sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Você está sendo vigiado



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terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Enormes reservas de água doce no fundo dos oceanos são descobertas

Cientistas descobriram vastas reservas de água doce localizadas nas profundezas do oceano. A descoberta pode impedir uma crise mundial de água.
Um novo estudo publicado este mês revela que cerca de meio milhão de quilômetros cúbicos de água de baixa salinidade estão enterradas sob o fundo do mar em plataformas continentais ao redor do mundo.

As reservas de água doce estão localizadas na costa da Austrália, América do Norte, China e África do Sul.

“O volume de água é 100 vezes maior do que a quantidade que extraímos da sub-superfície da Terra desde 1900″, disse o autor principal do estudo Dr. Vincent Post, da Escola de Meio Ambiente da Universidade de Flinders, na Autrália.

Estas reservas foram formadas ao longo dos últimos milhares de anos, quando o nível do mar era muito mais baixo do que é hoje e quando o litoral estava mais distante. Então, quando chovia, a água se infiltrava no solo e enchia o lençol freático em áreas que estão hoje em dia sob o mar. Quando calotas polares começaram a derreter cerca de 20.000 anos atrás, essas áreas foram cobertas pelo oceano.

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sábado, 7 de dezembro de 2013

Do Campo À Mesa - Panettone brasileiro

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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Fotógrafo amador faz sucesso compartilhando suas viagens no Flickr

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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Ministério Público estima roubo de R$ 1 bilhão no governo Serra

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Projeto mapeia e revela quem manda no Brasil

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Essa compilação gravada da ISS é absolutamente fantástica



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terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Como os smartphones monitoram cada passo seu

Há uma razão pela qual os smartphones tenham esse nome, mas será que eles estão ficando muito inteligentes? Nós sabemos que eles podem tirar fotos, rodar diversos aplicativos e nos ajudar a guiar até um destino, mas por trás de toda essa tecnologia há algo mais preocupante acontecendo.
Um artigo publicado no Buzzfeed analisa a forma como os smartphones em um futuro não tão distante irão meter o nariz em nossas tarefas diárias, tornando-se dispositivos de vigilância que acompanham cada movimento nosso, nosso método preferido de comunicação, o tipo de transporte que usamos com mais frequência e até mesmo saber quando ignoramos um exercício.
Como eles sabem isso? Dentro de smartphones modernos, não há somente um receptor de GPS que pode transmitir a sua posição para os satélites, mas também há sensores de movimento, giroscópios e acelerômetros que coletam dados suficientes para dizer onde você está, onde você esteve e o quanto você está apto para algo.
O artigo menciona como os pesquisadores da Universidade de Helsinki, na Finlândia, desenvolveram um método para descobrir qual meio de transporte a pessoa usou com base nos dados de movimento do telefone. Eles olharam para mais de 150 horas de dados do acelerômetro e padrões de movimentos reconhecidos que se correlacionam com os de um trem, carro, ônibus, etc.
A rede móvel AT & T, dos EUA, também realizou um estudo para identificar padrões de atividade humana, controlando o uso de smartphones em uma determinada área. Embora isso seja extremamente invasivo, a rede esperava que os resultados pudessem ajudar a melhorar o fluxo de tráfego em eventos como concertos de música.
Alguns donos do iPhone 5S podem não saber, mas dentro do smartphone está um chip de sensor de movimento que reúne dados de movimento do dispositivo e é intuitivo o suficiente para registrar mudanças em sua velocidade para determinar se você está andando, correndo ou dirigindo. Ele pode até mesmo dizer como você está segurando o aparelho e quando você está dormindo. Isso pode soar um pouco como algo do romance 1984, mas a tecnologia tem uma intenção supostamente inocente, que visa trabalhar em conjunto com aplicativos de fitness que por sua vez podem dizer se você foi preguiçoso demais esta semana.

Todos estes dados disponíveis tem despertado o interesse do governo (naturalmente). Por exemplo, o CEO do aplicativo Moves diz que foi abordado por algumas cidades que gostariam de utilizar os dados para fins de planejamento.
Em suma, embora este conjunto de dados pareça uma invasão grave de privacidade e dê um vislumbre de uma visão perturbadora do futuro, ele poderia trazer alguns benefícios quando se trata de saúde ou fornecer dados valiosos sobre como melhorar a infra-estrutura civil e da psicologia humana. E você leitor, o que acha disso?

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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Isaac Cordal cria uma minicidade em ruínas

No início deste ano, o artista Isaac Cordal nos revelou uma das mais ambiciosas instalações até a data atual intitulada Follow The Leaders, ou seja, siga os líderes.

Localizado em Nantes, na Franca, o projeto levou três meses de planejamento até ficar pronto. A instalação ocupa 20 x 18 metros e contém mais de 2000 peças individuais, incluindo construções de concreto e postes de luz que se acendem durante a noite, centenas de pessoas em miniatura e cascalhos de edifícios demolidos em torno da cidade.

“É uma representação de uma espécie de cidade em ruínas, uma metáfora para o colapso do capitalismo e os efeitos colaterais do progresso. Follow The Leaders é uma reflexão crítica sobre a nossa inércia como uma massa social, representando um estereótipo associado ao poder dos homens de negócio que corre no espectro global.” – descreve Isaac.

Veja mais imagens sobre este belíssimo projeto:

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Jovens que desrespeitam regras têm maior propensão a serem empreendedores de sucesso

Estudo que acompanhou mais de 12.000 pessoas ao longo de 30 anos identificou que empreendedores de sucesso costumam ter histórico de comportamentos arriscados na juventude. Eles são 3 vezes mais propensos a terem abandonado a escola, se envolvido em atividades ilícitas, até mesmo com tráfico drogas.
According to a new study, successful entrepreneurs are three times more likely to have engaged in illicit activities as teens like shoplifting, skipping out of school and even drug-dealing.

The insight comes from a nationally representative sample of 12,686 Americans who have been followed for other 30 years, since they were teenagers (Levine & Rubinstein, 2013).

They looked at what types of cognitive and other factors were associated with becoming a successful entrepreneur—especially one that had incorporated their business.

Naturally they found that successful entrepreneurs have to be smart, have high self-esteem and be well-educated; but they also need the attraction to risk.

Those who turned out to be the best entrepreneurs often had a history of being rule breakers in their teenage years. They were more likely to have smoked marijuana, to have bunked off school and even to have assaulted others.

But this illicit aspect was also coupled with a very stable family background. Successful entrepreneur’s were disproportionately likely to come from families that were: high-income, well-educated, and stable. So we’re not exactly talking about disadvantaged youths here.

We’re also not talking about women here: since men, on average, are more aggressive and are prepared to take on higher risks, they are more likely to become entrepreneurs. Women made up just 28% of the entrepreneurs who had incorporated their business.

Does more risk mean more reward? But does this extra risk pay off?

This study found that in a financial sense, the risk may well pay off. Successful entrepreneurs earned 41% more per hour than similar salaried workers, although they also worked longer hours (on average, 27% more).

The study doesn’t, however, tell us anything about the effects of being an entrepreneur on family life or on psychological health. Perhaps these may not be as favourable as the economic benefits.

In a similar vein, the taste for risk-taking plus high self-esteem can provide a dangerous mix which can easily lead to lapses in judgement. Because of this, entrepreneurs are likely to need someone more risk-averse around who can rein them in when they go too far.

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23 escritores que foram rejeitados antes do 1º livro publicado

Walt Disney foi demitido de um jornal por não ser criativo e nem ter boas ideias. The Beatles não teve chance com a Decca Records, por não ter futuro no show business. Einstein foi expulso da escola por ser mentalmente lento. Enfim, uma infinidade de grandes personalidades não recebeu a chance esperada no início da carreira e, após certo tempo de sofrimento, acabaram como celebridades internacionais.

Na literatura não é diferente. Vários autores, hoje conhecidos e consagrados, não receberam atenção de editoras e firam rejeitados. Alguns deles várias vezes por várias editoras diferentes. Abaixo, 20 casos das mais conhecidas celebridades literárias que começaram a carreira recebendo um doloroso não de seus editores.

Lolita, de Vladmir Nabokov
Uma editora, nem um pouco visionária, recebeu Nabokov com as seguintes palavras sobre “Lolita”: “Esmagadoramente nauseante, mesmo para uma freudiana iluminada. A coisa toda é um cruzamento de incerteza entre a realidade hedionda e a fantasia improvável. Muitas vezes torna-se um devaneio neurótico selvagem. Eu recomendo que ele seja enterrado sob uma pedra durante mil anos”.
O Senhor das Moscas, de William Golding
O livro, que narra a vida de um grupo de crianças preso numa ilha deserta, sem nenhum adulto por perto, foi rejeitado 20 vezes antes de ser publicado.
O Espião que saiu do frio, de John Le Carré
O autor de clássicos como “O Espião que sabia demais” e “O Jardineiro Fiel” recebeu uma negativa ao tentar publicar sua primeira obra. O editor alegou que Le Carré não tinha futuro.
E o vento levou, de Margaret Mitchell
O livro que deu origem ao clássico filme homônimo foi rejeitado 38 vezes antes de ser aceito por uma editora e publicado.
O Diário da Princesa, de Meg Cabot
O livro passou por 17 editoras distintas antes de ser finalmente publicado.
Santuário, de William Faulkner
Considerado por Mario Vargas Llosa como um livro irresistível, “Santuário” foi chamado de impublicável.
Gertrude Stein
Gertrude apenas apresentava seus poemas às pessoas mais intimas por não ser aceita por nenhuma editora. Teve o 1º deles publicado apenas 20 anos após ter começado a escrever.
O Diário de Anne Frank
A comovente história da garota judia foi rejeitada 15 vezes antes de ser finalmente publicada e virar um dos maiores best-sellers da história.
The Tale of Peter Rabbit, de Beatrix Potter
A escritora inglesa teve que publicar a história infantil por conta própria ao não ser aceita por nenhuma editora.
Carrie, a Estranha, de Stephen King
Antes mesmo de tentar publicar a história, King jogou o esboço de Carrie no lixo. Sua esposa remexeu a lixeira e leu a história. Gostou e incentivou King. Após isso, o escritor norte-americano foi rejeitado 30 vezes antes de tê-la publicada.
Louisa May Alcott
Ao tentar se tornar escritora, Louisa, autora de obras renomadas como “Mulherzinhas”, foi recomendada a continuar apenas na área do ensino.
Marcel Proust
O autor francês, dono do clássico “Em Busca do Tempo Perdido”, teve que pagar pela publicação de sua primeira obra.
Zen e a Arte de Manutenção de Motocicletas, de Robert M. Pirsing
A belíssima obra de Pirsing foi rejeitada 121 vezes antes de ter sua publicação aceita por uma editora. Depois de tantas negativas, a obra acabou entrando até mesmo no Guinness, como o sucesso de vendas mais rejeitado.
On the Road, de Jack Kerouac
A famosa obra de Kerouac foi recebida pelas seguintes palavras de um editor: “Sua prosa frenética e embaralhada expressa perfeitamente as viagens febris da Geração Beat. Mas isso é suficiente? Acho que não”.
E. E. Cummings
Após receber várias negativas de diversas editoras, Cummings escreveu o livro “Não, obrigado”, nomeando todos os editores que lhe negaram publicação.
Rudyard Kipling
O autor de “O Livro da Selva” não recebeu uma simples negativa em suas tentativas de publicação. O editor alegou que Kipling não sabia usar o inglês corretamente.
A Wrinkle in Time, de Madeleine L’Engle
Este clássico livro de ficção científica foi rejeitado 26 vezes antes de receber inúmeros renomados prêmios norte-americanos.
A Revolução dos Bichos, de George Orwell
“A Revolução dos Bichos” não foi publicada de imediato. O editor alegou que não havia mercado para histórias de animais nos EUA.
Duna, de Frank Herbert
Uma das maiores obras de ficção científica de todos os tempos foi rejeitada 23 vezes antes de ser publicada.
O Misterioso Caso de Styles, de Agatha Christie
Após ser rejeitada por seis editoras, a Rainha do Crime teve que esperar mais quatro anos para ter seu primeiro livro publicado. Hoje, é a vendedora mais traduzida da história.
James Joyce
O autor de “Ulisses” foi rejeitado 22 vezes antes de ser publicado.
Harry Potter e a Pedra Filosofal, de J. K. Rowling
Rowling foi rejeitada 12 vezes e ainda recebeu um insulto de um dos editores, ao recomendar que a escritora “não perdesse mais nem um dia de trabalho”.
Ardil 22, de Joseph Hellen
Apesar de não ter tido grandes dificuldades para ser publicado, recebeu uma dura crítica do The New York Times: “Nem parece ser escrito, em vez disso, ele dá a impressão de ter sido gritou para o papel. O que resta é um entulho de piadas ácidas”.
Enfim, a relação destes 20 escritores é uma ótima motivação para centenas de escritores espalhados pelo mundo para não desistirem. Assim, acredite no seu trabalho sempre que em breve, provavelmente, alguém acreditará no seu e publicará sua obra.

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