sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

As coisas sempre foram assim

“ Um grupo de cientistas colocou cinco macacos em uma gaiola e, no meio desta, uma escada com bananas em cima. Toda vez que um dos macacos começava na subir a escada, um dispositivo automático fazia jorrar água gelada sobre os demais macacos.

Passado certo tempo, toda vez que qualquer dos macacos esboçava um início de subida na escada, os demais o espancavam (evitando assim a água gelada).  Obviamente, após certo tempo, nenhum dos macacos se arriscava a subir a escada, apesar da tentação.

Os cientistas decidiram então substituir um dos macacos. A primeira coisa que o macaco novo fez foi tentar subir na escada. Imediatamente os demais começaram a espancá-lo. Após várias surras o novo membro dessa comunidade aprendeu a não subir na escada, embora jamais soubesse por que.

Um segundo macaco foi substituído e ocorreu com ele o mesmo que com o primeiro. O primeiro macaco que havia sido substituído participou, juntamente com os demais, do espancamento.

Um terceiro macaco foi trocado e o mesmo (espancamento, etc) foi repetido. Um quarto e o quinto macaco foram trocados, um de cada vez, com intervalos adequados, repetindo-se os espancamentos dos novatos quando de suas tentativas para subir na escada.

O que sobrou foi um grupo de cinco macacos que, embora nunca tenham recebido um chuveiro frio, continuavam a espancar todo macaco que tentasse subir na escada.

Se fosse possível conversar com os macacos e perguntar-lhes por que espancavam os que tentavam subir na escada … Aposto que a resposta seria:

“Eu não sei. Essa é a forma como as coisas são feitas por aqui.”

Isso, ou esse comportamento, essa resposta, não te parecem familiar?”

"É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito." Albert Einstein

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A visão das coisas

Conta uma popular lenda do Oriente Próximo, que um jovem chegou à beira de um oásis junto a um povoado e aproximando-se de um velho perguntou-lhe:
- "Que tipo de pessoa vive neste lugar ?

- "Que tipo de pessoa vivia no lugar de onde você vem ?" -

perguntou por sua vez o ancião.

- "Oh, um grupo de egoístas e malvados. - replicou o rapaz - Estou satisfeito de haver saído de lá."

A isso o velho replicou:

- "A mesma coisa você haverá de encontrar por aqui."

No mesmo dia, um outro jovem se acercou do oásis para beber água e vendo o ancião perguntou-lhe:

- "Que tipo de pessoa vive por aqui ?"

O velho respondeu com a mesma pergunta: - Que tipo de pessoa vive no lugar de onde você vem ?

O rapaz respondeu:

- "Um magnífico grupo de pessoas, amigas, honestas, hospitaleiras.

Fiquei muito triste por ter de deixá-las".

- "O mesmo encontrará por aqui"- respondeu o ancião.

Um homem que havia escutado as duas conversas perguntou ao velho :

- "Como é possível dar respostas tão diferente à mesma pergunta?

Ao que o velho respondeu :

- "Cada um carrega no seu coração o meio ambiente em que vive.

Aquele que nada encontrou de bom nos lugares por onde passou, não poderá encontrar outra coisa por aqui.

Aquele que encontrou amigos ali, também os encontrará aqui porque, na verdade, a nossa atitude mental é a única coisa na nossa vida sobre a qual podemos manter controle absoluto".

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Uma folha não cai do galho de uma árvore sem uma razão

Uma breve história irá  ilustrar esse princípio. Um dia uma folha caiu em uma floresta da Califórnia.  Caiu ao solo, e uma lagarta verde, que avançava aos poucos pelo caminho, teve  que se desviar bruscamente da folha. A lagarta subiu em uma tora de árvore.  Quando ela atingiu o topo da tora, um homem se aproximou e ali se sentou,  esmagando-a. Ele deu um pulo e sentiu a gosma na calça. Ao voltar para casa,  ele mudou de roupa e levou a calça para a lavanderia local. Lá encontrou uma  jovem, começaram a conversar, e depois foram juntos até a cafeteria mais próxima. Passaram a se encontrar, se apaixonaram, casaram e tiveram um filho.
Esta criança, por ser muito inteligente, foi um ótimo aluno na escola,  formou-se em advocacia e entrou para a política, crescendo em seu partido.
Assim, porque um dia uma  folha caiu na floresta, Richard Nixon, tornou-se o 37o presidente dos Estados  Unidos. Causa e efeito.

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Dois vendedores

Dois vendedores, Tom e Jerry, esquiavam nas montanhas quando avistaram um urso que andava à procura de alimento. Ao mesmo tempo, aparentemente, o urso os avistou e, virando-se, começou a caminhar em sua direção.
- Olha lá aquele urso – disse Tom. – O que ele come ?
 Jerry, que se orgulhava de sempre saber tudo, respondeu:
 - Alguns ursos preferem frutas silvestres e mel, mas aquela espécie ali é carnívora.
 - O que significa isso ?
 Jerry sempre suspeitara que Tom não fosse muito inteligente. Achava que ele deveria estudar mais e observar mais os fatos, mas Tom preferia ouvir o que seus clientes diziam e imaginar novas formas pelas quais poderiam beneficiar-se com seus produtos.
 - Carnívoros significa que o urso come carne – disse Jerry.
 - Quer dizer que ele come gente ?
 - É.
 - Não tem nenhuma árvore aqui por perto; é melhor corrermos.
 Jerry então começou a fazer um sermão :
  - Aquele urso é capaz de correr a uma velocidade de trinta quilômetros por hora, e suas pernas são tão fortes que ele pode acelerar muito mais depressa do que um ser humano; portanto, não vai adiantar nada tentar fugir correndo.
 Tom sentou-se, descalçou as botas de alpinismo, tirou os tênis da mochila e começou a calçá-los.
 - Por que é que você esta fazendo isso ? – perguntou Jerry. – Acabei de dizer que você não vai conseguir correr mais do que o urso.
- Não preciso correr mais que o urso. Basta eu correr mais do que você!

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Uma lição para meditar

Álvaro trabalhava em uma empresa. Funcionário sério, dedicado, cumpridor de suas obrigações e por isso mesmo já com seus 20 anos de casa.

Um belo dia, ele vai ao dono da empresa para fazer uma reclamação:

- Meu patrão, tenho trabalhado durante estes 20 anos em sua empresa com toda a dedicação, só que me sinto um tanto injustiçado. O Jucá, que está conosco há somente 3 anos, está ganhando mais do que eu. O patrão fingindo não ouvi-lo disse:

- Foi bom você vir aqui. Tenho um problema para resolver e você poderá fazê-lo. Estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço hoje. Aqui na esquina tem uma barraca. Vá até lá e verifique se eles têm abacaxi. Álvaro, sem entender direito, saiu da sala e foi cumprir a missão. Em cinco minutos estava de volta.

- E aí Álvaro? - perguntou o patrão

- Verifiquei como o senhor mandou. O moço tem abacaxi.

- E quanto custa?

- Isso eu não perguntei não.

- Eles têm quantidade suficientes para atender a todos os funcionários? -quis saber o patrão.

- Também não perguntei isso não.

- Há alguma fruta que possa substituir o abacaxi?

- Não sei não.

- Muito bem Álvaro. Sente-se ali naquela cadeira e me aguarde um pouco. O patrão pegou o telefone e mandou chamar o Jucá. Deu a ele a mesma orientação que dera ao Álvaro. Em oito minutos, o Jucá voltou.

- E então? - indagou o patrão.

- Eles têm abacaxi, sim. Em quantidade suficiente para todo nosso pessoal e se o senhor preferir, têm também laranja, banana, melão e mamão.

O abacaxi estão vendendo a R$1,50 cada; a banana e o mamão a R$1,00 o quilo; o melão R$1,20 a unidade e a laranja a R$20,00 o cento, já descascada. Mas como eu disse que a compra seria em grande quantidade, eles me concederão um desconto de 15%. Deixei reservado. Conforme o Senhor decidir, volto lá e confirmo - explicou o Jucá.

Agradecendo pelas informações, o patrão dispensou-o.

Voltou-se para o Álvaro, que permaneceu sentado ao seu lado e perguntou-lhe:

- Álvaro, o que foi que você estava mesmo me dizendo?

- Nada sério não patrão. Esqueça. Com sua licença.

E o Álvaro deixou a sala.


Moral da história: "As pessoas podem se destacar, mesmo quando encaram um abacaxi ". Lembre-se sempre devemos fazer mais do que nos pede, esta mensagem serve pra nossas vidas, pois um amigo vale mais do que tudo, porque ao invés de ficarmos cobrando não fazemos o melhor, por este motivo existe pessoas que se tornam mais nossas amigas pois, elas se destacam entre algumas que estão ao nosso lado há anos.

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Sufi Bayazid e sua oração

Sufi Bayazid diz seguinte de si mesmo:
Na juventude eu era um revolucionário e rezava assim:
“Deus, dai-me energia para mudar o mundo!”
Mas ao chegar à meia-idade, percebi que metade da vida já havia se passado sem que eu tivesse mudado homem algum. Então mudei a minha prece, dizendo ao Criador:
“Dai-me a graça, Senhor, de transformar os que vivem comigo dia a dia, como a minha família e meus amigos; com isso já estarei satisfeito...”
Agora que sou velho e tenho os dias contados, percebo bem quanto fui tolo rezando assim. Minha oração agora é apenas esta:
“Dai-me a graça, Senhor, de mudar a mim mesmo”
Se eu tivesse rezado assim, desde o princípio, não teria desperdiçado a minha vida.

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terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Além Do Que Se Vê - Cláudio Roque Buono Ferreira & Wagner Veneziani Costa 2007


Esta obra apresenta ensinamentos sufis transmitidos por meio de metáforas, um método utilizado desde a antiguidade pelos grandes mestres da História e que hoje é intensamente usado por profissionais de NeuroLingüística e da psicologia, por transmitir ao inconsciente do ser humano lições que podem transformar sua vida para melhor.

Numa frase ou em uma história que pode parecer simples, encontram-se grandes lições de Luz que são percebidas por todos que têm sensibilidade. Aqueles que se dispuserem à busca da lapidação de seus sentimentos, certamente desvendarão os enigmas que estão além daquilo que seus olhos vêem quando estão com verdadeiros tampões que o impedem de ver o óbvio.

Além do que se vê é um trabalho de pesquisa, bem como uma expressão do conhecimento que os autores acumularam no decorrer de suas existências e que agora brindam o leitor com essa Luz que certamente contribuirá para o seu aprimoramento e para o seu aprendizado, conduzindo-o ao encontro da Verdadeira Luz.

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