quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Dieta de baixo carboidrato pode ser mais eficiente do que medicamentos antipsicóticos, afirma um psiquiatra de Harvard

Dieta de baixo carboidrato pode ser mais eficiente do que medicamentos antipsicóticos, afirma um psiquiatra de Harvard

Os benefícios de uma dieta de baixo carboidrato para o equilíbrio do sistema nervoso já é um fato bem solidificado na ciência. A dieta cetogênica, por exemplo, é utilizada para o tratamento de epilepsia e desordens parecidas há décadas, com resultados positivos comprovados.

Recentemente, numa conferência de Psiquiatria, o Dr. Chris Palmer apresentou resultados terapêuticos surpreendentes em casos de uma desordem psicótica esquizoafetiva.

Ele relatou em detalhes o caso de dois pacientes, que já estavam sob tratamento convencional há anos, sendo que um deles já havia tentado doze medicamentos diferentes e o segundo, dezessete. A dieta de baixo carboidrato resultou em melhorias bem superiores aos medicamentos, e diferentemente destes, com “efeitos colaterais” positivos, como perda de peso e redução nos níveis de insulina.

Durante sua apresentação, o Dr. Palmer afirmou que os resultados foram dramáticos e começaram a aparecer depois de 3 semanas, melhorando ao longo do tempo. 

Embora surpreendentes dentro do paradigma convencional da medicina, estes resultados não são raros e esta abordagem terapêutica incluindo mudanças na alimentação e no estilo de vida certamente ainda vai revolucionar a vida de muita gente.

Vale a pena relembrar o antigo conselho de Hipócrates: “Faça do seu alimento o seu remédio”. 


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domingo, 22 de outubro de 2017

Como a Junk Food está transformando o Brasil

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sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Knorr: "Me conheça melhor"?

Recentemente, a Knorr, da Unilever, lançou uma campanha publicitária com o mote "Me conheça melhor", no intuito de convencer os consumidores a deixar de lado o "preconceito" contra seus temperos industrializados. Num video todo alto astral e musicado, a marca usa uma série de exemplos de preconceitos que merecem ser derrubados, como os de gênero, sexualidade, etnia, religião ou estética, pra traçar um falso paralelo. Ela quer nos convencer de que, assim como a gente deixa de olhar torto para quem é diferente da gente quando se aproxima afetivamente, bastaria saber um pouquinho mais sobre a marca, por meio do site, pra concluir que o caldo Knorr é superlegal.

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Tem pegadinha aí. Várias.


1) Não temos preconceito com tempero industrializado. Temos "pós-conceito". Após ler a lista de ingredientes e a tabela nutricional, e depois de provar comida de padaria temperada com esse tipo de produto, concluímos facilmente que tempero feito em casa é estupendamente mais saboroso e mais saudável. 

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2) O site da marca segue o padrão da falsa transparência adotado por grandes marcas: muito blá blá blá pra pouca informação comprovada. 

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3) A publicidade faz parecer que a Knorr tem algo de novo a oferecer, mas o produto permanece o mesmo. O glutamato monossódico continua lá.

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4) A lista de ingredientes não declara qual tipo de gordura vegetal foi usado, o que não nos permite confirmar se contém gordura trans nem se a origem dessa gordura é transgênica. 


Eu não consumo tempero industrializado, mas como jornalista defensora da causa da transparência no setor de alimentos, gostaria de conhecer a Knorr melhorrrr, de verdade. Então, Knorr, declare na lista de ingredientes qual gordura vegetal você usa e aplique o selo dos transgênicos, que aí talvez a sua campanha faça sentido, e eu talvez possa reconhecer publicamente que você está se tornando de fato mais transparente.

#queremossaber #averdadesobreacomida

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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Que tal aproveitar o Dia Mundial da Alimentação para dar início a uma dieta saudável?

Que tal aproveitar o Dia Mundial da Alimentação para dar início a uma dieta saudável? Confira 10 dicas para facilitar sua vida!

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sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Dissipando mitos: Gordura faz mal? (Dr. Victor Sorrentino)

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terça-feira, 3 de outubro de 2017

JP Sears - O Óleo de Coco quer te matar! Veja como

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sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Vegetarianismo (Monge Genshô)

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sábado, 7 de dezembro de 2013

Do Campo À Mesa - Panettone brasileiro

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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Buffaloberry: Conheça a frutinha que está sendo chamada de ‘o novo superalimento’

Fruta nativa de pequenas províncias do Canadá é riquíssima em nutrientes e surpreende os cientistas.

A pesquisa é da Universidade de Saskatchewan. Os pesquisadores descobriram que o buffaloberrt é riquíssimo em substâncias de alto impacto para a saúde.

“Há um interesse crescente no desenvolvimento comercial dessa fruta que, historicamente, sempre foi creditado o poder de trazer benefícios nutricionais e para a saúde”, explicou o Dr. Rick Green, co-autor do estudo.

O estudo mostrou que a frutinha tem elevadíssimo ter de ácido ascórbico, conhecido popularmente como vitamina C. Uma frutinha possui a quantidade da vitamina que existe em 4 laranjas.

Ela possui alto nível de pigmentos chamados antocianinas, altamente antioxidantes. Isso proporciona efeitos anti-inflamatórios, ‘limpeza cardiovascular’ e proteção contra câncer.

A fruta (Shepherdia argentea) é versátil e pode ser usada das mais variadas formas, desde sucos até tortas. Ela é usada em pequenos vilarejos onde acredita-se que possui poder de tratar artrite, tuberculose, algumas DST’s, problemas de estômago, acne, febre, câncer de estômago, cálculos biliares e problemas ginecológicos.

Apesar da crença popular, mais pesquisas precisam ser feitas para comprovar o efeito da fruta sobre todas as doenças.

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Evite o leite... pela sua Saúde!

Link

"O leite só é recomendado para as crianças, durante a fase de crescimento.  Depois de adulto, quanto menos leite beber, melhor"
Fonte: Livro "A Dieta Gracie".

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quarta-feira, 27 de novembro de 2013

9 Esculturas e 13 Paisagens feitas com comida

9 Esculturas
13 Paisagens

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terça-feira, 26 de novembro de 2013

Tomar refrigerante aumenta em 78% as chances de câncer de útero, diz estudo com 25 mil mulheres durante 14 anos

Um novo estudo está demonstrando o potencial maléfico dos refrigerantes em mulheres.

De acordo com pesquisas, mulheres que tomam bebidas açucaradas têm mais de 78% de chances de desenvolver um tipo de câncer de útero. A doença atinge mulheres, em média, com 50 anos de idade, e é o quarto tipo de câncer mais comum no Reino Unido, matando mais de 2.000 mulheres todos os anos.

O estudo, que levou 14 anos para ser concluído, teve a participação de 25.000 mulheres entre 50 e 60 anos com câncer endometrial, que afeta o revestimento interno do útero.
Os participantes deram informações detalhadas sobre o que comeram e beberam. Mais de 50% das mulheres tomavam bebidas gaseificadas (refrigerantes) com açúcar. Quase 600 desenvolveram câncer de endométrio, a forma mais comum da doença, afetando gravemente o útero. No entanto, os pesquisadores não encontraram nenhum indício na versão diet (sem açúcar).

A Universidade de Minnesota disse que seus pesquisadores não podem descartar a possibilidade de que as mulheres que tomavam refrigerantes açucarados tivessem péssimos hábitos de saúde.
No entanto, os cientistas acreditam que o açúcar nos refrigerantes pode ser a chave, uma vez que pode fazer as mulheres aumentarem de peso. Isto é importante porque uma mulher obesa produz muito mais estrogênio que uma magra. Este hormônio induz a proliferação de várias células.

As mulheres com sobrepeso também tendem a produzir mais insulina, um hormônio ligado à doença. De acordo com o pesquisador Dr. Maki Inoue-Choi: “A investigação tem documentado a contribuição de bebidas adoçadas com açúcar na epidemia de obesidade”.
Ele prossegue: “Muito açúcar pode aumentar a ingestão total de calorias de uma pessoa e pode aumentar o risco de problemas de saúde como obesidade, diabetes, doenças cardíacas e câncer”.

O estudo, que foi publicado na revista Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention, é o mais recente a levantar a ingestão de refrigerantes sobre os efeitos da saúde.

Estudos anteriores ligaram o açúcar a uma série de problemas como ataques cardíacos, diabetes, obesidade, fragilidade óssea, câncer de pâncreas e próstata, fraqueza muscular e paralisia.

No entanto, de acordo com o portal DailyMail, a indústria de refrigerantes rebatem a pesquisa e afirmam que seus produtos são responsáveis por uma pequena quantidade da ingestão diária de calorias de uma pessoa.

Fonte

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sábado, 9 de novembro de 2013

Do Campo À Mesa - De onde vem o leite?

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domingo, 27 de outubro de 2013

Do Campo À Mesa - Sol, calor e água de coco... de caixinha?

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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Do Campo À Mesa - Ilusões derretidas - Sorvetes

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Como descalcificar a glândula pineal

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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

A DIETA GRACIE - Rorion Gracie 2010

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