sexta-feira, 31 de março de 2017

Só por causa da tempestade, floresceu

Você já parou para pensar que cada experiência esconde uma lição e um aprendizado para nossa evolução? Já pensou que até mesmo a dor vem para gente evoluir? Que às vezes aprendemos no amor e outras vezes pela dor? Como você tem reagido? Fica no mimimi e no blá-blá-blá e não aceita? Fica reclamando: ó céus porque comigo! Oh tudo de ruim acontece comigo! Troque o "mimimi" e as indignações por perguntas divina: O que eu preciso aprender com isso? O que posso aprender com essa dor? O que essa situação de desconforto veio me ensinar?

Proibido estacionar na vida

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Não é o que acontece, mas como você reage

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terça-feira, 28 de março de 2017

Considere que uma companhia com quem nós ficamos, continuamente, dia e noite, é nossa mente.

"Considere que uma companhia com quem nós ficamos, continuamente, dia e noite, é nossa mente. Você realmente gostaria de viajar com alguém que ficasse reclamando o tempo todo e ficasse dizendo quão inútil você é, quão sem jeito você é, alguém que lhe lembre de todas as coisas horrorosas que você já fez? Ainda assim, para muitos de nós, esse é o jeito que vivemos – com esse crítico incansável, difícil de agradar e sempre nos rebaixando, essa é a nossa mente. Ela ignora totalmente nossas qualidades e é genuinamente uma companhia muito triste." 

Jetsunma Tenzin Palmo

Que os corações de todos os seres se regozijem

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Se você não descobriu nada pelo qual morreria, não está pronto para viver!

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É a própria mente que seduz para caminhos maléficos

É a própria mente de um homem, e não seu inimigo ou adversário, que o seduz para caminhos maléficos.
Buda

Pergunte. Não suponha

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Ao tocar uma alma humana seja apenas outra alma humana

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segunda-feira, 27 de março de 2017

O Mago e o Milagre da Multiplicação!

> Multiplicação.

❝Consta que um dos maiores Magos do Ocidente, certa feita, teria realizado a 'multiplicação dos pães' saciando fartamente toda uma multidão... quando tomei a palavra para fazer este 'sermão' a uma platéia religiosa em Curitiba, eles não sabiam, mas estava ensinando Magia Prática.

No episódio da multiplicação, não há relatos de que se tenha traçado círculos no chão, emitido fórmulas cabalísticas, evocado espíritos ou conjurado elementais, a 'Magia da Simplicidade' foi a pedra fundamental.

Ele estava sob uma circunstância de carência, falta, deficiência e, ainda assim, agradeceu.

'Ele ergueu os pães aos céus e deu Graças.'

Eis o magno ensinamento!

Mesmo que as circunstâncias estejam momentaneamente aquém de teus ideais, deves:

1ª Agradecer pelo que já tens.

2ª Agradecer pelo que (ainda) não conquistou com o sentimento/emoção de que já o tens. 

3º Acima de tudo, sentir-se (e agir!) em plena comunhão com a abundância universal que sempre lhe reserva, aconteça o que acontecer, o melhor.

A gratidão é muito mais que uma emoção, é um posicionamento, uma atitude de vida que afasta os ventos cinzas da desgraça; não é algo direcionado a uma pessoa, acontecimento ou objeto, mas uma Conexão impessoal, abrangente, múltipla e permanente.❞

Caciano Camilo Compostela, Monge Rosacruz.©

- Por favor, onde é a sala dos Ateus?

- Por favor, onde é a sala dos Ateus?
O luminoso Encontro da Nova Consciência abrigou em sua grade de atividades o 19° Encontro Nacional de Ateus e Agnósticos. Evento que deu-se em fevereiro de 2017 na Paraíba, nos dias de carnaval.
Confesso que, num primeiro instante, considerei um tanto exótico um ciclo de (12!) palestras/debates ateístas em um congresso que reunia múltiplas vertentes religiosas, em seguida veio-me a curiosidade e, por fim, o absoluto encanto.
Em meu caderno de reflexões fiz a seguinte anotação que compartilho com os senhores:
'Quando for em um congresso espiritualista, sente-se ao lado dos Ateus!'
Estive muitíssimo ocupado mas, sempre que possível, reunia-me aos ateus e agnósticos em espírito de sincero aprendizado, silêncio e reflexão. Não me lembro de ter emitido uma única palavra de contradição, ou de qualquer incômodo com opiniões diferentes da minha, muito pelo contrário.
De forma inteligente, elegante, embasada e fraternal os excelentes preletores convidados expuseram seus pensamentos que, muitas vezes, rivalizavam com as teses espiritualistas das quais sou filho, e isto fez-me muitíssimo bem.
É mais que recomendável, é mesmo necessário que, vez por outra, retiremos os óculos de nossas certezas petrificadas para ver o mundo com o olhar do outro. Se não tivermos cuidado, ficaremos cercados apenas de amigos concordantes e não haverá real troca, crescimento, avanço.
Quando for num encontro de espiritualistas e em todas as oportunidades que a vida lhe der, sente-se ao lado, ouça e aprenda com o diferente. É enriquecedor!
Fraternalmente,
Caciano Camilo Compostela, MR+C .:.

Nunca invoque as forças Cósmicas para livrá-lo do que deve ser feito

O problema não é tropeçar, mas apegar-se à pedra

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Reagir é fácil, 'se me empurrar, eu empurro de volta'. Como faço outro movimento? - Monja Coen

"Buda não é uma imagem, é um estado interior. Um estado de percepção clara da realidade. Ver com clareza e poder reagir com discernimento. Como eu respondo a esse mundo? Reagir é fácil, 'se me empurrar, eu empurro de volta'. Como faço outro movimento?" 

Monja Coen

Sempre permaneça aventureiro - Osho

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Silencie-se

Experimente: silencie-se quando a outra pessoa espera que você~e perca a linha... Você vai ver que lindo é!

domingo, 26 de março de 2017

Estamos sempre interpretando

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A meditação não é sobre o que está acontecendo

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Não se apegue ao passado

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Nunca haverá um momento e um lugar ideais

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Há uma grande diferença entre amor e apego

"Há uma grande diferença entre amor — que permite, honra e aprecia — e apego — que segura, exige e quer possuir. Quando apego se confunde com amor, ele na verdade nos separa da outra pessoa. Sentimos que precisamos dessa outra pessoa para ser feliz. Essa qualidade do apego também nos leva a oferecer amor apenas a certas pessoas, excluindo outras."

Joseph Goldstein

Nossas noções sobre a felicidade nos amarram

"Nossas noções sobre a felicidade nos amarram. Esquecemos que elas são apenas ideias. Nossa ideia sobre a felicidade pode nos impedir de realmente sermos felizes. Falhamos em ver a oportunidade para a alegria que está bem na nossa frente quando somos pegos pela crença de que a felicidade deva ter uma forma específica."

Thich Nhat Hanh

sábado, 25 de março de 2017

Aperfeiçoamento do Espírito - Hugo Lapa

APERFEIÇOAMENTO DO ESPÍRITO

Tudo que existe na vida humana é uma prova,
Um teste para nos fazer avançar nas veredas do espírito.
Toda provação sempre tem como objetivo nosso crescimento, desenvolvimento e despertar espiritual.
As crises têm como única finalidade nossa transformação íntima.
As dificuldades sempre visam a superação dos obstáculos.
Os bloqueios tem como objetivo a libertação dos limites humanos.
Os fardos que carregamos são constantes exercícios para aumentar nossa força interior.
A solidão avassaladora nos permite o encontro conosco mesmos.
Os buracos que desviamos nos ajudam a reencontrar o caminho certo.
As quedas da vida são sempre uma descida do castelo de cartas da ilusão…
Para o chão estável, firme, seguro e permanente da realidade universal.
Não reclame da dor do tombo na terra, pois é ela que te confere a noção do real…
E te mostra a dimensão do teu afastamento anterior da verdade.
Tudo na existência tem um significado,
E este sentido supremo é sempre o aperfeiçoamento do espírito
Em sua constante peregrinação rumo a Deus.

A habilidade de manter a boca fechada

sexta-feira, 24 de março de 2017

Viver e morrer - Hugo Lapa

VIVER E MORRER

Tudo o que vive, morre… e tudo o que morre, renasce.

O nascimento também é uma morte: a morte da condição do útero. A infância é a morte do bebe. A adolescência é a morte da criança… É quando chega a puberdade e outras transformações. A idade adulta é a morte da juventude, seus prazeres, sua revolta, seus sonhos, seu despojamento. A velhice é a morte da idade adulta. A morte do corpo físico é o fim da vida e o início de uma outra forma de vida ainda incompreensível para nós.

A morte não é um fim, mas sempre uma transição, seja no sentido orgânico, seja no sentido emocional, seja no sentido da ascese. Deixar o passado morrer é essencial para que o nascimento possa ocorrer no presente. Há sempre uma morte e um nascimento ocorrendo a todo momento. Cada expiração é uma morte e cada inspiração é um nascimento que consolida a continuidade da vida no corpo físico. Nossas células morrem a cada segundo, fazendo outras nascerem e garantindo a perpetuação do existir orgânico. Em sete anos todas as células do nosso organismo já morreram e renasceram. Você já é completamente outro, apesar de ser a mesma pessoa.

A semente morre para deixar que a plantinha nasça. A lagarta morre para fazer nascer a borboleta. Os idosos morrem para dar lugar aos mais jovens. A primavera morre para dar lugar ao verão; o verão dá lugar ao outono e o outono morre e logo vem o frio do inverno. O inverno também morre, para abrir espaço a uma nova primavera. A fruta morre e cai da árvore, para que suas sementes façam brotar uma nova árvore. Tudo morre para dar lugar a outra coisa. Tudo acaba para que algo possa não acabar. O fim chega para que um novo início possa acontecer. A vida se perpetua num constante morrer e renascer, finalizar e recomeçar, esgotar e renovar, perecer e novamente brotar.

A morte de um ente querido ou alguém que muito amamos pode também provocar uma morte interior, uma morte emocional, bastante difícil de superar. Essa morte nos obriga a rever nossa vida e a renascer, caso se queira manter nossa saúde mental e psíquica. A morte de um relacionamento também pode nos fazer morrer um pouco por dentro. A separação é uma morte terrível para muitos. A saída de um filho de casa é outra forma de morrer. Essa morte interna pode ser mais ou menos devastadora dependendo do grau de afeto, valor ou vitalidade que doamos ao outro, ao relacionamento ou a algum desejo, sonho ou situação. Vivemos 30 anos com o outro, e quando ele parte, não conseguimos mais viver. Nossa vida estava tão atrelada a vida do outro que morremos um pouco quando nosso relacionamento morre. O abandono é outra forma de morte, quando somos rejeitados por outra pessoa. A expectativa e a frustração é outra forma de morrer. É preciso entender que toda morte traz sempre uma possibilidade de vida nova… e não um fim, um encerramento de algo.

Morrer é terminar uma coisa e iniciar outra. Morrer é deixar o passado e fazer nascer o presente, o agora, em nossa existência. Morrer é decretar o fim de uma fase de nossa vida e abrir o coração para o surgimento do diferente, da novidade, da renovação, da revisão, da vida em um outro nível de sentir, pensar e existir.

Se você vai morrer ou renascer depende sempre para que lado você vai olhar. Você pode lançar os holofotes para o que foi, para o que já morreu… e morrer junto com o que não existe mais. Ou então você pode deixar o sol bater sobre o novo, sobre o espaço aberto pela morte; lançar o olhar sobre o que vem, sobre o que se abre, sobre o inédito, sobre o desconhecido que tanto tememos, sobre a regeneração de nós mesmos.

Você já morreu muitas vezes e renasceu em todas elas. Morre apenas quem fica preso ao que passou. Morre quem não quer largar o antigo… E vive aquele que sabe deixar passar o que, em verdade, já foi. Morre aquele que não quer largar o que tem que acabar… Morre quem não admite perder o que já não mais se possui, ou talvez nunca tenha possuído.

Dessa forma, morra e deixe morrer… No entanto, siga o fluxo da vida, desapegue-se, desprenda-se, solte o que já foi… E deixe sua vida renascer.

O cultivo do desapego - Krishnamurti

Só existe apego; não existe tal coisa como desapego. A mente inventa o desapego como reação à dor do apego. Quando você reage ao apego se tornando “desapegado”, está apegado a alguma outra coisa. Então o processo único é o apego. Você é apegado à sua esposa ou seu marido, aos seus filhos, a ideias, tradição, autoridade, e assim por diante; e sua reação a esse apego é desapego. O cultivo do desapego é o resultado de sofrimento, dor. Você quer fugir da dor do apego, e sua fuga é encontrar alguma coisa a que você ache que pode se apegar. Então só existe apego, e é uma mente estúpida que cultiva o desapego. Todos os livros dizem, “Seja desapegado”, mas qual é a verdade da questão? Se você observar sua própria mente, verá uma coisa extraordinária que pelo cultivo do desapego, sua mente está se tornando apegada a alguma outra coisa.

J. Krishnamurti, The Book of Life

A ansiedade vem da nossa incapacidade de viver o momento presente

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Plantas invasoras ou inços - Ana Primavesi

Plantas invasoras ou inços são plantas indesejadas no lugar onde aparecem. Assim, capim-colonião é invasor em cana de açúcar e mamona é no milho. Portanto, podem até ser plantas de cultura e não necessariamente plantas nativas.
Antes de combater uma invasora, deve-se considerar o seguinte: cada planta que aparece espontaneamente é um ecótipo. “Ecótipo” significa uma planta que se sente bem neste local porque encontra todas as condições que ela gosta e que lhe permitem crescer e multiplicar. Portanto, é uma planta que indica algo, uma planta indicadora. Pode indicar uma condição física como, por exemplo, terra dura, como o fazem o capim-seda ou a guanxuma. Pode indicar a falta de algum mineral nutritivo, como o fazem o Nabisco ou o nabo-brabo no trigo, avisando que falta boro e manganês, ou o amendoim-brabo na soja, que indica falta de molibdênio. Pode indicar terras alcalinas como a Artemísia o faz. Pode mostrar o excesso de algum nutriente, como o fazem a papoula, que indica o excesso de cálcio, e a samambaia, que somente cresce em terras com alumínio tóxico elevado. Pode indicar camadas duras no subsolo: assim, o capim-rabo-de-burro indica uma camada represante em 80 a 100 cm de profundidade, enquanto o capim rabo-de-coelho mostra uma camada represante mais superficial.
Se predominam beldroegas ou pertulacas, é porque há períodos de seca muito intensos. E onde dominam as juremas é seco mesmo, indicando uma região árida.
Assim, cada invasora indica alguma coisa: basta interpretar a mensagem. Mas ao mesmo tempo que indica alguma coisa, também é sanadora desta “irregularidade” que a natureza não considera normal. Portanto, cada invasora é também uma “planta sanadora”. Não acredita?
Bem, o que faz um agricultor que arruinou sua terra a qual não consegue dar mais colheitas compensadoras, nem com muito adubo, veneno e irrigação? Abandona a terra. E o que é abandono? É entregar a terra à “mãe natureza”, e esta a enche de plantas nativas, que nas lavouras eram consideradas invasoras. E estas, por sua vez, recuperam a terra. Conforme a situação e a região, a terra fica novinha em folha em oito, quinze ou vinte anos. Então, o agricultor a pega novamente para estragá-la, cultivando sem maiores cuidados.
Recuperam-se canaviais em declínio, sem esperança, simplesmente diminuindo o espaço de plantio de 1,5 a 1,0 m. O terço de terra que agora sobra entrega-se à natureza, que a cobre com rica vegetação nativa. Em três anos existirá aqui uma terra boa.
Em reflorestamentos no cerrado que não querem se desenvolver satisfatoriamente, deixa-se crescer em cada segunda entrelinha a vegetação do cerrado. Em três ou quatro anos, troca-se a entrelinha e derruba-se o cerrado crescido, deixando-o agora crescer na entrelinha alternativa.
Em terras agrícolas mais ou menos boas, aparecem invasoras pouco agressivas, como o picão-preto (Bidens pilosa), a beldroega (Portulaca oleracea), o mentrasto (Agarathum conyzoide), a erva-tostão ou pega-pinto (Boerhavia hirsuta), diversos carurus (Amaranthus spp), serralha (Sonchus oleraceus), arnica-do-campo (Porophyllum ruderola) e outras.
Em parte nem carece combate-las. Se não prejudicam a cultura nem dificultam a colheita, não se tem razão por que querer erradica-las. Assim, o picão-preto não prejudica a cultura de milho e a beldroega não faz mal à soja, nem dificulta sua colheita. No combate das invasoras deve sempre dominar o bom senso.

quinta-feira, 23 de março de 2017

Examine suas próprias atitudes mentais

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Eu não sou todo mundo

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Não absorva rancor.

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O ponto fraco de praticamente todo ser humano é a crença

O ponto fraco de praticamente todo ser humano é a crença. Seja uma crença religiosa, filosófica, científica ou política, ela é uma caverna platônica, disfarçada de porto seguro. A pessoa se prende a esse grilhão mental e é capaz de cometer as piores barbáries para defendê-la. Sócrates tinha razão, mas haja maiêutica pra fazer as pessoas acordarem. O que escrevem os pensadores pode ser dolorido. Mas ajuda no parto. Lembrem-se de Heráclito: tudo muda, tudo está mudando. Se nem os astros estão fixos no céu por que não assumir que é melhor ser uma metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo?

A escolha certa é a que acalma o coração

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O que é Karma? (melhor definição)

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Solta pra poder voar mais alto!

Dor
Pena
Raiva
Medos

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Na adversidade - Ayrton Senna

Na adversidade, uns desistem, enquanto outros batem recordes.
Ayrton Senna

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Desanime não... Existirá muitas flores em seu quintal.

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O outono me fez lembrar uma história - Ana Helena Tavares

"O outono me fez lembrar uma história. Certa vez, passeando por Copacabana, avistei uma jaqueira. Como jaca me lembra minha infância, parei e fiquei olhando. Mas não gravei o nome da rua. Voltei meses depois a Copacabana e perguntei a alguns pedestres: 'onde é aquela rua da jaqueira?' Ninguém sabia. Teve uma que me olhou espantada: 'Moro há anos aqui e nunca vi nenhuma jaqueira'. Segui caminhando e achei melhor olhar cada árvore, em vez de perguntar aos humanos, sempre tão apressados e sem tempo. Consegui rever a jaqueira e vi que fica na rua Bolívar. A quem interessar possa, as jacas devem estar maduras." 
Ana Helena Tavares

"Você não vai agradecer Jesus?" - Thomas de Toledo

Nos tempos de mestrado, morava ao lado de uma família evangélica que, vez ou outra, me convidava para almoçar com eles. Apesar de a comida ser boa, incomodava-me o fato de eles rezarem pra Jesus para agradecer ao alimento. Refletia: o que diabos Jesus tinha a ver com aquela comida? Ainda mais que como estava estudando economia, minha racionalidade andava mais aguçada do que o habitual. Um dia decidi convida-los a almoçar em casa. Aí agradeci em primeiro lugar à Mãe-Terra por ter germinado as sementes do arroz, do feijão e da mistura. Agradeci ao Pai-Sol por ter feito todo o processo de fotossíntese para essas plantas desenvolverem-se. Dei gratidão à água por ter regado tais plantas, ao adubo, e para não esquecer as aulas de Economia Política sobre o fetichismo da mercadoria, fiz a gratitude ao agricultor, ao transportador e ao feirante. Aí eles esperavam alguma coisa e perguntaram-me: "você não vai agradecer Jesus?". Respondi com muita bondade: "vejam bem, se Jesus estivesse aqui e tivesse transformado a água em vinho, multiplicado os pães e peixes, eu o agradeceria com prazer; mas como Jesus não participou do ciclo biológico das plantas ou da cadeia produtiva do alimento, agradecer a Jesus seria injustiça com Hermes, Buda, Krishna, Mohammed e Zoroastro que foram referências em suas religiões mas que também não participaram do processo". Eles comeram em silêncio e nunca mais me convidaram para almoçar com eles.

Ontem, postei um texto dizendo que quando ia almoçar na casa de evangélicos, ouvia quieto suas rezas, mas quando os convidei para irem em casa, agradeci ao Sol, à Terra e aos agricultores, sem mencionar Jesus. Fui chamado de intolerante, de arrogante, disso e daquilo. Só por que em minha casa apresentei uma forma diferente de olhar a realidade? Deixemos claro uma coisa: em casa, cada um cultua ou deixa de cultuar o que escolher. Não é por que vivemos num país onde a maior parte das pessoas segue a crença num determinado messias, que somos obrigados a render-nos a isto. Não sou cristão, não sou judeu e não sou muçulmano e nada do que os profetas dessas crenças fala me toca. O Deus Todo-Poderoso que venero chama-se Sol, a fonte de toda energia viva, e a Deusa Toda-Amorosa chama-se Terra, que acolheu a vida de todos nós. Ah, mas isso é paganismo politeísta? É sim! Prefiro acreditar em Deuses que sei que existem do que crer em um só, apenas por que está escrito num livro. Podem também chamar isso de ateísmo materialista. Deem o rótulo que quiserem, mas não venham tentar fazer comigo o que já fizeram nos últimos 2 mil anos e que escureceu a mente da humanidade.

Thomas de Toledo

Quem olha pro presente vive

Quem olha pro passado vive com saudade
Quem olha pro futuro vive com ansiedade
Quem olha pro presente vive

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Às vezes não há próxima vez

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O verdadeiro amor é a energia natural da mente estabilizada

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terça-feira, 21 de março de 2017

O golpe deu mais um passo rumo à ditadura

Hoje, com a intimidação ao blogueiro Eduardo Guimarães, o golpe deu mais um passo rumo à ditadura e à proibição da liberdade de expressão. A economia nacional e suas grandes empresas estão sendo varridas do mercado e os três patéticos Temer, Alckmin e Dória prometem entregar tudo aos estrangeiros a preço de banana. Retrocede-se em direitos trabalhistas e previdenciários, rumo a um neoescravismo. Retira-se orçamento da saúde, da educação e da previdência para engordar banqueiros e tornar o povo doente, ignorante e pobre. Setores do judiciário e de órgãos de Estado agem acima da lei e a mídia que apoiou o golpe pauta o que pode e o que não pode falar. Temer é blindado enquanto submete-se à agenda econômica do golpe e os deputados e senadores que integram qualquer lista de delação, real ou imaginária, terão uma minúscula sobrevida enquanto agirem de acordo com o comando golpista. Agora a arapongagem, grampo, espionagem e coleta de dados está onipresente e até a tortura psicológica está liberada na indústria da delação. Mas assim que terminarem o trabalho sujo, cada dedo duro será descartado como papel higiênico, num espetáculo que consagraria a "neutralidade" dos golpistas perante o único mal dá nação: a corrupção, que é combatida às custas da volta da escravidão e da colônia. Revoltas e panelas? Por enquanto, a Globo não mandou ninguém se fantasiar de pato amarelo. Mas quando perceberem sua cumplicidade no golpe, os patinhos terão uma crença a que se apegarem: tudo foi culpa de Lula e Dilma e a ditadura salvou o Brasil do comunismo. Vai faltar comida no prato, mas sobrará televisão. Contudo, lembrem-se de que 1964 foi sucedido por 1984 e depois que apertou no bolso e no estômago, todo reacionário virou progressista e até ditador virou democrata. Só espero que depois dos erros dos trabalhistas em 1964 e dos petistas em 2016, a esquerda do futuro não os repita quando parecer que tudo voltou ao normal. Mas essa esquerda do futuro começa a ser forjada no presente. No calor da luta.

Estar plenamente atento é...

"Estar plenamente atento é estar totalmente presente no que estamos fazendo. Se você está bebendo chá, apenas beba o seu chá. Não beba suas preocupações, seus projetos, seus arrependimentos. Quando você segura sua xícara, você pode apreciar sua respiração, e trazer sua mente de volta ao seu corpo, pare o seu pensamento e tornar-se plenamente presente. Nesse momento, você se torna real e a xícara de chá se torna real. Neste estado de verdadeira presença e liberdade desfrute simplesmente de beber o seu chá."
Thich Nhat Hanh

O mundo precisa de mais Alexandre, o Grande e menos Constantino "o grande"

O mundo precisa de mais Alexandre, o Grande e menos Constantino "o grande". Alexandre tratava com respeito as culturas religiosa dos países que conquistava e libertava países sob ocupação persa; Constantino destruía-as para impor a sua crença e colocava países sob domínio romano. Alexandre transformou sua religião, o Helenismo, numa espiritualidade flexível, capaz de sincretizar-se com as outras e conviver com elas sem conflitos; Constantino transformou sua religião, o Cristianismo, numa crença dogmática, inflexível e sectária para ser um instrumento do Império. Alexandre construía cidades e nela instalava bibliotecas, teatros, hipódromos e templos a todos os Deuses e Deusas; Constantino, em suas cidades, construía basicamente basílicas e igrejas somente ao Deus da crença dele. A principal cidade que Alexandre criou foi Alexandria, relembrada por sua biblioteca onde floresciam estudos científicos de grande valor até hoje e com um comércio marítimo pujante que atraía navegadores por seu monumental farol; já a principal cidade de Constantino foi Constantinopla, símbolo da divisão do mundo entre Oriente e Ocidente, num conflito inútil que ainda nos dias atuais flagela a humanidade. Não por outro motivo, a era que sucedeu Alexandre foi conhecida como Idade do Ouro e a era que sucedeu Constantino ficou conhecida como Idade das Trevas. Viva Alexandre, o Grande! Detalhe adicional: o mentor de Alexandre foi ninguém menos do que Aristóteles e de Constantino foi o bispo de Roma, futuro papa.

O que quer que você seja - Osho

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A maior descoberta de todos os tempos

A maior descoberta de todos os tempos é que uma pessoa pode mudar seu futuro simplesmente mudando suas atitudes.

Muitas pessoas se apaixonam pelas flores, não pelas raízes

"O problema é que muitas pessoas se apaixonam pelas flores, não pelas raízes. Quando chega o outono, não sabem o que fazer  ..." 🍃🍂🍁

Recebi pelo whatsapp, não sei autoria.

segunda-feira, 20 de março de 2017

Foco na solução

Quanto mais tempo você se concentrar no erro, mais você se afastará da solução. Em uma cultura que ainda tem dificuldade em encarar erros como etapas naturais de um processo de aprendizagem, pensar, falar, enfim, viver o erro só lhe fará sentir-se culpado.

Quantos problemas conseguimos resolver quando focamos na solução?

Você consegue. Seja lá o que for.

Aos 24, Stephen King era zelador e vivia em um trailer.

Aos 27, Vincent Van Gogh falhou como missionário e decidiu ir para a escola de arte.

Aos 28, J.K. Rowling era uma mãe solteira suicida vivendo de bolsa auxílio.

Aos 30, Harrison Ford era carpinteiro.

Aos 37, Ang Lee era um pai caseiro que trabalhava em bicos.

Stan Lee não lançou sua primeira história em quadrinhos até completar 40 anos.

Samuel L. Jackson não conseguiu seu primeiro papel em um filme até completar 46 anos.

Morgan Freeman estreiou seu primeiro grande filme aos 52 anos.

Grandma Moses não começou sua carreira como pintora até completar 76 anos.

Seja qual for seu sonho, não é tarde para realizá-lo. Você não é um fracasso por não ter conseguido fama e fortuna aos 21. Quer dizer, está tudo bem mesmo que você nem saiba qual é seu sonho ainda.

Nunca diga a si mesmo que você é velho demais para isto.

Nunca diga a si mesmo que você perdeu a chance.

Nunca diga a si mesmo que você não é bom o suficiente.

Você consegue. Seja lá o que for.

A mudança de um único hábito pode transformar toda uma vida

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Eu libero o passado que não saiu como o planejado

O mantra para hoje é: “Eu libero o passado que não saiu como o planejado e eu avanço para um novo dia e um caminho melhor”.

Ao cometer um erro e não reconhecê-lo

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