quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Karma / Carma

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domingo, 24 de novembro de 2013

412 livros de Chico Xavier para download gratuito

Lista de livros em ordem cronológica
Lista de livros em ordem alfabética
Lista de livros por autor espiritual
Bônus: Mensagens na voz de Chico Xavier

Fonte: recebi por e-mail.

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segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Lembranças de Outra Encarnação

A menina com problemas de aprendizagem

Este é o caso de uma menina que quando ainda estava no jardim de infância, passou um momento difícil com as letrinhas.

O fato é que ela misturava as letras de um modo estranho. Ela trocava B com V e  H com N. A menina teimava que ela estava certa e o mundo, errado. A situação foi tão curiosa que a professora não sabia como essas letras poderiam confundir a criança. A professora chamou a mãe e explicou o caso, fez perguntas, mas nem mesmo a mãe dela sabia porque ela misturava tudo. Então, em uma certa noite, a mãe dela estava “brincando de ler” um livrinho.

“Ela ficava me perguntando o som das letrinhas. Ela não parava de dizer: “Eu não me lembro delas.”  Mostrei-lhe um H e perguntei a ela se  lembrava aquela. Ela balançou a cabeça e disse, com confiança, que sim. Para ela aquela letra fazia o som  de ‘N’.

Ao ver as letras do alfabeto, a menina disse que faltavam letras. A mãe achou aquilo estranho,  e perguntou a ela  o tipo de cartas que ela achava que havia e ela desenhou algumas:

”Tem mais do que isso, também” – disse ela.

A mãe assustada, ao se deparar com a filha pequena escrevendo em cirílico perguntou onde ela aprendeu aquelas letrinhas.

- “Vlad me ensinou antes de desaparecer.” – Ela disse, lacônica como toda criança pequena.

A mãe então perguntou a ela  quem era Vlad.

A menina, para espanto da mãe, disse que ele era seu irmão. (nota: a garotinha não tinha irmão) Ela disse que Vlad ensinava ela a escrever. Mas então ele desapareceu.  ”E no dia seguinte, um homem veio e matou a nossa família”.

Imagina o susto que essa mãe levou? Como explicar um caso desses?

Atualmente, na Universidade de Virgínia, uma das mais prestigiosas universidades públicas dos Estados Unidos,  pesquisadores da área de saúde mental dedicam-se (já há décadas) a investigar esse estranho fenômeno.  À frente da Divisão de Estudos da Personalidade está o mais famoso pesquisador sobre o assunto, o já octogenário Ian Stevenson. Seus livros e textos em publicações científicas descrevem casos de crianças que se recordariam de vidas passadas e de pessoas com marcas de nascença que teriam sido originadas por cicatrizes de existências anteriores.

Stevenson e sua equipe avaliam casos de reencarnação da forma que consideram a mais acurada possível. Fazem entrevistas, confrontam a versão narrada com documentações, comparam descrições com fatos que só familiares da pessoa morta poderiam saber. Por tudo isso, ele se tornou um dos maiores responsáveis por ajudar a deslocar – ainda que apenas um pouco – o conceito de reencarnação do campo da fé e do misticismo para o campo da ciência.

O professor Jim B. Tucker, da Divisão de Estudos da Personalidade do Departamento de Psiquiatria da Universidade da Virgínia, estuda e atende casos de depressão e outros distúrbios em crianças e adolescentes. Tem especial interesse por casos de crianças que alegam ter lembranças de vidas passadas. Ele mesmo alega ter visto (ao vivo) muitos casos, e tem cerca de 2500 casos já estudados e catalogados de lembranças de outras vidas.
Segundo ele, a mais forte evidência envolve declarações documentadas que alguma criança tenha feito e que se provaram verdadeiras em relação a uma pessoa que viveu a uma distância significativa. O dr. Jünger Keil (pesquisador da Universidade de Tasmânia, na Austrália) investigou um caso na Turquia no qual um garoto deu muitos detalhes sobre um homem que tinha vivido a 850 quilômetros e morrido 50 anos antes de o menino ter nascido.
Como ele poderia saber?

Eis o mistério.

A criança que reconheceu sua família inteira da vida anterior

Um dos casos mais classicos é o de Swarnlata Mishra, uma menina nascida em 1948 de uma rica família da Índia. A história é descrita em um dos livros de Stevenson, Twenty Cases Suggestive of Reincarnation (“Vinte Casos Sugestivos de Reencarnação”, sem versão brasileira), e se assemelha a outros registrados pelo mundo sobre lembranças reveladoras ocorridas, principalmente, na infância. Mas, ao contrário da maioria, não está relacionado a mortes violentas, confrontos ou traumas.
A história de Swarnlata é simples. Aos 3 anos de idade, viajava com seu pai quando, de repente, apontou uma estrada que levava à cidade de Katni e pediu ao motorista que seguisse por ela até onde estava o que chamou de “minha casa”. Lá, disse, poderiam tomar uma xícara de chá. Katni está localizada a mais de 160 quilômetros da cidade da menina, Pradesh. Logo em seguida, Swarnlata começou a descrever uma série de detalhes sobre sua suposta vida em Katni. Disse que lá seu nome fora Biya Pathak e que tivera dois filhos. Deu detalhes da casa e a localizou no distrito de Zhurkutia. O pai da menina passou a anotar as “memórias” da filha.
Sete anos depois, em 1959, ao ouvir esses relatos, um pesquisador de fenômenos paranormais, o indiano Sri H. N. Banerjee, visitou Katni. Pegou as anotações do pai de Swarnlata e as usou como guia para entrevistar a família Pathak. Tudo o que a menina havia falado sobre Biya (morta em 1939) batia. Até então, nenhuma das duas famílias havia ouvido falar uma da outra.
Naquele mesmo ano, o viúvo de Biya, um de seus filhos e seu irmão mais velho viajaram para a cidade de Chhatarpur, onde Swarnlata morava. Chegaram sem avisar. E, sem revelar suas identidades ou intenções aos moradores da cidade, pediram que nove deles os acompanhassem à casa dos Mishra. Stevenson relata que, imediatamente, a menina reconheceu e pronunciou os nomes dos três visitantes. Ao “irmão”, chamou pelo apelido.
Semanas depois, seu pai a levou para Katni para a casa onde ela dizia ter vivido e morrido. Swarnlata, conta Stevenson, tratou pelo nome cada um dos presentes, parentes e amigos da família. Lembrou-se de episódios domésticos e tratou os filhos de Biya (então na faixa dos 30 anos) com a intimidade de mãe. Swarnlata tinha apenas 11 anos.
As duas famílias se aproximaram e passaram a trocar visitas – aceitando o caso como reencarnação. O próprio Stevenson testemunhou um desses encontros, em 1961. Ao contrário de muitos casos de memórias relatadas como de vidas passadas, as da menina continuaram acompanhando-a na fase adulta – quando Swarnlata já estava casada e formada em Botânica.

Mãe, eu morri!

Uma mãe conta que estava perto de sua filha de 3 ou 4 anos de idade quando ela se virou para a mãe e disse essa frase assustadora.

É estranho isso sair da boca de uma criança. Mais incrível ainda foi a calma com que a mãe se abaixou e pediu para ela explicar direito como ela “morreu”.

A menina disse que suas irmãs e irmãos eram chamados  ”Imp” e que ela dormia em uma cama dura e tomava banhos frios, que ela tinha um “pé engraçado” e que ela perdeu Maggie. Ela então passou a dizer:

“Os homens nos levaram para o quarto escuro e fui “bang- bang-bang”. Eu caí e minha cabeça doía, e então eu estava no céu com Nicky”.

A menina tinha memorias confusas, e  não disse muita coisa, exceto que Nicky era seu irmão mais velho. Certamente que o  bang, bang, bang, eram tiros de alguma arma. A mãe conta que hoje a menina já tem 16 anos e ainda fala sobre coisas como estas, mas em seu sono. “Certa vez, ela falou em russo fluentemente”.

Há um interessante documentário que trata deste assunto, que gostaria de dividir com vocês:

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quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Espiritismo no programa Encontro de Fátima Bernardes 29/10/2013

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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Sozinho? 93 - Ação da Prece


só discordo de uma coisa. nem sempre a bebida é destruidora... só não pode beber demais.

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quinta-feira, 30 de maio de 2013

Maria Teodora Ribeiro Guimarães - Tempo de Amar - A trajetória de uma alma - Relatos de Terapia de Vida Passada 2000

Com ligeiras variantes, a trajetória dos humanos é tão similar! Lá estivemos nós, como o Leo dessa história, como magos da sombra, querendo impor-nos a todo custo; enganamos, matamos, torturamos, reinamos, servimos, fomos egoístas e indiferentes, orgulhosos e tirânicos. Afundamos com a Atlântida, cavalgamos nas estepes, tomamos o sol do Nilo, fomos vencidos e vencedores, singramos todos os mares, sacrificamos a muitos deuses; fomos nobres e mendigos, andarilhos e guerreiros, sacerdotes e ladrões; eventualmente salvamos vidas, mas muito mais vezes as tiramos; sofremos bastante, mas muito mais fizemos sofrer. E, se estamos lendo este relato, muito provavelmente já conseguimos chegar ao ponto de mutação em que a casca mais dura de nosso orgulho/inconsciência foi substituída pela membrana semipermeável à fraternidade. Em histórias como a de Leo, nosso espírito vence junto, mais uma vez; e se delicia com a riqueza das narrativas, que cobrem milhares de anos e cenários de vários continentes.

Esta não é apenas a história verídica e fascinante das existências de um paciente de Terapia de Vida Passada.
A história de Leo — que se desdobra ao longo de mais de 100 séculos — é a história da humanidade neste planeta. De civilizações perdidas no tempo, que os personagens de Leo ajudaram a soterrar, aos tempos atuais, conhecemos de tudo: homens cruéis, mulheres tolas e fúteis, bárbaros e bruxos de todos os tipos. Da Atlântida à Europa, passando pelo Oriente e pelas Américas, ricos representantes da história da humanidade compuseram o quadro dessa vida.
A fantástica vida de um espírito e seus maravilhosos personagens, todos cheios de verdades, de emoções, de defeitos, de paixões e tudo o mais que compõe a vida do homem sobre a Terra. E entre cada vida, ele nos leva em percursos pelo mundo espiritual — um mundo de fantásticas surpresas mas de uma lógica irretocável, onde cada personagem construía para si o lugar onde ia habitar após a morte.
É a própria evolução das civilizações, na dança do espírito pelos diversos corpos e situações, em seu aprendizado no caminho do amor, única forma de encontrar a felicidade.
A drª. Maria Teodora Guimarães, psiquiatra que trabalha há mais de vinte anos com terapia de vida passada, e um dos expoentes dessa especialidade no Brasil, relata com precisão e riqueza de detalhes, em estilo cativante, essa história que é um dos mais impressionantes depoimentos de TVP já publicados. E que é, sobretudo, uma história para prender o leitor da primeira à última página.

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Duas Vidas - Antonieta V. Meyer / Virgínia (espírito)

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sexta-feira, 10 de maio de 2013

Tim e Vanessa - Aos Pés do Monte

Um sentimento me ronda
Não sei dizer, tudo é novo pra mim
Meu coração se renova
Sinto a esperança invadir o meu ser
Quero ser manso, ser limpo, ser justo
E pobre de espírito ser

Tua palavra me sonda
Me conta do Reino que espera por mim
Eu te ofereço meu pranto
As dores da alma que quer renascer

Eu ouvi tua voz
Teu falar me encantou
Quis seguir, caminhar
Quis saber pra onde vou
Eis-me aqui
Minha dor serenou.

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segunda-feira, 22 de abril de 2013

Bruno J. Gimenes - Sintonia de Luz - A Consciência Espiritual no Século XXI 2011


Somos obrigados a espiritualizar-nos?
Claro que não! Vivemos no planeta do livre-arbítrio. Essa lei universal, que é irmã da lei da ação e reação, também conhecida como lei do carma. Não somos obrigados a nos espiritualizarmos, mas somos necessariamente conduzidos no rumo da evolução, somos empurrados. A decisão de não nos espiritualizarmos gera uma consequência (reação), que é a ignorância, o grande mal da humanidade. Dessa forma, a pessoa que não busca elevar a sua consciência, acerca de sua existência, também padece com a ignorância e miopia espiritual. Espiritualizarmo-nos é algo tão natural que está embutido na nossa jornada evolutiva. Imagine um aluno na escola: ele pode não querer estudar para passar de ano, certo? Sim, mas, se ele quiser avançar nos seus estudos e um dia se formar, vai precisar estudar e passar em todos os exames. Ainda assim, se essa não for sua vontade, tudo bem, ele tem livre-arbítrio. Só quero dizer que parece sensato o fato de estudar sempre, para seguir evoluindo e tornando-se alguém melhor a cada dia.

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Sozinho? 01 Bebidas Alcoólicas e 02 Ambiente de Bar

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quinta-feira, 14 de março de 2013

Espírito Ângelo Inácio, Trilogia O Reino Das Sombras - Psicografado por Robson Pinheiro 2006 2008 2010

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quarta-feira, 13 de março de 2013

Bruno J. Gimenes orientado pelo espírito Cristopher - Ativações Espirituais: Obsessão e Evolução Pelos Implantes Extrafísicos 2011

Sinopse:
Muitas pessoas nem imaginam que estão sendo obsediadas por um sofisticado sistema organizado por especialistas das sombras, entidades espirituais perversas, verdadeiros mestres da maldade que sustentam tecnologias inimagináveis aos olhos humanos. Tudo a serviço dos planos inferiores da dimensão espiritual.
Nesta obra, o autor, juntamente com os orientadores espirituais, relata o trabalho da luz e das sombras no ambiente extrafísico da Terra. Uma queda de braços está acontecendo desde o início dos tempos, onde o bem e o mal se enfrentam para decidir quem sairá vencedor, mas, no cenário atual, novas possibilidades apontam que a luz finalmente pode levar vantagem, tudo dependerá do papel de cada um de nós.

Trechos:
Ele não apenas estendeu a mão na direção de um livro pretendido, mas mergulhou em direção a ele. Foi um fenômeno tão lindo que chamou muito a minha atenção. Fiquei chocado, apenas observando aquele show perante os meus olhos. Dessa forma, Cris mergulhou com o corpo quase que inteiro na direção daquilo que parecia ser um livro. E nesse tempo um tipo de luz líquida branca levemente azulada envolveu todo o seu corpo.
Quando nos colocamos como canais da Vontade Divina aflora um sentimento de que estamos fazendo a coisa certa, o que nos proporciona um sentimento maravilhoso, sem igual!
Todo ser humano passa por um processo de evolução espiritual consciente, alguns chamam de reforma íntima, outros de purificação espiritual, já outros de elevação da consciência; o homem do século XXI já começa a perceber que tem uma tarefa espiritual a cumprir e que tudo indica ser a evolução das emoções; melhor dizendo, a transmutação dos sentimentos densos em sublimes.
A raça humana já começa a mostrar que está compreendendo, ainda que lentamente, a necessidade de crescimento consciencial; todos começam a buscar mudanças que os façam mais felizes. E para serem mais felizes precisam ser mais equilibrados. Para serem mais equilibrados precisam HARMONIZAR SUAS EMOÇÕES, esse é o ponto. Não importa o nome que desejamos dar, a humanidade começa a compreender que as emoções densas precisam ser eliminadas.

Uma "simples" noite de carnaval por exemplo pode ativar negativamente na atmosfera uma quantidade tão grande de fluidos densos que são capazes de desequilibrar os sentimentos de uma grande população por vários meses. Assim acontece em um baile funk, numa festa de música eletrônica ou em reuniões sociais ou populares em que os princípios morais elevados não se façam presentes. - Assim fica evidente mais uma vez a necessidade que o homem tem de conhecer plenamente as consequências de seu descaso espiritual, bem como saber que sua negligência não gera efeitos nefastos apenas para si, mas para o mundo todo.

As emoções, os sentimentos e os pensamentos são energias que geram ondas vibratórias, portanto, produzem impulsos. Tudo que percebemos ou consideramos pela nossa consciência gera uma massa de energia com forma sutil que não é visível a olhos nus. Cada emoção dá forma a uma massa de energia. É pela resultante dos pensamentos e sentimentos das pessoas que essa concentração invisível se forma na atmosfera. O controle desse fator é importante para garantir a harmonia mental e emocional do planeta e dos planos sutis relacionados. - Uma vez que os níveis fiquem elevados acima do aceitável podem desencadear ocorrências negativas alarmantes, como histerias coletivas, suicídios em massa, acidentes de trânsito acima do normal, tragédias, casos de violência além da média, badernas generalizadas, assaltos em massa, além da ação desgovernada dos grupos Elementais. Pode-se dizer que quando os níveis de densidade do psiquismo ficam acima do tolerável a Terra sofre uma grave e danosa intoxicação por fluidos nefastos que depreciam demasiadamente a angelitude da alma humana, proporcionando um declínio aos mais primitivos sentimentos, ou seja uma animalização das emoções. Esses fenômenos negativos ocorrem quando a humanidade como um todo está em desequilíbrio, desorientada, confusa e alienada.
O clima era levemente úmido e agradável, proporcionando um incrível bem-estar para os que ali viviam.

Se todas as empresas, todos os grupos, em todas as profissões soubessem da importância e dos efeitos benéficos oferecidos pelas orações em grupo antes do início das tarefas, jamais deixariam de lado esse elevado hábito; dá pra dizer que as orações feitas em grupo com o coração puro e elevado produzem lucros dos mais diversos tipos, mas infelizmente a maioria das pessoas é cega para as verdades universais. Elas preferem viver seus dias terrenos repercutindo com ceticismo sempre que o assunto for Espiritualidade, Deus, Preces, Fé, entre outros. A esses irmãos cabe esperarmos as rodas de reencarnações aplicarem as pedagogias necessárias para que seus corações tornem-se puros e expandidos o suficiente até que cheguem à condição de terem absoluta certeza de que são Espíritos Em Evolução trabalhando na obra do Grande Espírito Criador. Notadamente essa certeza só acontece mediante a forja do sofrimento, da dor, das desilusões e dos erros que carregam consequências por milênios; sorte daquele que entende sem ter que sofrer pois encurta o espaço de tempo e aprende a ser mais feliz de forma simples e igualmente natural.

As grandes tempestades ocasionais acontecem na atmosfera terrestre com o propósito de reequilíbrio ambiental no plano físico. Quando essas chuvas torrenciais caem, após seu cessar é comum instalar-se no ambiente uma agradável sensação de leveza no ar. Todavia é comum que junto com a tempestade ocorram verdadeiros desastres para a humanidade, tais como enchentes e ventanias que destroem casas, provocam acidentes, desabamentos, gerando mortes, doenças e muito sofrimento. Quanto ao equilíbrio de vida no planeta, mais harmonioso seria contar com as chuvas corriqueiras estabelecidas nas estações definidas ocorrendo em quantidades equilibradas para que tudo fluísse de forma "natural". Entretanto quando o psiquismo da Terra está denso demais pelo fato da humanidade produzir intensas e constantes emoções inferiores com poderes imensamente intoxicantes, as corriqueiras chuvas não promovem a purificação necessária. Isso porque uma simples chuva não tem o poder de limpar tanta poluição psíquica acumulada. Além do que, o excesso de atitudes antiecológicas gera grande desequilíbrio na ação dos Elementais, assim, quando eles entram em ação atuam em proporções desajustadas. Portanto como as chuvas simples não são completamente efetivas na tarefa de devolver equilíbrio ao psiquismo, a Natureza se encarrega de colocar a serviço os Anticorpos da Terra que são esses grupos de Elementais. -

A Terra é um organismo vivo e como tal está munido de Elementos Naturais (Anticorpos) capazes de combater os ataques virais, que tem como fonte maior a ignorância humana. Quando os níveis do psiquismo ficam demasiadamente densos as reações naturais surgem como contramedidas colocadas em ação pelos grupos de Elementais que acontecem na forma de tempestades, tormentas, tsunamis, furacões e tornados com o objetivo de beneficiar no sentido da recuperação da qualidade da psicosfera.
Simplesmente porque acontecem de maneira devastadora sem ponderar as mortes, as destruições de casas, doenças ou sofrimentos, os grupos de Elementais envolvidos não possuem consciência para discernir ou controlar o que deve e o que não deve ser destruído. Entretanto não podemos dizer que haja qualquer erro nessa Natureza do planeta, afinal é só um mecanismo cíclico que luta bravamente para manter a qualidade da vida na Terra, entendendo que tudo aquilo que atrapalha esse equilíbrio deve ser combatido.

Eu, atento, ouvindo Cris falar, fiquei assustado, pois percebi naquele momento que eu também sou um vírus para a Mãe Terra, não só por poluir ou consumir demais, mas por minhas emoções.
"Somos o alvo" dos anticorpos da Terra, os elementais!
Sim, a humanidade comporta-se como um vírus, destruindo e desequilibrando tudo.
À medida que o homem, ignorante das consequências desastrosas provocadas por sua base moral distorcida, começou a povoar e expandir-se pela Terra, ele começou a deixar seu rastro desequilibrador. Como consequência os grupos de Elementais começaram a agir na mesma proporção em oposição às atitudes mundanas.
Eis a nobre importância dos centros de controle: evitar que os grupos Elementais ajam à sua moda, pois como já sabemos não é muito agradável para os encarnados.
Nesse instante senti que minha consciência se iluminou para a importância que a oração tem na manutenção do equilíbrio da vida no nosso planeta.
Infelizmente as pessoas só se lembram da força do Espírito Criador nos momentos de dificuldade.
Além da necessidade de termos atitudes ecológicas corretas, precisamos ter consciência da importância de nossas orações para a manutenção da qualidade de vida na Terra.
A harmonia das forças da vida tem um inimigo natural: o homem alienado de suas responsabilidades. Sim, os atos corriqueiros e estilo de vida humano são os maiores obsessores do ecossistema global.
Toda raiva, medo, rancor, egoísmo, ansiedade e pessimismo gravitam na atmosfera sutil e acabam voltando para os mesmos seres humanos, os reais geradores. O resultado disso é que nos intoxicamos mais a cada dia em um ciclo contínuo.
A Terra é um grande organismo vivo assim como o corpo humano que quando atacado por um vírus imediatamente reage colocando seus anticorpos em ação. Fazendo uma analogia, assim como existem os anticorpos para auxiliar a manter a saúde física humana, o planeta Terra tem os Elementais que são Forças da Natureza responsáveis por manter o equilíbrio da vida e dos elementos como água, ar, terra e fogo. - São espíritos advindos de Forças da Natureza, entretanto não possuem a mesma estrutura energética e consciencial tal qual a de um ser humano. Por estarem ligados a uma consciência coletiva (não individualizada), têm orientação própria baseada nos movimentos da vida, como uma bússola interior. Agem por instinto. São Forças Naturais concentradas em seus objetivos.
Sempre que a atmosfera psíquica da Terra sofrer com a grande concentração de fluidos tóxicos emitidos pelos seres humanos em desequilíbrio emocional, os Elementais atuarão sistematicamente para restabelecer o equilíbrio necessário, envolvendo-se nessa tarefa como anticorpos.
Elementais: água (ondinas); fogo (salamandras); ar (sílfides); terra (gnomos: minerais; duentes: plantas; fadas: flores).
Quanto mais severa for a ação, maior será a saturação de fluidos densos.

Sempre existirão pessoas distraídas de suas missões pessoais, todavia de forma muito intensa (portanto esperançosa), muitas pessoas estão despertando para os valores espirituais em todo o globo terrestre.

Eu estava estafado com a profundidade das informações, bem como com a importância delas, mas ao mesmo tempo estava feliz porque entendi a amplitude do projeto que estava em expansão entre nós encarnados.
Além disso reconheci com toda a força do meu ser a presença de um Deus que nos ama e que trabalha sem cessar para que atinjamos níveis cada vez mais elevados de consciência e evolução!

A causa maior dos processos obsessivos de ordem espiritual acontece com o objetivo de fornecer energia aos mestres do mal para que de seus ambientes sombrios consigam construir suas realidades com seus apegos, vícios e hábitos tão depreciativos. Quando os seres de alma escurecida pelos enganos e ilusões conscienciais desencarnam, acumulam em suas histórias uma grande cota de atitudes maléficas e equivocadas. Ao regressarem à dimensão espiritual deparam-se inevitavelmente com as Leis Naturais. Nesse momento percebem que seus atos negativos não passam despercebidos e por consequência para abrandamento de seus carmas precisarão retornar à experiência terrena em sucessivas reencarnações para reparo de seus males, bem como para a lapidação essencial de suas almas. - De posse dessa realidade e conscientes do tamanho da conta, decidem se esquivar o tempo que for possível da ação recicladora dos ciclos reencarnatórios porque sabem que a tarefa que os espera será árdua, enrijecida, totalmente privada de benefícios. Em outras palavras, esses seres assim chamados de endividados fogem da reencarnação mais que "o diabo da cruz". As experiências reencarnatórias que lhe esperam serão crivadas de muito sofrimento, privações e outros desafios. Todos esses seres sabem que um dia ou outro terão de pegar o caminho de volta ao coração do Grande Espírito Criador.
Qualquer espírito desencarnado em desequilíbrio sedento por energia vital poderá exercer influência sobre outro espírito, seja encarnado ou desencarnado, com o propósito de abastecer-se. Entretanto pouco tempo depois sua sede de energia vital voltará. Dessa forma ele existirá apenas em função de sua carência como um viciado em drogas fissurado pela próxima viagem sem medir as consequências dessa prática escravizante, portanto destruidora.
Com essa explicação de Cristopher consegui compreender melhor o papel dos magos negros, senhores da escuridão ou qualquer nome que possa lhes ser dado. São espíritos lutando contra as rodas de reencarnação para que não precisem confrontar as consequências de seus atos com ações (ou melhor, reações) reparadoras que certamente lhe causarão muito sofrimento; especializam-se cada vez mais nas artimanhas do VAMPIRISMO sobre os encarnados de todas as formas possíveis.
Atento a esse detalhe porque sempre me questionava quanto à ação dos seres trevosos, me lembrava da visão estreita que algumas religiões têm sobre o bem e o mal. Agora estava tudo mais claro, por efeito dos apegos do materialismo, pelos hábitos viciosos e animalizados, o ser humano se perde em seu caminho de busca por angelitude e em cada ato denso acaba assentando um tijolinho na construção das estruturas umbralinas. - Sendo assim, precisamos batalhar ferozmente contra nossos vícios mundanos, apegos, vaidades e ignorâncias, porque senão sempre seremos alimentadores do astral denso ou inferior.
No seu olhar ele guardava um manancial de sabedoria, simplicidade e humildade que despertou em mim uma emoção tão grande que foi capaz de liberar de mim um choro espontâneo por um tempo. Era um choro de puro amor, de plenitude e encontro com minha mais nobre face. - "Simplicidade, meu filho, simplicidade! É a chave da cura de tudo."
Nesse tempo também percebi que a Intenção e a Concentração são as chaves desse processo, por isso quando faço a minha prece diária de agradecimento e renovação do pedido, preciso ficar focado nos objetivos que desejo. Algumas vezes na correria das rotinas diárias acabei fazendo algumas preces de renovação sem muita profundidade ou concentração e o que percebi foi que nesses casos a vibração dos NECs diminuiu muito. Mesmo assim, quando retomamos a prática de renovar e agradecer o pedido com Fé e Devoção, o pulsar dos Núcleos (Energéticos de Consciência - NECs) fica forte novamente e tudo volta a fluir em perfeito e harmônico alinhamento.
Sempre que você estiver fazendo uma Ativação ou renovando os seus pedidos nas preces diárias, fique muito receptivo às intuições e percepções que virão e aproveite-as dentro do possível pois poderão fazer a diferença em sua vida.

Toda espécie de seres da escuridão, magos das trevas e seus semelhantes, são espíritos iniciados em mistérios de outrora, em civilização de elevado avanço espiritual, como os atlantes, egípcios, sumérios, que fazem uso de seus conhecimentos para o lado denso da força. Tudo gira em torno de conquistar quantidades sempre maiores de Energia Vital.
Essa Lei nos mostra que não importa o tempo que levar, um dia, em algum momento, aqueles que decidiram resistir aos movimentos da Terra precisarão ceder... não há como bloquear essa rotação, não há como fazer a energia parar de se agitar, ela pode ter sua cinética diminuída, mas cessada completamente, não.
Seu principal propósito é o de estimular a perda da Conexão entre o hospedeiro e o plano divino.

Você veio a esse local específico porque como já foi comentado existe uma ligação energética entre você e essa região.

Uma vez que o ser humano despertasse para os valores essenciais, para a consciência de sua missão pessoal e para uma visão ampla de sua importância no plano maior, esses problemas seriam dizimados na causa raiz. - Mas quem na Terra quer deixar de lado os vícios, os apegos da matéria? - É muita distração, muita contaminação, pouca oração, quase nenhuma conexão. Matam-se teorizando Deus mas não matam a intolerância, a vaidade e o Ego. Não se conhecem, não se perdoam, não perdoam aos outros, nem sequer se amam; as melhoras substanciais acontecerão quando aqueles espíritos encarnados sinalizarem suas disposições para os trabalhos angélicos. -
Para um ser desperto consciente e atuante integrado às Vontades Maiores o sentimento de GRATIDÃO é sua fonte de luz que brota com naturalidade a cada ato de amor e conexão com DEUS. (mas para calibrar sua bússola interior pode ser um desafio que apresenta muitas dificuldades)
Embora soubéssemos que muitas experiências viriam com muitas narrativas, estávamos impregnados de uma sensação de dever cumprido, pelo menos para aquele momento.
Não sabia nem o que dizer diante da explanação de Cris. Ele sempre foi um sujeito calmo e pacífico, mas quando começa a falar sobre nossos erros mundanos e comentar nossos comportamentos equivocados, ele se transforma. Uma luz amarela começa a se expandir em seu contorno, sua voz fica mais firme; até parece que ele aumenta de tamanho. Quando esse fenômeno acontece, já aprendi que é hora de me calar e aproveitar as pérolas que virão.
Jamais em toda história da humanidade o ser humano foi banhado por tamanha onda de informações, transformações, descobertas e liberdade. Além disso os tempos são outros e vários fatores convergem no âmbito da grandeza universal estimulando essa subida na escala de consciência da humanidade.
...LIBERDADE quando seus lemes interiores estiverem voltados para o Bem Maior e para a quebra das correntes do egoísmo.
Assim lembro da importância em continuarmos fazendo a nossa parte com dedicação, com carinho, com amor, porque certamente bons frutos virão.
Sei que a tarefa de um espiritualista que caminha no campo da comunicação com os espíritos não é muito fácil em se tratando do nível de crença das pessoas em geral, mas me envolvo de muita esperança ao pensar que Personalidades tão marcantes na história da humanidade enfrentaram praticamente o mundo todo, confiantes em seus propósitos, para levar suas Boas Novas também. Sinceramente, nosso tempo é outro, as dificuldades são muitas, mas se comparadas às dificuldades do passado, são quase insignificantes.
Sem a pretensão de mudar o mundo mas sim de fazermos apenas a nossa parte deixando os frutos à mostra para quem quiser colher.
Existem momentos em nossas vidas em que realmente nossos corações batem mais forte. Podemos citar inúmeros, como por exemplo o exame prático para ter a carteira de motorista, o primeiro beijo, uma entrevista de emprego para o qual se espera muito, o primeiro dia do primeiro emprego, um parto (no caso das mulheres), uma tomada de decisão difícil, uma mudança esperada há muito tempo, a conquista de um sonho, uma promoção, uma aquisição material de profunda importância, entre outras. Também existem momentos negativos em que nossas emoções ficam intensificadas, como a morte de alguém próximo, notícia ruim, doença grave, situação conflitante, entre outros acontecimentos de mesmo perfil no tocante à intensidade das emoções afloradas.
Quando acontecimentos dessa ordem acontecem na vida de uma pessoa, por força de suas emoções acionadas espontaneamente como reação natural (adrenalina), o corpo espiritual (aura) dessa pessoa se expande e se retrai com intensidade impressionante. Assim como um gato assustado que arrepia todos os seus pelos ao se deparar com uma situação desafiadora, nossa aura também produz incríveis modulações, possíveis em momentos de frenéticas emoções, sejam elas positivas ou negativas.
Na ocorrência dessas situações o corpo espiritual da pessoa acelera-se muito em relação à sua frequência de vibração normal, os chakras (chacras) e os nadis são diretamente influenciados, de forma que todas as funções do corpo energético têm um grande salto na capacidade de canalizar, pulsar e transferir a energia (vital).
Portanto, as situações rotineiras que envolvam emoções intensas provocam uma incrível aceleração na pulsação de energia da vida pelo conjunto corpo e espírito.

O controle das emoções negativas possivelmente é o nosso maior desafio de vida.
Quando passamos por momentos de emoções à flor da pele, é salutar que desenvolvamos a tranquilidade para domá-las, acalmá-las e direcioná-las (canalizá-las). Temos que ter a compreensão de que se não agirmos no sentido de controlar essas emoções, serão elas que nos controlarão! E quando as emoções não são controladas tornamo-nos animais, nos densificamos, por consequência regredimos ao invés de evoluirmos rumo à conquista de angelitude para nossas almas. - Devemos redobrar nossa vigília nos momentos de emoções extremadas trabalhando no sentido de abrandá-las e direcioná-las (canalizá-las) para objetivos mais elevados porque assim conseguiremos acelerar muito nossa evolução. Emoção desequilibrada intoxica e escraviza a raça humana rebaixando à condição de animalizada.
Somos todos seres em evolução buscando nosso caminho de volta ao Coração do Grande Espírito Criador. Não existem culpados, não existem vilões, somos sempre criadores da doença e do antídoto!
A cada dia está à nossa disposição mais informação, mais conhecimento e certamente mais amor do Grande Espírito Criador por nós, os seus filhos queridos, e por isso precisamos de uma vez por todas aproveitar essa Boa Nova em benefício próprio e de nossos irmãos! Que Ele nos dê força para que façamos a nossa parte bem feita! Amém.

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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Bruno J. Gimenes orientado pelo espírito Cristopher - Os Símbolos de Força: A Volta dos Iniciados 2012

Sinopse:
Os virtuosos estão reencarnando na Terra. Alguns já estão entre nós, um grupo de espíritos portadores de muitas virtudes que, se colocadas em ação a serviço do bem, poderão realizar uma transformação positiva sem precedentes na história da humanidade. O desafio desses espíritos virtuosos é grande, nobre e essencial, todavia o plano das sombras sabe disso e faz de tudo para impedir esse movimento.
Quem são os espíritos que estão reencarnando com potencial de elevar muito a condição do planeta? Como agem os seres das sombras quando querem realizar seus projetos de atrasar a evolução da humanidade? Como são as escolas do plano espiritual? Qualquer um pode estudar nelas, no período do sono físico? E o papel de cada um de nós no cenário da vida física? O que os seres de Luz esperam de nós?
Nesse segundo romance do Amparador Espiritual Cristopher, você aprenderá sobre esses temas, entre tantos outros narrados nas atmosferas espirituais da Terra, para que saibamos como agir e nos proteger. Em especial, para desenvolvermos o nosso potencial rumo à evolução da nossa consciência a fim de vencermos os nossos desafios diários, que são tantos.
Resenha
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Trechos:
Um iniciado não é uma pessoa que tem superpoderes, mas sim alguém que vive seu propósito plenamente. Ser iniciado é o mesmo que viver a sua melhor face, fazer o que de melhor pode ser feito. Todo ser humano vivente no planeta Terra deve concentrar-se na tarefa de curar as inferioridades de sua personalidade. A missão de cada espírito encarnado é a cura das emoções inferiores.
São comuns entre os seres humanos a distração e a alienação espiritual, o que significa o esquecimento da real finalidade de uma existência (encarnação).
Nenhuma pessoa que vive na Terra será realmente feliz até que aprenda a transformar as suas emoções negativas em positivas.
Toda alma que focar sua atenção na cura de suas emoções encontrará êxito porque esse é o motivo maior da existência para cada ser encarnado. Toda ação de vida que atue no sentido contrário dessa meta configura-se como perda de tempo.
Ser iniciado é domar os instintos inferiores e viver concentrado na realização da missão da sua alma.
A aura de uma pessoa, que é o seu campo energético ou corpo espiritual, é moldável, flexível, pois pode expandir-se ou contrair em função da natureza dos pensamentos e dos sentimentos que o indivíduo exprime.
A razão de cada ser é o conhecimento de sua missão pessoal, é o acesso a uma espécie de gps interior que diz a direção correta a ser seguida e as atitudes a serem tomadas. A razão de cada ser sempre revela os caminhos de maior simplicidade e objetivo. Em resumo, o espírito de cada ser, esteja ele encarnado ou desencarnado, tem uma programação interior (um propósito). O racionalismo, dentro desses termos, é tudo o que uma pessoa deve procurar, porque assim ela conhecerá seus potenciais e entenderá o caminho que deverá seguir.
O desafio da humanidade é eliminar a alienação espiritual e curar as emoções negativas. Quando essa meta for alcançada todo o resto virá por ressonância natural da nova sintonia.
É claro que a humanidade sempre foi e sempre será banhada por inúmeros tipos de amparos, de dimensões inimagináveis do cenário cósmico, entretanto todas essas vibrações só podem convergir em um ponto: a consciência de cada ser e as atitudes que são tomadas em consequência disso.
eu me via criança, jovem, idoso, homem, mulher, branco, negro, oriental e ocidental. foi uma experiência sem precedentes para mim.
Quando cada ser estiver conectado com sua razão de existir, em um sentindo mais amplo da palavra, então naturalmente a missão de sua alma será aflorada. - ...naquele ambiente ninguém precisava lembrar ninguém sobre suas tarefas.
Os movimentos, tanto do lado da luz quanto do lado da sombra, sempre ressonam em concordância com a Vontade Maior, pois a própria face escura da vida ainda assim é uma parte da engrenagem do Todo ou da Lei Divina.
Além disso uma característica marcante dos virtuosos (os portadores de símbolos de força) é que mais hora, menos hora, comece a aflorar um desejo intenso de viver propósitos elevados. Todo símbolo de força atua como uma bússola interior.
Lembre-se de que o que mais importa não é portar símbolos de força e ser considerado um virtuoso mas sim viver um propósito e realizá-lo em sua plenitude: muitos encarnados não são portadores de símbolos de força (conquistados em vidas passadas de sucesso), mas mesmo assim estão realizando uma encarnação primorosa na experiência atual e isso é o que mais importa.
As chances que O Grande Espírito Criador nos dá são infinitas.
Iniciados com três ou mais símbolos de força são normalmente dotados de potenciais que se manifestam na forma de projetos de grande repercussão que afetam positivamente a vida de muitas pessoas.
Que cada um possa encontrar o virtuoso que existe dentro de si. E que cada um possa construir seus símbolos de força vivendo seus propósitos e ativando seus NECs.
Nada é mais desgastante que uma árvore que produz frutos para serem desperdiçados.
Uma virtude no coração de um ser é como um fruto que deve ser oferecido para consumo.
As virtudes foram feitas para serem consumidas assim como a fruta que nasce de sua árvore.
Sentimentos bons necessitam ser expressados sempre porque só assim poderemos aniquilar os ruins. É a balança da vida, que precisa ser conduzida com sabedoria, porque, quando colocamos pesos apenas no lado negativo, então o positivo sucumbirá. Simples assim é a matemática da sabedoria. Portanto viva o seu lado luz se você não quiser que a sombra exista com tanta força. Acreditar que a sombra é maior que a sua luz é como aceitar que a criatura não tem um criador: uma incoerência.
Definitivamente o que importa não é ser um portador de inúmeros símbolos de força, mas que viva uma vida com base em valores elevados sintonizadas com a real finalidade de sua existência que é a expansão do amor, a cura das emoções inferiores, a harmonização nas relações com todos os seres e a geração de atitudes voltadas para o Bem Maior.
O que faz de você um iniciado é o seu conjunto de valores, seu padrão moral e suas atitudes voltadas à construção de um estilo de vida que produza melhoras em si próprio e em terceiros e que ajude a expandir o Amor sobre a face da Terra.
Você sendo ou não um portador de um ou mais símbolos de força, nada mudará se você não viver o seu propósito na sua existência. Somos sempre nós que decidimos, somos nós que aceitamos ou não a sintonia com os valores espirituais e com a missão que desejamos realizaar.
Quando você viver assim viverá o seu melhor pois encontrará a sua mais nobre face já que ao olhar-se no espelho verá o "rosto de Deus" refletindo o seu próprio rosto; e o melhor, não se envaidecerá por isso; apenas expressará a sua gratidão.

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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Espírito Pai João de Aruanda - Magos Negros - Magia e feitiçaria sob a ótica espírita - Robson Pinheiro 2011

174 Ao contrário do que se possa pensar, não há aqui nenhum viés de natureza sectária. Para Kardec, o termo espírita não se restringe ao adepto ou ao templo, como hoje se tornou usual; em primeira instância, deisgna o mesmo que dos espíritos ("Mundo espírita ou dos espírito"). Portanto, a doutrina espírita não é assim denominada por ser a doutrina praticada por espíritas, mas sim porque é a doutrina advinda dos espíritos. Seu verdadeiro caráter é o de uma ciência e não de uma religião. Ora, os Espíritos vêm, não derribar a religião, mas, como Galileu, revelar-nos novas leis da Natureza. Se alguns pontos de fé sofrem com isto, é porque, como na velha crença de girar o Sol ao redor da Terra, estão em contradição com essas leis.
192 Nos círculos religiosos, é comum associar o poder da fé apenas aos pedidos feitos em oração - "Tenho fé que Deus me atenderá" - ou, então, empregar o termo como sinônimo de Crença: "Minha fé em Deus me consola". Possivelmente prevendo o esvaziamento desse conceito tão vasto e fundamental, Jesus dá-lhe a melhor ilustração ao amaldiçoar a figueira. Interpelado sobre o fato, explica: "Em verdade vos digo que, se tiverdes fé e não duvidardes, não só fareis o que foi feito à figueira, mas até se a este monte disserdes: Ergue-te e precipita-te no mar, assim será feito" (Mateus 21:21). Deixa claro que falava de algo muito maior do que a fé religiosa; referia-se a uma certeza firme, a uma convicção inabalável. Esclarece também que a fé não se prende à moralidade, ou seja, é um atributo a ser usado tanto para o bem quanto para o mal - de amaldiçoar figueiras até forjar magias.

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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Espírito Ângelo Inácio, Legião - Psicografado por Robson Pinheiro 2006

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Espírito Ângelo Inácio, Senhores da Escuridão - Psicografado por Robson Pinheiro 2008

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Espírito Ângelo Inácio, A Marca da Besta - Psicografado por Robson Pinheiro 2010

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sábado, 10 de novembro de 2012

Espírito Ângelo Inácio, O Fim da Escuridão - Psicografado por Robson Pinheiro 2012

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sábado, 3 de novembro de 2012

Ninguém é dono de nada - As Leis Morais - Rodolfo Calligaris 1967 - Caridade Moral





175 À medida que se adianta espiritualmente, o homem passa a compreender que, em última análise, ninguém é dono de nada, pois tudo pertence a Deus, sendo, todos nós, meros usufrutuários dos bens terrenos, já que eles não poderão seguir conosco, de forma alguma, além das fronteiras da "morte". Por conseguinte, se a Providência no-los confia, por determinado período, não é para que os utilizemos em proveito exclusivamente familiar, mas para que aprendamos a movimentá-los em benefício de todos, dando-lhes uma função social.

176 Filhos que somos do Pai Celestial e portanto co-herdeiros do Universo, dia virá - se bem que assaz longínquo - quando, libertos, por merecimento, do ciclo de reencarnações em mundos grosseiros como o nosso, haveremos de tornar-nos puros espíritos, tendo por morada as suaves e maravilhosas esferas siderais.

Será, então, com imensa autopiedade que nos recordaremos desta fase de nossa evolução em que tão grande é o nosso apego a uns pedacinhos de chão lamacento e tão desesperada a nossa luta por uns papeizinhos coloridos, estampados na Casa da Moeda...


181 Escusam-se muitos de não poderem ser caridosos, alegando precariedade de bens, como se a caridade se reduzisse a dar de comer aos famintos, dar de beber aos sedentos, vestir os nus e proporcionar um teto aos desabrigados.


Além dessa caridade, de ordem material, outra existe - a moral, que não implica o gasto de um centavo sequer e,  não obstante, é a mais difícil de ser praticada.


Exemplos? Eis alguns:


Seríamos caridosos se, fazendo bom uso de nossas forças mentais, vibrássemos ou orássemos diariamente em favor de quantos saibamos acharem-se enfermos, tristes ou oprimidos, sem excluir aqueles que porventura se considerem nossos inimigos.

Seríamos caridosos se, em determinadas situações, nos fizéssemos intencionalmente cegos para não vermos o sorriso desdenhoso ou o gesto desprezivo de quem se julgue superior a nós.


182 Seríamos caridosos se, com sacrifício de nosso valioso tempo, fôssemos capazes de ouvir, sem enfado, o infeliz que nos deseja confiar seus problemas íntimos, embora sabendo de antemão nada podermos fazer por ele, senão dirigir-lhe algumas palavras de carinho e solidariedade.


Seríamos caridosos se, ao revés, soubéssemos fazer-nos momentaneamente surdos quando alguém, habituado a escarnecer de tudo e de todos, nos atingisse com expressões irônicas ou zombeteiras.


Seríamos caridosos se, disciplinando nossa língua, só nos referíssemos ao que existe de bom nos seres e nas coisas, jamais passando adiante notícias que, mesmo sendo verdadeiras, só sirvam para conspurcar a honra ou abalar a reputação alheia.


Seríamos caridosos se, embora as circunstâncias a tal nos induzissem, não suspeitássemos mal de nossos semelhantes, abstendo-nos de expender qualquer juízo apressado e temerário contra eles, mesmo entre os familiares.


Seríamos caridosos se, percebendo em nosso irmão um intento maligno, o aconselhássemos a tempo, mostrando-lhe o erro e despersuadindo-o de o levar a efeito.


Seríamos caridosos se, privando-nos, de vez em quando, do prazer de um programa radiofônico ou de TV de nosso agrado, visitássemos pessoalmente aqueles que, em leitos hospitalares ou de sua residência, curtem prolongada doença e anseiam por um pouco de atenção e afeto.


183 Seríamos caridosos se, embora essa atitude pudesse prejudicar nosso interesse pessoal, tomássemos, sempre, a defesa do fraco e do pobre, contra a prepotência do forte e a usura do rico.


Seríamos caridosos se, mantendo permanentemente uma norma de proceder sereno e otimista, procurássemos criar em torno de nós uma atmosfera de paz, tranquilidade e bom humor.


Seríamos caridosos se, vez por outra, endereçássemos uma palavra de aplauso e de estímulo às boas causas e não procurássemos, ao contrário, matar a fé e o entusiasmo daqueles que nelas se acham empenhados.


Seríamos caridosos se deixássemos de postular qualquer benefício ou vantagem, desde que verificássemos haver outros direitos mais legítimos a serem atendidos em primeiro lugar.


Seríamos caridosos se, vendo triunfar aqueles cujos méritos sejam inferiores aos nossos, não os invejássemos e nem lhes desejássemos mal.


184 Seríamos caridosos se não desdenhássemos nem evitássemos os de má vida, se não temêssemos os salpicos de lama que os cobrem e lhes estendêssemos a nossa mão amiga, ajudando-os a levantar-se e limpar-se.


Seríamos caridosos se, possuindo alguma parcela de poder, não nos deixássemos tomar pela soberba, tratando, os pequeninos de condição, sempre com doçura e urbanidade, ou, em situação inversa, soubéssemos tolerar, sem ódio, as impertinências daqueles que ocupam melhores postos na paisagem social.


Seríamos caridosos se, por sermos mais inteligentes, não nos irritássemos com a inépcia daqueles que nos cercam ou nos servem.


Seríamos caridosos se não guardássemos ressentimento daqueles que nos ofenderam ou prejudicaram, que feriram o nosso orgulho ou roubaram a nossa felicidade, perdoando-lhes de coração.


Seríamos caridosos se reservássemos nosso rigor apenas para nós mesmos, sendo pacientes e tolerantes com as fraquezas e imperfeições daqueles com os quais convivemos, no lar, na oficina de trabalho ou na sociedade.


E assim, dezenas ou centenas de outras circunstâncias poderiam ainda ser lembradas, em que, uma amizade sincera, um gesto fraterno ou uma simples demonstração de simpatia, seriam expressões inequívocas da maior de todas as virtudes.


185 Nós, porém, quase não nos apercebemos dessas oportunidades que se nos apresentam, a todo instante, para fazermos a caridade.


Porquê?


É porque esse tipo de caridade não chama a atenção, nem provoca glorFificações.


Nós traímos, empregamos a violência, tratamos os outros com leviandade, desconfiamos, fazemos comentários de má fé, compartilhamos do erro e da fraude, mostramo-nos intolerantes, alimentamos ódios, praticamos vinganças, fomentamos intrigas, espalhamos inquietações, desencorajamos iniciativas nobres, regozijamo-nos com a impostura, prejudicamos interesses alheios, exploramos os nossos semelhantes, tiranizamos subalternos e familiares, desperdiçamos fortunas no vício e no luxo, transgredimos, enfim, todos os preceitos da Caridade, e, quando cedemos algumas migalhas do que nos sobra ou prestamos algum serviço, raras vezes agimo sob a inspiração do amor ao próximo; via de regra fazemo-lo por mera ostentação, ou por amor a nós mesmos, isto é, tendo em mira o recebimento de recompensas celestiais.


Quão longe estamos de possuir a verdadeira caridade!


Somos, ainda, demasiadamente egoístas e miseravelmente desprovidos do espírito de renúncia para praticá-la...


186 Mister se faz, porém, que a exercitemos, que aprendamos a dar ou sacrificar algo de nós mesmos em benefício de nossos semelhantes, porque "a caridade é o cumprimento da Lei".

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sábado, 20 de outubro de 2012

Errando também se aprende - As Leis Morais - Rodolfo Calligaris 1967

44 "Errando também se aprende", diz um refrão popular. E muito, acrescentamos nós. De sorte que passar do estado de inocência, ou seja, de total inconsciência para o de culpabilidade, em virtude de engano na escolha de certo modo de agir, não significa retrogradar, mas sim ganhar tirocínio, desenvolver a capacidade de discernimento, sem o que nenhum avanço seria possível.
Em qualquer ramo de Ciência, depois de uma dezena de experimentações diferentes mal sucedidas, o pesquisador estará inevitavelmente mais próximo da solução que persegue do que antes de iniciá-las, porque os resultados obtidos, embora negativos, lhe terão fornecido preciosos subsídios a respeito, indicando-lhe o melhor rumo a tomar.

-45 Como se sabe, milhares e milhares de coisas que tanto conforto e bem-estar oferecem, hoje, à Humanidade, são frutos de uma série enorme de fracassos, senão mesmo de desastres e de sacrifícios cruciantes, que afinal se transformaram em grandes e esplêndidos triunfos.
Pois bem! O mesmo sucede na conquista da perfeição. Advertidos pela Dor a cada falta que cometemos, vamos aprendendo a evitá-las.
Os que perfilham doutrinas anti-reencarnacionistas não aceitam que todas as almas sejam criadas "com iguais aptidões para evoluir" e nem aceitam que as diferenças atuais dessas almas, em saber e moralidade, sejam o resultado de progressos realizados em existência pregressas, como ensina o Espiritismo.
Essas diferenças, no entanto, são reais, incontestáveis e ressaltam à vista de qualquer um, mas, como não encontram uma causa anterior para justificá-las, dizem: é porque... Deus as tem criado assim, desiguais e sem as mesmas aptidões!
A que se reduziria, neste caso, a Justiça Divina? -

175 À medida que se adianta espiritualmente, o homem passa a compreender que, em última análise, ninguém é dono de nada, pois tudo pertence a Deus, sendo, todos nós, meros usufrutuários dos bens terrenos, já que eles não poderão seguir conosco, de forma alguma, além das fronteiras da "morte". Por conseguinte, se a Providência no-los confia, por determinado período, não é para que os utilizemos em proveito exclusivamente familiar, mas para que aprendamos a movimentá-los em benefício de todos, dando-lhes uma função social.


176 Filhos que somos do Pai Celestial e portanto co-herdeiros do Universo, dia virá - se bem que assaz longínquo - quando, libertos, por merecimento, do ciclo de reencarnações em mundos grosseiros como o nosso, haveremos de tornar-nos puros espíritos, tendo por morada as suaves e maravilhosas esferas siderais.

Será, então, com imensa autopiedade que nos recordaremos desta fase de nossa evolução em que tão grande é o nosso apego a uns pedacinhos de chão lamacento e tão desesperada a nossa luta por uns papeizinhos coloridos, estampados na Casa da Moeda...


181 Escusam-se muitos de não poderem ser caridosos, alegando precariedade de bens, como se a caridade se reduzisse a dar de comer aos famintos, dar de beber aos sedentos, vestir os nus e proporcionar um teto aos desabrigados.


Além dessa caridade, de ordem material, outra existe - a moral, que não implica o gasto de um centavo sequer e,  não obstante, é a mais difícil de ser praticada.


Exemplos? Eis alguns:


Seríamos caridosos se, fazendo bom uso de nossas forças mentais, vibrássemos ou orássemos diariamente em favor de quantos saibamos acharem-se enfermos, tristes ou oprimidos, sem excluir aqueles que porventura se considerem nossos inimigos.

Seríamos caridosos se, em determinadas situações, nos fizéssemos intencionalmente cegos para não vermos o sorriso desdenhoso ou o gesto desprezivo de quem se julgue superior a nós.


182 Seríamos caridosos se, com sacrifício de nosso valioso tempo, fôssemos capazes de ouvir, sem enfado, o infeliz que nos deseja confiar seus problemas íntimos, embora sabendo de antemão nada podermos fazer por ele, senão dirigir-lhe algumas palavras de carinho e solidariedade.


Seríamos caridosos se, ao revés, soubéssemos fazer-nos momentaneamente surdos quando alguém, habituado a escarnecer de tudo e de todos, nos atingisse com expressões irônicas ou zombeteiras.


Seríamos caridosos se, disciplinando nossa língua, só nos referíssemos ao que existe de bom nos seres e nas coisas, jamais passando adiante notícias que, mesmo sendo verdadeiras, só sirvam para conspurcar a honra ou abalar a reputação alheia.


Seríamos caridosos se, embora as circunstâncias a tal nos induzissem, não suspeitássemos mal de nossos semelhantes, abstendo-nos de expender qualquer juízo apressado e temerário contra eles, mesmo entre os familiares.


Seríamos caridosos se, percebendo em nosso irmão um intento maligno, o aconselhássemos a tempo, mostrando-lhe o erro e despersuadindo-o de o levar a efeito.


Seríamos caridosos se, privando-nos, de vez em quando, do prazer de um programa radiofônico ou de TV de nosso agrado, visitássemos pessoalmente aqueles que, em leitos hospitalares ou de sua residência, curtem prolongada doença e anseiam por um pouco de atenção e afeto.


183 Seríamos caridosos se, embora essa atitude pudesse prejudicar nosso interesse pessoal, tomássemos, sempre, a defesa do fraco e do pobre, contra a prepotência do forte e a usura do rico.


Seríamos caridosos se, mantendo permanentemente uma norma de proceder sereno e otimista, procurássemos criar em torno de nós uma atmosfera de paz, tranquilidade e bom humor.


Seríamos caridosos se, vez por outra, endereçássemos uma palavra de aplauso e de estímulo às boas causas e não procurássemos, ao contrário, matar a fé e o entusiasmo daqueles que nelas se acham empenhados.


Seríamos caridosos se deixássemos de postular qualquer benefício ou vantagem, desde que verificássemos haver outros direitos mais legítimos a serem atendidos em primeiro lugar.


Seríamos caridosos se, vendo triunfar aqueles cujos méritos sejam inferiores aos nossos, não os invejássemos e nem lhes desejássemos mal.


184 Seríamos caridosos se não desdenhássemos nem evitássemos os de má vida, se não temêssemos os salpicos de lama que os cobrem e lhes estendêssemos a nossa mão amiga, ajudando-os a levantar-se e limpar-se.


Seríamos caridosos se, possuindo alguma parcela de poder, não nos deixássemos tomar pela soberba, tratando, os pequeninos de condição, sempre com doçura e urbanidade, ou, em situação inversa, soubéssemos tolerar, sem ódio, as impertinências daqueles que ocupam melhores postos na paisagem social.


Seríamos caridosos se, por sermos mais inteligentes, não nos irritássemos com a inépcia daqueles que nos cercam ou nos servem.


Seríamos caridosos se não guardássemos ressentimento daqueles que nos ofenderam ou prejudicaram, que feriram o nosso orgulho ou roubaram a nossa felicidade, perdoando-lhes de coração.


Seríamos caridosos se reservássemos nosso rigor apenas para nós mesmos, sendo pacientes e tolerantes com as fraquezas e imperfeições daqueles com os quais convivemos, no lar, na oficina de trabalho ou na sociedade.


E assim, dezenas ou centenas de outras circunstâncias poderiam ainda ser lembradas, em que, uma amizade sincera, um gesto fraterno ou uma simples demonstração de simpatia, seriam expressões inequívocas da maior de todas as virtudes.


185 Nós, porém, quase não nos apercebemos dessas oportunidades que se nos apresentam, a todo instante, para fazermos a caridade.


Porquê?


É porque esse tipo de caridade não chama a atenção, nem provoca glorFificações.


Nós traímos, empregamos a violência, tratamos os outros com leviandade, desconfiamos, fazemos comentários de má fé, compartilhamos do erro e da fraude, mostramo-nos intolerantes, alimentamos ódios, praticamos vinganças, fomentamos intrigas, espalhamos inquietações, desencorajamos iniciativas nobres, regozijamo-nos com a impostura, prejudicamos interesses alheios, exploramos os nossos semelhantes, tiranizamos subalternos e familiares, desperdiçamos fortunas no vício e no luxo, transgredimos, enfim, todos os preceitos da Caridade, e, quando cedemos algumas migalhas do que nos sobra ou prestamos algum serviço, raras vezes agimo sob a inspiração do amor ao próximo; via de regra fazemo-lo por mera ostentação, ou por amor a nós mesmos, isto é, tendo em mira o recebimento de recompensas celestiais.


Quão longe estamos de possuir a verdadeira caridade!


Somos, ainda, demasiadamente egoístas e miseravelmente desprovidos do espírito de renúncia para praticá-la...


186 Mister se faz, porém, que a exercitemos, que aprendamos a dar ou sacrificar algo de nós mesmos em benefício de nossos semelhantes, porque "a caridade é o cumprimento da Lei".

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