta cidade, mas exatamente para o bairro visualizado, num ângulo tal que podia ver de minha janela a cúpula predial do que, outrora, fora meu propósito!
Poderia descrever-lhes três dezenas de situações semelhantes, todas apontando numa única direção:
Aquilo que você deseja e visualiza intensamente hoje, influencia marcadamente teu amanhã.
Assuma portanto o hábito cotidiano sentar-se, respirar profundamente e desenhar com toda força teu porvir.
Esmague os vermes mortíferos da dúvida, indecisão e tibieza sob o martelo contínuo da confiança.
Imprima emoção, sentimento, ânimo, convicção nas imagens que internamente tecer.
Dê vida e movimento à tua visualização.
Alimente o pensamento de que, mesmo sem saber exatamente como, as coisas darão certo e que és agraciado com uma sorte sem tamanho.
Visualize, esboce, programe a semente da Forma-Pensamento em linhas gerais sem preocupar-se demasiadamente com o 'como', 'onde' e 'quando'.
Plante a meta de teu coração no fértil solo do Absoluto em tranquila certeza, sem jamais regá-la com o veneno do 'será?' ou 'talvez'.
Cedo ou tarde, lembre-se ou não, queiras ainda ou nada mais represente pra ti, estás sendo guiado, agora mesmo, na direção de teus mais íntimos, rubros e repetidos anseios.
Não seja apenas perseverante: tenha estratégia e adaptabilidade.
Faça todo o possível.
Trabalhe duro.
Mova 'céus' e 'terra'.
Ficarás verazmente surpreso com a Sincronicidade Cósmica!❞
Caciano Camilo Compostela, Monge Rosacruz.©

Acasos - Caciano Camilo Compostela

Acasos .:.
Recentemente estava num restaurante em Copacabana reunido com M.M, um digno sacerdote da Bruxaria Pagã, quando inesperadamente tropeço na Sincronicidade Cósmica, digo, ela mesma tropeça em mim.
Uma pessoa, um tanto quanto apressada, entra veloz no ambiente e esbarra na cadeira onde estava. Ao receber os formais pedidos de desculpas, noto imediatamente que não se trata de um mero choque do acaso.
O homem em questão era um medalhista olímpico que estava também em visita a cidade. O interessante no ocorrido é que já faziam umas três ou quatro semanas que eu mesmo acompanhava suas opiniões políticas e trabalhos sociais.
Dos 465 brasileiros que participaram dos Jogos Olímpicos/2016, ele era o único que me havia chamado e prendido a atenção pelo conjunto da atuação. Alguém notável pelo seu compromisso comunitário mas, a priori, inacessível; agora ali, de mãos estendidas por obra do destino, numa cidade de 6,32 milhões de habitantes.
Mais uma vez o fato é singelo e a lição grandiosa:
Cedo ou tarde, de uma forma ou outra, silenciosa ou escancaradamente, nossos mais frequentes pensamentos/emoções tomam corpo, forma, materialidade e 'esbarram' em nós!
Fraternalmente,
Caciano Camilo Compostela, MR+C.

domingo, 2 de abril de 2017

Mestre de uma escola de artes marciais em Detroit, nos Estados Unidos, ensina educação sentimental

Mestre de uma escola de artes marciais em Detroit, nos Estados Unidos, ensina educação sentimental

Jason Wilson diz que a ideia é mostrar que é falsa a noção de masculinidade dos filmes, sempre durona e agressiva

"Assim que encontramos uma dificuldade, queremos parar. Sentimos a dor e queremos desistir". Para ajudar crianças a lidar com essa angústia, uma escola de artes marciais ensina também educação sentimental