segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Bruno J. Gimenes orientado pelo espírito Cristopher - Os Símbolos de Força: A Volta dos Iniciados 2012

Sinopse:
Os virtuosos estão reencarnando na Terra. Alguns já estão entre nós, um grupo de espíritos portadores de muitas virtudes que, se colocadas em ação a serviço do bem, poderão realizar uma transformação positiva sem precedentes na história da humanidade. O desafio desses espíritos virtuosos é grande, nobre e essencial, todavia o plano das sombras sabe disso e faz de tudo para impedir esse movimento.
Quem são os espíritos que estão reencarnando com potencial de elevar muito a condição do planeta? Como agem os seres das sombras quando querem realizar seus projetos de atrasar a evolução da humanidade? Como são as escolas do plano espiritual? Qualquer um pode estudar nelas, no período do sono físico? E o papel de cada um de nós no cenário da vida física? O que os seres de Luz esperam de nós?
Nesse segundo romance do Amparador Espiritual Cristopher, você aprenderá sobre esses temas, entre tantos outros narrados nas atmosferas espirituais da Terra, para que saibamos como agir e nos proteger. Em especial, para desenvolvermos o nosso potencial rumo à evolução da nossa consciência a fim de vencermos os nossos desafios diários, que são tantos.
Resenha
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Trechos:
Um iniciado não é uma pessoa que tem superpoderes, mas sim alguém que vive seu propósito plenamente. Ser iniciado é o mesmo que viver a sua melhor face, fazer o que de melhor pode ser feito. Todo ser humano vivente no planeta Terra deve concentrar-se na tarefa de curar as inferioridades de sua personalidade. A missão de cada espírito encarnado é a cura das emoções inferiores.
São comuns entre os seres humanos a distração e a alienação espiritual, o que significa o esquecimento da real finalidade de uma existência (encarnação).
Nenhuma pessoa que vive na Terra será realmente feliz até que aprenda a transformar as suas emoções negativas em positivas.
Toda alma que focar sua atenção na cura de suas emoções encontrará êxito porque esse é o motivo maior da existência para cada ser encarnado. Toda ação de vida que atue no sentido contrário dessa meta configura-se como perda de tempo.
Ser iniciado é domar os instintos inferiores e viver concentrado na realização da missão da sua alma.
A aura de uma pessoa, que é o seu campo energético ou corpo espiritual, é moldável, flexível, pois pode expandir-se ou contrair em função da natureza dos pensamentos e dos sentimentos que o indivíduo exprime.
A razão de cada ser é o conhecimento de sua missão pessoal, é o acesso a uma espécie de gps interior que diz a direção correta a ser seguida e as atitudes a serem tomadas. A razão de cada ser sempre revela os caminhos de maior simplicidade e objetivo. Em resumo, o espírito de cada ser, esteja ele encarnado ou desencarnado, tem uma programação interior (um propósito). O racionalismo, dentro desses termos, é tudo o que uma pessoa deve procurar, porque assim ela conhecerá seus potenciais e entenderá o caminho que deverá seguir.
O desafio da humanidade é eliminar a alienação espiritual e curar as emoções negativas. Quando essa meta for alcançada todo o resto virá por ressonância natural da nova sintonia.
É claro que a humanidade sempre foi e sempre será banhada por inúmeros tipos de amparos, de dimensões inimagináveis do cenário cósmico, entretanto todas essas vibrações só podem convergir em um ponto: a consciência de cada ser e as atitudes que são tomadas em consequência disso.
eu me via criança, jovem, idoso, homem, mulher, branco, negro, oriental e ocidental. foi uma experiência sem precedentes para mim.
Quando cada ser estiver conectado com sua razão de existir, em um sentindo mais amplo da palavra, então naturalmente a missão de sua alma será aflorada. - ...naquele ambiente ninguém precisava lembrar ninguém sobre suas tarefas.
Os movimentos, tanto do lado da luz quanto do lado da sombra, sempre ressonam em concordância com a Vontade Maior, pois a própria face escura da vida ainda assim é uma parte da engrenagem do Todo ou da Lei Divina.
Além disso uma característica marcante dos virtuosos (os portadores de símbolos de força) é que mais hora, menos hora, comece a aflorar um desejo intenso de viver propósitos elevados. Todo símbolo de força atua como uma bússola interior.
Lembre-se de que o que mais importa não é portar símbolos de força e ser considerado um virtuoso mas sim viver um propósito e realizá-lo em sua plenitude: muitos encarnados não são portadores de símbolos de força (conquistados em vidas passadas de sucesso), mas mesmo assim estão realizando uma encarnação primorosa na experiência atual e isso é o que mais importa.
As chances que O Grande Espírito Criador nos dá são infinitas.
Iniciados com três ou mais símbolos de força são normalmente dotados de potenciais que se manifestam na forma de projetos de grande repercussão que afetam positivamente a vida de muitas pessoas.
Que cada um possa encontrar o virtuoso que existe dentro de si. E que cada um possa construir seus símbolos de força vivendo seus propósitos e ativando seus NECs.
Nada é mais desgastante que uma árvore que produz frutos para serem desperdiçados.
Uma virtude no coração de um ser é como um fruto que deve ser oferecido para consumo.
As virtudes foram feitas para serem consumidas assim como a fruta que nasce de sua árvore.
Sentimentos bons necessitam ser expressados sempre porque só assim poderemos aniquilar os ruins. É a balança da vida, que precisa ser conduzida com sabedoria, porque, quando colocamos pesos apenas no lado negativo, então o positivo sucumbirá. Simples assim é a matemática da sabedoria. Portanto viva o seu lado luz se você não quiser que a sombra exista com tanta força. Acreditar que a sombra é maior que a sua luz é como aceitar que a criatura não tem um criador: uma incoerência.
Definitivamente o que importa não é ser um portador de inúmeros símbolos de força, mas que viva uma vida com base em valores elevados sintonizadas com a real finalidade de sua existência que é a expansão do amor, a cura das emoções inferiores, a harmonização nas relações com todos os seres e a geração de atitudes voltadas para o Bem Maior.
O que faz de você um iniciado é o seu conjunto de valores, seu padrão moral e suas atitudes voltadas à construção de um estilo de vida que produza melhoras em si próprio e em terceiros e que ajude a expandir o Amor sobre a face da Terra.
Você sendo ou não um portador de um ou mais símbolos de força, nada mudará se você não viver o seu propósito na sua existência. Somos sempre nós que decidimos, somos nós que aceitamos ou não a sintonia com os valores espirituais e com a missão que desejamos realizaar.
Quando você viver assim viverá o seu melhor pois encontrará a sua mais nobre face já que ao olhar-se no espelho verá o "rosto de Deus" refletindo o seu próprio rosto; e o melhor, não se envaidecerá por isso; apenas expressará a sua gratidão.

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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

As coisas sempre foram assim

“ Um grupo de cientistas colocou cinco macacos em uma gaiola e, no meio desta, uma escada com bananas em cima. Toda vez que um dos macacos começava na subir a escada, um dispositivo automático fazia jorrar água gelada sobre os demais macacos.

Passado certo tempo, toda vez que qualquer dos macacos esboçava um início de subida na escada, os demais o espancavam (evitando assim a água gelada).  Obviamente, após certo tempo, nenhum dos macacos se arriscava a subir a escada, apesar da tentação.

Os cientistas decidiram então substituir um dos macacos. A primeira coisa que o macaco novo fez foi tentar subir na escada. Imediatamente os demais começaram a espancá-lo. Após várias surras o novo membro dessa comunidade aprendeu a não subir na escada, embora jamais soubesse por que.

Um segundo macaco foi substituído e ocorreu com ele o mesmo que com o primeiro. O primeiro macaco que havia sido substituído participou, juntamente com os demais, do espancamento.

Um terceiro macaco foi trocado e o mesmo (espancamento, etc) foi repetido. Um quarto e o quinto macaco foram trocados, um de cada vez, com intervalos adequados, repetindo-se os espancamentos dos novatos quando de suas tentativas para subir na escada.

O que sobrou foi um grupo de cinco macacos que, embora nunca tenham recebido um chuveiro frio, continuavam a espancar todo macaco que tentasse subir na escada.

Se fosse possível conversar com os macacos e perguntar-lhes por que espancavam os que tentavam subir na escada … Aposto que a resposta seria:

“Eu não sei. Essa é a forma como as coisas são feitas por aqui.”

Isso, ou esse comportamento, essa resposta, não te parecem familiar?”

"É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito." Albert Einstein

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A visão das coisas

Conta uma popular lenda do Oriente Próximo, que um jovem chegou à beira de um oásis junto a um povoado e aproximando-se de um velho perguntou-lhe:
- "Que tipo de pessoa vive neste lugar ?

- "Que tipo de pessoa vivia no lugar de onde você vem ?" -

perguntou por sua vez o ancião.

- "Oh, um grupo de egoístas e malvados. - replicou o rapaz - Estou satisfeito de haver saído de lá."

A isso o velho replicou:

- "A mesma coisa você haverá de encontrar por aqui."

No mesmo dia, um outro jovem se acercou do oásis para beber água e vendo o ancião perguntou-lhe:

- "Que tipo de pessoa vive por aqui ?"

O velho respondeu com a mesma pergunta: - Que tipo de pessoa vive no lugar de onde você vem ?

O rapaz respondeu:

- "Um magnífico grupo de pessoas, amigas, honestas, hospitaleiras.

Fiquei muito triste por ter de deixá-las".

- "O mesmo encontrará por aqui"- respondeu o ancião.

Um homem que havia escutado as duas conversas perguntou ao velho :

- "Como é possível dar respostas tão diferente à mesma pergunta?

Ao que o velho respondeu :

- "Cada um carrega no seu coração o meio ambiente em que vive.

Aquele que nada encontrou de bom nos lugares por onde passou, não poderá encontrar outra coisa por aqui.

Aquele que encontrou amigos ali, também os encontrará aqui porque, na verdade, a nossa atitude mental é a única coisa na nossa vida sobre a qual podemos manter controle absoluto".

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Dois vendedores

Dois vendedores, Tom e Jerry, esquiavam nas montanhas quando avistaram um urso que andava à procura de alimento. Ao mesmo tempo, aparentemente, o urso os avistou e, virando-se, começou a caminhar em sua direção.
- Olha lá aquele urso – disse Tom. – O que ele come ?
 Jerry, que se orgulhava de sempre saber tudo, respondeu:
 - Alguns ursos preferem frutas silvestres e mel, mas aquela espécie ali é carnívora.
 - O que significa isso ?
 Jerry sempre suspeitara que Tom não fosse muito inteligente. Achava que ele deveria estudar mais e observar mais os fatos, mas Tom preferia ouvir o que seus clientes diziam e imaginar novas formas pelas quais poderiam beneficiar-se com seus produtos.
 - Carnívoros significa que o urso come carne – disse Jerry.
 - Quer dizer que ele come gente ?
 - É.
 - Não tem nenhuma árvore aqui por perto; é melhor corrermos.
 Jerry então começou a fazer um sermão :
  - Aquele urso é capaz de correr a uma velocidade de trinta quilômetros por hora, e suas pernas são tão fortes que ele pode acelerar muito mais depressa do que um ser humano; portanto, não vai adiantar nada tentar fugir correndo.
 Tom sentou-se, descalçou as botas de alpinismo, tirou os tênis da mochila e começou a calçá-los.
 - Por que é que você esta fazendo isso ? – perguntou Jerry. – Acabei de dizer que você não vai conseguir correr mais do que o urso.
- Não preciso correr mais que o urso. Basta eu correr mais do que você!

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Uma lição para meditar

Álvaro trabalhava em uma empresa. Funcionário sério, dedicado, cumpridor de suas obrigações e por isso mesmo já com seus 20 anos de casa.

Um belo dia, ele vai ao dono da empresa para fazer uma reclamação:

- Meu patrão, tenho trabalhado durante estes 20 anos em sua empresa com toda a dedicação, só que me sinto um tanto injustiçado. O Jucá, que está conosco há somente 3 anos, está ganhando mais do que eu. O patrão fingindo não ouvi-lo disse:

- Foi bom você vir aqui. Tenho um problema para resolver e você poderá fazê-lo. Estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço hoje. Aqui na esquina tem uma barraca. Vá até lá e verifique se eles têm abacaxi. Álvaro, sem entender direito, saiu da sala e foi cumprir a missão. Em cinco minutos estava de volta.

- E aí Álvaro? - perguntou o patrão

- Verifiquei como o senhor mandou. O moço tem abacaxi.

- E quanto custa?

- Isso eu não perguntei não.

- Eles têm quantidade suficientes para atender a todos os funcionários? -quis saber o patrão.

- Também não perguntei isso não.

- Há alguma fruta que possa substituir o abacaxi?

- Não sei não.

- Muito bem Álvaro. Sente-se ali naquela cadeira e me aguarde um pouco. O patrão pegou o telefone e mandou chamar o Jucá. Deu a ele a mesma orientação que dera ao Álvaro. Em oito minutos, o Jucá voltou.

- E então? - indagou o patrão.

- Eles têm abacaxi, sim. Em quantidade suficiente para todo nosso pessoal e se o senhor preferir, têm também laranja, banana, melão e mamão.

O abacaxi estão vendendo a R$1,50 cada; a banana e o mamão a R$1,00 o quilo; o melão R$1,20 a unidade e a laranja a R$20,00 o cento, já descascada. Mas como eu disse que a compra seria em grande quantidade, eles me concederão um desconto de 15%. Deixei reservado. Conforme o Senhor decidir, volto lá e confirmo - explicou o Jucá.

Agradecendo pelas informações, o patrão dispensou-o.

Voltou-se para o Álvaro, que permaneceu sentado ao seu lado e perguntou-lhe:

- Álvaro, o que foi que você estava mesmo me dizendo?

- Nada sério não patrão. Esqueça. Com sua licença.

E o Álvaro deixou a sala.


Moral da história: "As pessoas podem se destacar, mesmo quando encaram um abacaxi ". Lembre-se sempre devemos fazer mais do que nos pede, esta mensagem serve pra nossas vidas, pois um amigo vale mais do que tudo, porque ao invés de ficarmos cobrando não fazemos o melhor, por este motivo existe pessoas que se tornam mais nossas amigas pois, elas se destacam entre algumas que estão ao nosso lado há anos.

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Sufi Bayazid e sua oração

Sufi Bayazid diz seguinte de si mesmo:
Na juventude eu era um revolucionário e rezava assim:
“Deus, dai-me energia para mudar o mundo!”
Mas ao chegar à meia-idade, percebi que metade da vida já havia se passado sem que eu tivesse mudado homem algum. Então mudei a minha prece, dizendo ao Criador:
“Dai-me a graça, Senhor, de transformar os que vivem comigo dia a dia, como a minha família e meus amigos; com isso já estarei satisfeito...”
Agora que sou velho e tenho os dias contados, percebo bem quanto fui tolo rezando assim. Minha oração agora é apenas esta:
“Dai-me a graça, Senhor, de mudar a mim mesmo”
Se eu tivesse rezado assim, desde o princípio, não teria desperdiçado a minha vida.

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sábado, 3 de novembro de 2012

Ninguém é dono de nada - As Leis Morais - Rodolfo Calligaris 1967 - Caridade Moral





175 À medida que se adianta espiritualmente, o homem passa a compreender que, em última análise, ninguém é dono de nada, pois tudo pertence a Deus, sendo, todos nós, meros usufrutuários dos bens terrenos, já que eles não poderão seguir conosco, de forma alguma, além das fronteiras da "morte". Por conseguinte, se a Providência no-los confia, por determinado período, não é para que os utilizemos em proveito exclusivamente familiar, mas para que aprendamos a movimentá-los em benefício de todos, dando-lhes uma função social.

176 Filhos que somos do Pai Celestial e portanto co-herdeiros do Universo, dia virá - se bem que assaz longínquo - quando, libertos, por merecimento, do ciclo de reencarnações em mundos grosseiros como o nosso, haveremos de tornar-nos puros espíritos, tendo por morada as suaves e maravilhosas esferas siderais.

Será, então, com imensa autopiedade que nos recordaremos desta fase de nossa evolução em que tão grande é o nosso apego a uns pedacinhos de chão lamacento e tão desesperada a nossa luta por uns papeizinhos coloridos, estampados na Casa da Moeda...


181 Escusam-se muitos de não poderem ser caridosos, alegando precariedade de bens, como se a caridade se reduzisse a dar de comer aos famintos, dar de beber aos sedentos, vestir os nus e proporcionar um teto aos desabrigados.


Além dessa caridade, de ordem material, outra existe - a moral, que não implica o gasto de um centavo sequer e,  não obstante, é a mais difícil de ser praticada.


Exemplos? Eis alguns:


Seríamos caridosos se, fazendo bom uso de nossas forças mentais, vibrássemos ou orássemos diariamente em favor de quantos saibamos acharem-se enfermos, tristes ou oprimidos, sem excluir aqueles que porventura se considerem nossos inimigos.

Seríamos caridosos se, em determinadas situações, nos fizéssemos intencionalmente cegos para não vermos o sorriso desdenhoso ou o gesto desprezivo de quem se julgue superior a nós.


182 Seríamos caridosos se, com sacrifício de nosso valioso tempo, fôssemos capazes de ouvir, sem enfado, o infeliz que nos deseja confiar seus problemas íntimos, embora sabendo de antemão nada podermos fazer por ele, senão dirigir-lhe algumas palavras de carinho e solidariedade.


Seríamos caridosos se, ao revés, soubéssemos fazer-nos momentaneamente surdos quando alguém, habituado a escarnecer de tudo e de todos, nos atingisse com expressões irônicas ou zombeteiras.


Seríamos caridosos se, disciplinando nossa língua, só nos referíssemos ao que existe de bom nos seres e nas coisas, jamais passando adiante notícias que, mesmo sendo verdadeiras, só sirvam para conspurcar a honra ou abalar a reputação alheia.


Seríamos caridosos se, embora as circunstâncias a tal nos induzissem, não suspeitássemos mal de nossos semelhantes, abstendo-nos de expender qualquer juízo apressado e temerário contra eles, mesmo entre os familiares.


Seríamos caridosos se, percebendo em nosso irmão um intento maligno, o aconselhássemos a tempo, mostrando-lhe o erro e despersuadindo-o de o levar a efeito.


Seríamos caridosos se, privando-nos, de vez em quando, do prazer de um programa radiofônico ou de TV de nosso agrado, visitássemos pessoalmente aqueles que, em leitos hospitalares ou de sua residência, curtem prolongada doença e anseiam por um pouco de atenção e afeto.


183 Seríamos caridosos se, embora essa atitude pudesse prejudicar nosso interesse pessoal, tomássemos, sempre, a defesa do fraco e do pobre, contra a prepotência do forte e a usura do rico.


Seríamos caridosos se, mantendo permanentemente uma norma de proceder sereno e otimista, procurássemos criar em torno de nós uma atmosfera de paz, tranquilidade e bom humor.


Seríamos caridosos se, vez por outra, endereçássemos uma palavra de aplauso e de estímulo às boas causas e não procurássemos, ao contrário, matar a fé e o entusiasmo daqueles que nelas se acham empenhados.


Seríamos caridosos se deixássemos de postular qualquer benefício ou vantagem, desde que verificássemos haver outros direitos mais legítimos a serem atendidos em primeiro lugar.


Seríamos caridosos se, vendo triunfar aqueles cujos méritos sejam inferiores aos nossos, não os invejássemos e nem lhes desejássemos mal.


184 Seríamos caridosos se não desdenhássemos nem evitássemos os de má vida, se não temêssemos os salpicos de lama que os cobrem e lhes estendêssemos a nossa mão amiga, ajudando-os a levantar-se e limpar-se.


Seríamos caridosos se, possuindo alguma parcela de poder, não nos deixássemos tomar pela soberba, tratando, os pequeninos de condição, sempre com doçura e urbanidade, ou, em situação inversa, soubéssemos tolerar, sem ódio, as impertinências daqueles que ocupam melhores postos na paisagem social.


Seríamos caridosos se, por sermos mais inteligentes, não nos irritássemos com a inépcia daqueles que nos cercam ou nos servem.


Seríamos caridosos se não guardássemos ressentimento daqueles que nos ofenderam ou prejudicaram, que feriram o nosso orgulho ou roubaram a nossa felicidade, perdoando-lhes de coração.


Seríamos caridosos se reservássemos nosso rigor apenas para nós mesmos, sendo pacientes e tolerantes com as fraquezas e imperfeições daqueles com os quais convivemos, no lar, na oficina de trabalho ou na sociedade.


E assim, dezenas ou centenas de outras circunstâncias poderiam ainda ser lembradas, em que, uma amizade sincera, um gesto fraterno ou uma simples demonstração de simpatia, seriam expressões inequívocas da maior de todas as virtudes.


185 Nós, porém, quase não nos apercebemos dessas oportunidades que se nos apresentam, a todo instante, para fazermos a caridade.


Porquê?


É porque esse tipo de caridade não chama a atenção, nem provoca glorFificações.


Nós traímos, empregamos a violência, tratamos os outros com leviandade, desconfiamos, fazemos comentários de má fé, compartilhamos do erro e da fraude, mostramo-nos intolerantes, alimentamos ódios, praticamos vinganças, fomentamos intrigas, espalhamos inquietações, desencorajamos iniciativas nobres, regozijamo-nos com a impostura, prejudicamos interesses alheios, exploramos os nossos semelhantes, tiranizamos subalternos e familiares, desperdiçamos fortunas no vício e no luxo, transgredimos, enfim, todos os preceitos da Caridade, e, quando cedemos algumas migalhas do que nos sobra ou prestamos algum serviço, raras vezes agimo sob a inspiração do amor ao próximo; via de regra fazemo-lo por mera ostentação, ou por amor a nós mesmos, isto é, tendo em mira o recebimento de recompensas celestiais.


Quão longe estamos de possuir a verdadeira caridade!


Somos, ainda, demasiadamente egoístas e miseravelmente desprovidos do espírito de renúncia para praticá-la...


186 Mister se faz, porém, que a exercitemos, que aprendamos a dar ou sacrificar algo de nós mesmos em benefício de nossos semelhantes, porque "a caridade é o cumprimento da Lei".

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sábado, 20 de outubro de 2012

Errando também se aprende - As Leis Morais - Rodolfo Calligaris 1967

44 "Errando também se aprende", diz um refrão popular. E muito, acrescentamos nós. De sorte que passar do estado de inocência, ou seja, de total inconsciência para o de culpabilidade, em virtude de engano na escolha de certo modo de agir, não significa retrogradar, mas sim ganhar tirocínio, desenvolver a capacidade de discernimento, sem o que nenhum avanço seria possível.
Em qualquer ramo de Ciência, depois de uma dezena de experimentações diferentes mal sucedidas, o pesquisador estará inevitavelmente mais próximo da solução que persegue do que antes de iniciá-las, porque os resultados obtidos, embora negativos, lhe terão fornecido preciosos subsídios a respeito, indicando-lhe o melhor rumo a tomar.

-45 Como se sabe, milhares e milhares de coisas que tanto conforto e bem-estar oferecem, hoje, à Humanidade, são frutos de uma série enorme de fracassos, senão mesmo de desastres e de sacrifícios cruciantes, que afinal se transformaram em grandes e esplêndidos triunfos.
Pois bem! O mesmo sucede na conquista da perfeição. Advertidos pela Dor a cada falta que cometemos, vamos aprendendo a evitá-las.
Os que perfilham doutrinas anti-reencarnacionistas não aceitam que todas as almas sejam criadas "com iguais aptidões para evoluir" e nem aceitam que as diferenças atuais dessas almas, em saber e moralidade, sejam o resultado de progressos realizados em existência pregressas, como ensina o Espiritismo.
Essas diferenças, no entanto, são reais, incontestáveis e ressaltam à vista de qualquer um, mas, como não encontram uma causa anterior para justificá-las, dizem: é porque... Deus as tem criado assim, desiguais e sem as mesmas aptidões!
A que se reduziria, neste caso, a Justiça Divina? -

175 À medida que se adianta espiritualmente, o homem passa a compreender que, em última análise, ninguém é dono de nada, pois tudo pertence a Deus, sendo, todos nós, meros usufrutuários dos bens terrenos, já que eles não poderão seguir conosco, de forma alguma, além das fronteiras da "morte". Por conseguinte, se a Providência no-los confia, por determinado período, não é para que os utilizemos em proveito exclusivamente familiar, mas para que aprendamos a movimentá-los em benefício de todos, dando-lhes uma função social.


176 Filhos que somos do Pai Celestial e portanto co-herdeiros do Universo, dia virá - se bem que assaz longínquo - quando, libertos, por merecimento, do ciclo de reencarnações em mundos grosseiros como o nosso, haveremos de tornar-nos puros espíritos, tendo por morada as suaves e maravilhosas esferas siderais.

Será, então, com imensa autopiedade que nos recordaremos desta fase de nossa evolução em que tão grande é o nosso apego a uns pedacinhos de chão lamacento e tão desesperada a nossa luta por uns papeizinhos coloridos, estampados na Casa da Moeda...


181 Escusam-se muitos de não poderem ser caridosos, alegando precariedade de bens, como se a caridade se reduzisse a dar de comer aos famintos, dar de beber aos sedentos, vestir os nus e proporcionar um teto aos desabrigados.


Além dessa caridade, de ordem material, outra existe - a moral, que não implica o gasto de um centavo sequer e,  não obstante, é a mais difícil de ser praticada.


Exemplos? Eis alguns:


Seríamos caridosos se, fazendo bom uso de nossas forças mentais, vibrássemos ou orássemos diariamente em favor de quantos saibamos acharem-se enfermos, tristes ou oprimidos, sem excluir aqueles que porventura se considerem nossos inimigos.

Seríamos caridosos se, em determinadas situações, nos fizéssemos intencionalmente cegos para não vermos o sorriso desdenhoso ou o gesto desprezivo de quem se julgue superior a nós.


182 Seríamos caridosos se, com sacrifício de nosso valioso tempo, fôssemos capazes de ouvir, sem enfado, o infeliz que nos deseja confiar seus problemas íntimos, embora sabendo de antemão nada podermos fazer por ele, senão dirigir-lhe algumas palavras de carinho e solidariedade.


Seríamos caridosos se, ao revés, soubéssemos fazer-nos momentaneamente surdos quando alguém, habituado a escarnecer de tudo e de todos, nos atingisse com expressões irônicas ou zombeteiras.


Seríamos caridosos se, disciplinando nossa língua, só nos referíssemos ao que existe de bom nos seres e nas coisas, jamais passando adiante notícias que, mesmo sendo verdadeiras, só sirvam para conspurcar a honra ou abalar a reputação alheia.


Seríamos caridosos se, embora as circunstâncias a tal nos induzissem, não suspeitássemos mal de nossos semelhantes, abstendo-nos de expender qualquer juízo apressado e temerário contra eles, mesmo entre os familiares.


Seríamos caridosos se, percebendo em nosso irmão um intento maligno, o aconselhássemos a tempo, mostrando-lhe o erro e despersuadindo-o de o levar a efeito.


Seríamos caridosos se, privando-nos, de vez em quando, do prazer de um programa radiofônico ou de TV de nosso agrado, visitássemos pessoalmente aqueles que, em leitos hospitalares ou de sua residência, curtem prolongada doença e anseiam por um pouco de atenção e afeto.


183 Seríamos caridosos se, embora essa atitude pudesse prejudicar nosso interesse pessoal, tomássemos, sempre, a defesa do fraco e do pobre, contra a prepotência do forte e a usura do rico.


Seríamos caridosos se, mantendo permanentemente uma norma de proceder sereno e otimista, procurássemos criar em torno de nós uma atmosfera de paz, tranquilidade e bom humor.


Seríamos caridosos se, vez por outra, endereçássemos uma palavra de aplauso e de estímulo às boas causas e não procurássemos, ao contrário, matar a fé e o entusiasmo daqueles que nelas se acham empenhados.


Seríamos caridosos se deixássemos de postular qualquer benefício ou vantagem, desde que verificássemos haver outros direitos mais legítimos a serem atendidos em primeiro lugar.


Seríamos caridosos se, vendo triunfar aqueles cujos méritos sejam inferiores aos nossos, não os invejássemos e nem lhes desejássemos mal.


184 Seríamos caridosos se não desdenhássemos nem evitássemos os de má vida, se não temêssemos os salpicos de lama que os cobrem e lhes estendêssemos a nossa mão amiga, ajudando-os a levantar-se e limpar-se.


Seríamos caridosos se, possuindo alguma parcela de poder, não nos deixássemos tomar pela soberba, tratando, os pequeninos de condição, sempre com doçura e urbanidade, ou, em situação inversa, soubéssemos tolerar, sem ódio, as impertinências daqueles que ocupam melhores postos na paisagem social.


Seríamos caridosos se, por sermos mais inteligentes, não nos irritássemos com a inépcia daqueles que nos cercam ou nos servem.


Seríamos caridosos se não guardássemos ressentimento daqueles que nos ofenderam ou prejudicaram, que feriram o nosso orgulho ou roubaram a nossa felicidade, perdoando-lhes de coração.


Seríamos caridosos se reservássemos nosso rigor apenas para nós mesmos, sendo pacientes e tolerantes com as fraquezas e imperfeições daqueles com os quais convivemos, no lar, na oficina de trabalho ou na sociedade.


E assim, dezenas ou centenas de outras circunstâncias poderiam ainda ser lembradas, em que, uma amizade sincera, um gesto fraterno ou uma simples demonstração de simpatia, seriam expressões inequívocas da maior de todas as virtudes.


185 Nós, porém, quase não nos apercebemos dessas oportunidades que se nos apresentam, a todo instante, para fazermos a caridade.


Porquê?


É porque esse tipo de caridade não chama a atenção, nem provoca glorFificações.


Nós traímos, empregamos a violência, tratamos os outros com leviandade, desconfiamos, fazemos comentários de má fé, compartilhamos do erro e da fraude, mostramo-nos intolerantes, alimentamos ódios, praticamos vinganças, fomentamos intrigas, espalhamos inquietações, desencorajamos iniciativas nobres, regozijamo-nos com a impostura, prejudicamos interesses alheios, exploramos os nossos semelhantes, tiranizamos subalternos e familiares, desperdiçamos fortunas no vício e no luxo, transgredimos, enfim, todos os preceitos da Caridade, e, quando cedemos algumas migalhas do que nos sobra ou prestamos algum serviço, raras vezes agimo sob a inspiração do amor ao próximo; via de regra fazemo-lo por mera ostentação, ou por amor a nós mesmos, isto é, tendo em mira o recebimento de recompensas celestiais.


Quão longe estamos de possuir a verdadeira caridade!


Somos, ainda, demasiadamente egoístas e miseravelmente desprovidos do espírito de renúncia para praticá-la...


186 Mister se faz, porém, que a exercitemos, que aprendamos a dar ou sacrificar algo de nós mesmos em benefício de nossos semelhantes, porque "a caridade é o cumprimento da Lei".

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segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Sidney N. Bremer - Querer É Poder 1967


A maior descoberta deste século não é o controle do átomo, nem será a exploração espacial. será a descoberta de si mesmo pelo homem.

É um espetáculo constrangedor ver as pessoas empenhadas num trabalho que consideram aborrecido. Quando não se ama o trabalho, desperdiçam-se as energias. Seja qual for a sua experiência ou o seu preparo, cada qual deveria transferir-se para o trabalho em que se sente mais feliz. É muito melhor ser um mecânico ou um maquinista feliz do que ser um advogado descontente com a sua profissão. A felicidade e o amor deviam ser os fatores decisivos - e não a remuneração. Um desses mecânicos de aviação felizes é hoje presidente de uma importante companhia aérea.

Sidney N. Bremer

Trechos do livro "How to get what you want" (Querer É Poder)


Recomendo.


Neste livro, Sidney N. Bremer utiliza o conhecimento adquirido em anos de trabalho no campo das relações humanas e de vendas para mostrar o caminho da vitória. Um objectivo em mente, a disposição de persegui-lo e uma atitude positiva em relação à própria capacidade são os elementos básicos para a transformação dos sonhos em realidade.


OPORTUNIDADE IGUAIS PARA TODOS.
UMA PORTA ABERTA.
A VONTADE DE VENCER.
PENSE NAS COISAS QUE DESEJA.
TRABALHO DE AMOR.
SUPERANDO AS DIFICULDADES.
DESENVOLVA UMA PÉRSONALIDADE MAGNÉTICA.
ATIVIDADE MENTAL E REALIZAÇÃO.
O SISTEMA CONQUISTA O SUCESSO.
TRANSFORMAR O CONHECIMENTO EM PODER.
IMAGINAÇÃO CRIADORA.
CULTURA FISICA.
ESSENCIAL PARA O SUCESSO NO TRABALHO DE EQUIPE.
A CONQUISTA DO MEDO E DA PREOCUPAÇÃO.
QUERER É PODER.
O CAMINHO DA VITÓRIA.

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segunda-feira, 27 de agosto de 2012

entusiasmo

A maior descoberta deste século não é o controle do átomo, nem será a exploração espacial. será a descoberta de si mesmo pelo homem.

É um espetáculo constrangedor ver as pessoas empenhadas num trabalho que consideram aborrecido. Quando não se ama o trabalho, desperdiçam-se as energias. Seja qual for a sua experiência ou o seu preparo, cada qual deveria transferir-se para o trabalho em que se sente mais feliz. É muito melhor ser um mecânico ou um maquinista feliz do que ser um advogado descontente com a sua profissão. A felicidade e o amor deviam ser os fatores decisivos - e não a remuneração. Um desses mecânicos de aviação felizes é hoje presidente de uma importante companhia aérea.

Sidney N. Bremer

Trechos do livro "How to get what you want" (Querer É Poder)

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sexta-feira, 27 de julho de 2012

Voltaire e Nietzsche e Jack Kerouac (citação)

"O fato de não crermos numa coisa não elimina absolutamente a existência dessa coisa". Voltaire
"O interesse que tenho em acreditar numa coisa não é a prova da existência dessa coisa". Voltaire
"Quem luta com monstros deve velar para que, ao fazê-lo, não se transforme também em monstro". Nietzsche
"A vantagem de ter péssima memória é divertir-se muitas vezes com as mesmas coisas boas como se fosse a primeira vez". Nietzsche
"Os homens são tão malucos, querem a essência, a mulher é a essência, lá está ela bem na mão deles mas eles saem correndo construindo grandes estruturas abstratas". Jack Kerouac (Alene Lee)

"Se quer ser verdadeiramente vitorioso, vença-se a si próprio".

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domingo, 22 de julho de 2012

Oração e Autoconhecimento, Anselm Grün 2004

Trechos do livro:

Recomendo.

O livro mostra a oração como uma fonte de autoconhecimento. O autor considera a atitude de falar com Deus e voltar o coração para Deus impele o orante a voltar-se para si mesmo e ocupar-se em primeiro lugar com o próprio coração. 

Sem lágrimas não existe encontro com o Deus verdadeiro, mas unicamente com as construções da própria fantasia.
Aquele que deixa que Deus se aproxime, que se deixa superar por ele, este se desfaz em lágrimas.
Se não és capaz de chorar, não precisas ficar imaginando que tenhas experimentado alguma coisa de Deus. As lágrimas são o sinal da proximidade de Deus, expressão da experiência de Deus, expressão corporal do sentimento da presença do Deus de amor.
As lágrimas portanto são a reação do homem à aproximação de Deus, uma reação provocada pelo próprio Deus para que possa ser experimentado por nós.










Recomendo esse livro, comprei em Campos do Jordão, pode ser encontrado facilmente no Mercado Livre por +- $12 (sem o frete); com o frete não deve dar mais que $20... Vale a pena!

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quinta-feira, 21 de junho de 2012

Nunca se esqueça de Deus (9 frases)

1 Deus não escolhe pessoas capacitadas, Ele capacita os escolhidos.
2 Um com Deus é maioria.
3 Devemos orar sempre, não até Deus nos ouvir, mas até que possamos ouvir a Deus.
4 Nada está fora do alcance da oração, exceto o que está fora da vontade de Deus.
5 O mais importante não é encontrar a pessoa certa, e sim ser a pessoa certa.
6 Moisés gastou: 40 anos pensando que era alguém; 40 anos aprendendo que não era ninguém e 40 anos descobrindo o que Deus pode fazer com um NINGUÉM.
7 A fé ri das impossibilidades.
8 Não confunda a vontade de DEUS, com a permissão de DEUS.
9 Não diga a DEUS que você tem um grande problema. Mas diga ao problema que você tem um grande DEUS.


Recebi por e-mail

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quinta-feira, 31 de maio de 2012

Raul Seixas, Um Roqueiro no Além 2002

Os depoimentos do espírito Zílio (Raul Seixas), psicografados pelo médium Nelson Moraes e que constam no livro, UM ROQUEIRO NO ALÉM, vem causando uma profunda transformação nos jovens que leram tais depoimentos.

São milhares de jovens entre treze e vinte e um anos que através da leitura desse livro, acabaram se conscientizando do perigo que representa para o espírito o vício das drogas e do álcool.

Segundo os amigos e a própria mãe de Raul Seixas, quando encarnada, afirmaram reconhecer no espírito Zílio, o roqueiro famoso desencarnado...

Dr. Carlos de Brito Imbashay, do Rio de Janeiro, deu um depoimento muito interessante sobre o livro: "É incrível o poder de influenciação desses depoimentos contidos no livro, UM ROQUEIRO NO ALÉM, afirmo isso em função de ter constatado pessoalmente dois casos de transformações profundas influenciadas por essa obra".

Para informação dos leitores que ainda não conhecem a obra, transcrevemos alguns trechos dos depoimentos do Roqueiro:

"A minha morte foi como um pesadelo; senti um profundo torpor e perdi os sentidos. Depois de algum tempo recobrei a consciência; parecia estar bem, até que percebi que algumas pessoas estavam colocando-me dentro de um caixão.
Tentei reagir, mas não consegui mexer-me; gritei dizendo estar vivo, mas ninguém me ouviu.
Quando fecharam o caixão, dei murros na tampa tentando abrí-la, mas meu esforço era em vão; perdi os sentidos.
Não sei quanto tempo fiquei desacordado; quando dei por mim novamente, senti que me colocaram em um veículo e viajamos por algum tempo. Os solavancos do carro enjoaram-me; comecei a passar mal; não tinha espaço para vomitar e nem para me mexer; sentia-me sufocado.
Quando o carro parou escutei gritarem o meu nome seguido de muito pranto. Pelo movimento, percebi que alí deveria ser o local do velório. Tiraram o caixão do carro e, quando eu menos esperava, abriram a tampa.
Senti um grande alívio! Tentei levantar-me, mas não consegui. Muita gente debruçou sobre mim para chorar.
O que eu poderia fazer? Já havia tentado de tudo para sair dalí. A única explicação que eu encontrava para aquele fato é que eu estava realmente morto e o meu espírito preso ao corpo que já começava a cheirar mal.
Diante da minha impotência, tive que aceitar aquela situação. Observei cada pessoa que passava por mim. Olheavam-me piedosamente e lamentavam a minha morte. Quase todos que passaram por aquele desfile de lágrimas e de hipocrisia diziam a mesma coisa: Que pena, tão jovem! Outros cochichavam: Foram as drogas que o destruíram!
Depois de algum tempo, fecharam o caixão e puseram-me novamente em um carro; fiquei tonto. comecei a passar mal;por alguns momentos tive a esperança de que tudo aquilo poderia ser um sonho e que, naquele momento, eu iria morrer de verdade.
Mas acabei apenas desmaiando. Quando voltei a mim, não sei quanto tempo depois, escutei algumas pessoas conversando. Pelo que elas falavam, deduzi que estavam levando-me para o cemitério; quase me desesperei.
Senti um medo terrível, principalmente quando percebi que estavam sepultando-me. Não cheguei a entrar em pânico, mas rezei todas as orações que eu havia aprendido e isso de certa forma me acalmou.
Lembrei-me da minha vida desde quando era criança. Revi todo o meu passado, era como se eu estivesse assistindo a projeção de um filme na minha mente. A partir daí, naquela solidão profunda, comecei a julgar minhas atitudes.
Fui um combatente! Lutei contra um sistema que eu não aceitava e que me causava revolta. Entretanto, acabei vítima de mim mesmo e não do sistema que eu condenava.
Sem perceber, havia optado pela fuga, a mesma fuga que me havia fascinado em outros momentos de minha vida.  
O sofrimento por que eu estava passando era característico dos suicídas. Era assim que eu me sentia, um suicída. Levado pela revolta, percorri o caminho das drogas até encontrar a morte. Embora o mundo me aborrecesse, eu deveria ter continuado no bom combate.
Na verdade, fui um equivocado, apontei tudo o que eu achava que estava errado, mas não soube indicar o certo. Minhas intenções eram boas, mas minhas atitudes eram contraditórias. Em vez de atacar e ferir o sistema, eu deveria ter contribuído para transformá-lo.
Não corri atrás do ouro dos tolos, mas, na cama do meu apartamento, fiquei deitado com a boca aberta, esperando a morte chegar. Ela chegou antecipada! Veio convidada pela minha insensatez.
Em vez de repousar em seus braços, ela agora fazia arder minha consciência. No auge da minha angústia, eu questionava: Quanto tempo eu terei que ficar nesta situação? Ficarei aqui até o dito trem passar? Será que vou? Ou será que fico? Eu consolava a mim mesmo: Não importa! Se vou, livro-me deste mundo equivocado. Se fico, tento outra vez.
Diante das dúvidas que povoavam a minha mente, eu afiirmava: Tenho certeza de que a vida é eterna! Este é apenas um momento como outro qualquer. Vai passar, como tudo passou.
Essas auto-afirmações reconfortavam-me. Constantemente eu buscava encontrar as vantagens que aquela situação me proporcionava. Então eu dizia: Pelo menos aqui não ouço os noticiários infames! Não posso beber e nem me drogar...


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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Espada e harpa / Faca e lâmpada

Nenhum dos dois lugares pode viver sem o seu oposto complementar. A Cornualha precisa ir para a Irlanda, ou a Irlanda virá para a Cornualha.
Se aprendêssemos a viver o Feminino de uma maneira mais consciente, as vendas de aspirina diminuiriam drasticamente!
O trabalho do herói é específico: empreender a jornada interior, enfrentar os dragões e gigantes que lá existem e encontrar o tesouro escondido. O papel externo do herói é cada vez menos importantes nos dias de hoje: castelos a conquistar e dragões a serem abatidos estão em falta.
Duas coisas são necessárias a um herói: uma espada e uma harpa. Com a espada, o herói enfrenta o Mundo agressivamente, assume o controle da situação, posiciona-se firmemente, derrota o adversário. Existem ocasiões em que precisamos ser lógicos e analíticos. Às vezes precisamos nos posicionar com firmeza, mas também existem ocasiões em que nem a lógica nem a força nos podem ajudar; é então que precisamos recorrer à harpa. A harpa permite que o herói coloque a espada a serviço de um ideal nobre. Para ser completo, o herói necessita ter as duas coisas, pois sem a espada a harpa se torna ineficaz e sem a harpa a espada fica reduzida ao egoísmo. A espada não é capaz de construir relacionamentos; ela não pode resolver coisa alguma, não pode unir as coisas; ela só consegue rasgar. Se você quiser 'juntar os pedaços' e construir um  bom relacionamento, então vai precisar de aprender a usar a linguagem da harpa. A espada fere e separa, a harpa une e cicatriza.
Enigmas servem pra serem decifrados
É preciso que Tristão vá à Irlanda ou jamais chegará até Isolda a Bela.
Ele coloca de lado a espada, entra num barco sem vela e sem remos e, levando consigo apenas a harpa, deixa-se levar ao sabor do mar.
Chega um momento na vida de um homem em que o ego não tem mais respostas, ele não sabe o suficiente, não dispõe dos recursos necessários para reesolver uma situação impossível. Por onde quer que Tristão procurasse, ninguém na Cornualha era capaz de curar sua doença. Em momentos assim, o homem precisa abrir mão do comando, precisa lembrar-se das palavras de Tristão: 'Gostaria de tentar o mar que conduz a todas as possibilidades... a que terra, não importa, para que meus ferimentos cicatrizem'. Ele precisa entregar-se ao inconsciente e vagar em suas correntes até encontrar uma nova ilha de consciência para este estágio de sua vida. Uma das grandes virtudes do feminino interior (não especificamente às mulheres) é a capacidade de se soltar, de abrir mão do controle do ego, de parar de tentar controlar as pessoas e as situações, de deixar as circunstâncias a cargo do destino e ceder ao curso natural do universo.
Deixar a espada significa parar de tentar entender pelo intelecto ou pela lógica, parar de tentar forçar as coisas. Usar a harpa significa esperar pacientemente, ouvindo a voz suave que vem de dentro, esperar pela sabedoria que vem não da lógica ou da atividade, mas do sentimento, da intuição, do não racional e do lírico.
Só o que está separado pode ser devidamente unido. Quando duas coisas estão misturadas de forma confusa, elas precisam ser desembaraçadas, separadas e identificadas, para que mais tarde possam ser reunidas numa síntese proveitosa. O que é desmontado deve ser montado outra vez.

Robert A. Johnson

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