quinta-feira, 6 de julho de 2017

Eduardo Marinho - Qual é sua religião?



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quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Uma só Religião...


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quinta-feira, 21 de agosto de 2014

O que é religião - O ideal de uma religião universal - Swami Vivekananda

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sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Mãe evangélica encontra assassino de seu filho, veja o que acontece



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domingo, 24 de novembro de 2013

O Poder do Sal Grosso

Muitas vezes julgamos as coisas pelo senso comum. É importante sabermos do ponto de vista científico os efeitos de determinados agentes. O sal grosso tem um importante papel nesses estudos... DISMISTIFIQUE ESSA IDÉIA DE QUE O SAL GROSSO É COISA DE "MANDINGA".
O sal grosso é considerado um potente purificador de ambientes. Povos distintos usam o sal para combater o mau-olhado, e deixar a casa a salvo de energias nefastas.
O sal é um cristal e por isso emite ondas eletromagnéticas que podem ser medidas pelos radiestesistas. Ele tem o mesmo cumprimento de onda da violeta, capaz de neutralizar os campos eletromagnéticos negativos. Visto do microscópio o sal bruto revela que é um cristal, formado por pequenos quadrados ou cubos achatados.
As energias densas costumam se concentrar nos cantos da casa. Por isso, colocar um copo de água com sal grosso ou sal de cozinha equilibra essas forças e deixa a casa mais leve. Para uma sala média onde não circula muita gente, um copo de água com sal em dois cantos é suficiente. Em dois ou três dias já se percebe a diferença. Quando se formam bolhas é hora de renovar a salmora.
A solução de água e sal também é capaz de puxar os íons positivos, isto é, as partículas de energia elétrica da atmosfera, e reequilibrar a energia dos ambientes. Principalmente em locais fechados, escuros ou mesmo antes de uma tempestade, esses íons têm efeito intensificador e podem provocar tensão e irritação.
A prática simples de purificação com água e sal deve ser feita à menor sensação de que o ambiente está carregado, depois de brigas ou à noite no quarto, para que o sono não seja perturbado.
Banho de sal grosso e o antigo escalda-pés (mergulhar os pés em salmoura bem quente) têm o poder de neutralizar a eletricidade do corpo. Para quem mora longe da praia é um ótimo jeito de relaxar e renovar as energias. Já foi considerado o ouro branco (salmoura para conservar alimentos).
Os povos foram desenvolvendo técnicas de usar o sal, como as abaixo descritas:
·Uma pitada de sal sobre os ombros afasta a inveja.
·Para espantar o mau-olhado ou evitar visitas indesejáveis, caboclos e caipiras costumam colocar uma fileira de sal na soleira da porta ou um copo de salmoura do lado esquerdo da entrada.
·A mistura de sal com água ou álcool absorve tudo de ruim que está no ar, ajuda a purificar e impede que a inveja, o mau-olhado e outros sentimentos inferiores entrem na casa.
·Depois de uma festa, lavar todos os copos e pratos com sal grosso para neutralizar a energia dos convidados, purificando a louça para o uso diário.
·Tomar banho de água salgada com bicarbonato de sódio descarrega as energias ruins e é relaxante. O único cuidado é não molhar a cabeça, pois é aí que mora o nosso espírito e ele não deve ser neutralizado.
·Na tradição africana, quando alguém se muda, as primeiras coisas a entrar na casa são: um copo de água e outro com sal. Usam sal marinho seco, num pires branco atrás da porta para puxar a energia negativa de quem entra. Também tomam banho com água salgada com ervas para renovar a energia interna e a vontade de viver.
·No Japão, o sal é considerado poderoso purificar. Os japoneses mais tradicionais jogam sal todos os dias na soleira das portas e sempre que uma visita mal vinda vai embora. Símbolo de lealdade na luta de sumô. Os campeões jogam sal no ringue para que a luta transcorra com lealdade.
Use esse poderoso aliado! É barato, fácil de encontrar, e pode lhe ajudar em momentos de dificuldade e de esgotamento energético!
Modo de tomar o banho de sal grosso:
Após seu banho convencional, deixe um punhado de sal grosso escorrer do pescoço para baixo, embaixo da água da ducha. Uma opção que agrada muitas pessoas é colocar um punhado de sal dentro de uma meia, e repousar esta na nuca (atrás do pescoço) debaixo da ducha. Não é aconselhável banhos frequentes com o sal.
Dê preferência para os banhos na fase da Lua Cheia, utilize velas no banheiro, e se quiser ativar sua intuição, apague as luzes do banheiro.
Benefícios de banhos e escalda pé com sal grosso

Fisiológicos:
Ajuda a desintoxicar o corpo e afastar os vírus.
Estimula a circulação natural para a melhoria da saúde.
Ajuda a aliviar o pé do atleta, calos e calosidades.
Relaxa a tensão, dores musculares e nas articulações.
Ajuda a aliviar artrite e reumatismo.
Ajuda a aliviar a dor lombar crônica.

Estéticos:
Tira as impurezas da pele.
Alivia irritações da pele como psoríase / eczema.
Alivia comichão, ardor e picadas.
Suaviza e amacia a pele.
Incentiva a pele a se renovar.
Ajuda a curar as cicatrizes.
Restaura o equilíbrio e a umidade da pele.

Ocupacional:
Alivia o cansaço, os pés doloridos e os músculos da perna.
Alivia a tensão nas mãos e punhos.
Ajuda a aliviar lesões no desporto psicofísico.
Proporciona um relaxamento profundo.
Ajuda a aliviar o estresse e tensão. 

Fonte: recebi por e-mail.

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412 livros de Chico Xavier para download gratuito

Lista de livros em ordem cronológica
Lista de livros em ordem alfabética
Lista de livros por autor espiritual
Bônus: Mensagens na voz de Chico Xavier

Fonte: recebi por e-mail.

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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Qual o seu testemunho irmão?

- Qual é o seu testemunho irmão?
- Em vez de dar o dízimo pra igreja, eu comprei alimentos, roupas, remédios e distribui aos pobres e moradores de rua.
- Que filho da puta, se essa ideia pega eu to fudido!

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segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Lembranças de Outra Encarnação

A menina com problemas de aprendizagem

Este é o caso de uma menina que quando ainda estava no jardim de infância, passou um momento difícil com as letrinhas.

O fato é que ela misturava as letras de um modo estranho. Ela trocava B com V e  H com N. A menina teimava que ela estava certa e o mundo, errado. A situação foi tão curiosa que a professora não sabia como essas letras poderiam confundir a criança. A professora chamou a mãe e explicou o caso, fez perguntas, mas nem mesmo a mãe dela sabia porque ela misturava tudo. Então, em uma certa noite, a mãe dela estava “brincando de ler” um livrinho.

“Ela ficava me perguntando o som das letrinhas. Ela não parava de dizer: “Eu não me lembro delas.”  Mostrei-lhe um H e perguntei a ela se  lembrava aquela. Ela balançou a cabeça e disse, com confiança, que sim. Para ela aquela letra fazia o som  de ‘N’.

Ao ver as letras do alfabeto, a menina disse que faltavam letras. A mãe achou aquilo estranho,  e perguntou a ela  o tipo de cartas que ela achava que havia e ela desenhou algumas:

”Tem mais do que isso, também” – disse ela.

A mãe assustada, ao se deparar com a filha pequena escrevendo em cirílico perguntou onde ela aprendeu aquelas letrinhas.

- “Vlad me ensinou antes de desaparecer.” – Ela disse, lacônica como toda criança pequena.

A mãe então perguntou a ela  quem era Vlad.

A menina, para espanto da mãe, disse que ele era seu irmão. (nota: a garotinha não tinha irmão) Ela disse que Vlad ensinava ela a escrever. Mas então ele desapareceu.  ”E no dia seguinte, um homem veio e matou a nossa família”.

Imagina o susto que essa mãe levou? Como explicar um caso desses?

Atualmente, na Universidade de Virgínia, uma das mais prestigiosas universidades públicas dos Estados Unidos,  pesquisadores da área de saúde mental dedicam-se (já há décadas) a investigar esse estranho fenômeno.  À frente da Divisão de Estudos da Personalidade está o mais famoso pesquisador sobre o assunto, o já octogenário Ian Stevenson. Seus livros e textos em publicações científicas descrevem casos de crianças que se recordariam de vidas passadas e de pessoas com marcas de nascença que teriam sido originadas por cicatrizes de existências anteriores.

Stevenson e sua equipe avaliam casos de reencarnação da forma que consideram a mais acurada possível. Fazem entrevistas, confrontam a versão narrada com documentações, comparam descrições com fatos que só familiares da pessoa morta poderiam saber. Por tudo isso, ele se tornou um dos maiores responsáveis por ajudar a deslocar – ainda que apenas um pouco – o conceito de reencarnação do campo da fé e do misticismo para o campo da ciência.

O professor Jim B. Tucker, da Divisão de Estudos da Personalidade do Departamento de Psiquiatria da Universidade da Virgínia, estuda e atende casos de depressão e outros distúrbios em crianças e adolescentes. Tem especial interesse por casos de crianças que alegam ter lembranças de vidas passadas. Ele mesmo alega ter visto (ao vivo) muitos casos, e tem cerca de 2500 casos já estudados e catalogados de lembranças de outras vidas.
Segundo ele, a mais forte evidência envolve declarações documentadas que alguma criança tenha feito e que se provaram verdadeiras em relação a uma pessoa que viveu a uma distância significativa. O dr. Jünger Keil (pesquisador da Universidade de Tasmânia, na Austrália) investigou um caso na Turquia no qual um garoto deu muitos detalhes sobre um homem que tinha vivido a 850 quilômetros e morrido 50 anos antes de o menino ter nascido.
Como ele poderia saber?

Eis o mistério.

A criança que reconheceu sua família inteira da vida anterior

Um dos casos mais classicos é o de Swarnlata Mishra, uma menina nascida em 1948 de uma rica família da Índia. A história é descrita em um dos livros de Stevenson, Twenty Cases Suggestive of Reincarnation (“Vinte Casos Sugestivos de Reencarnação”, sem versão brasileira), e se assemelha a outros registrados pelo mundo sobre lembranças reveladoras ocorridas, principalmente, na infância. Mas, ao contrário da maioria, não está relacionado a mortes violentas, confrontos ou traumas.
A história de Swarnlata é simples. Aos 3 anos de idade, viajava com seu pai quando, de repente, apontou uma estrada que levava à cidade de Katni e pediu ao motorista que seguisse por ela até onde estava o que chamou de “minha casa”. Lá, disse, poderiam tomar uma xícara de chá. Katni está localizada a mais de 160 quilômetros da cidade da menina, Pradesh. Logo em seguida, Swarnlata começou a descrever uma série de detalhes sobre sua suposta vida em Katni. Disse que lá seu nome fora Biya Pathak e que tivera dois filhos. Deu detalhes da casa e a localizou no distrito de Zhurkutia. O pai da menina passou a anotar as “memórias” da filha.
Sete anos depois, em 1959, ao ouvir esses relatos, um pesquisador de fenômenos paranormais, o indiano Sri H. N. Banerjee, visitou Katni. Pegou as anotações do pai de Swarnlata e as usou como guia para entrevistar a família Pathak. Tudo o que a menina havia falado sobre Biya (morta em 1939) batia. Até então, nenhuma das duas famílias havia ouvido falar uma da outra.
Naquele mesmo ano, o viúvo de Biya, um de seus filhos e seu irmão mais velho viajaram para a cidade de Chhatarpur, onde Swarnlata morava. Chegaram sem avisar. E, sem revelar suas identidades ou intenções aos moradores da cidade, pediram que nove deles os acompanhassem à casa dos Mishra. Stevenson relata que, imediatamente, a menina reconheceu e pronunciou os nomes dos três visitantes. Ao “irmão”, chamou pelo apelido.
Semanas depois, seu pai a levou para Katni para a casa onde ela dizia ter vivido e morrido. Swarnlata, conta Stevenson, tratou pelo nome cada um dos presentes, parentes e amigos da família. Lembrou-se de episódios domésticos e tratou os filhos de Biya (então na faixa dos 30 anos) com a intimidade de mãe. Swarnlata tinha apenas 11 anos.
As duas famílias se aproximaram e passaram a trocar visitas – aceitando o caso como reencarnação. O próprio Stevenson testemunhou um desses encontros, em 1961. Ao contrário de muitos casos de memórias relatadas como de vidas passadas, as da menina continuaram acompanhando-a na fase adulta – quando Swarnlata já estava casada e formada em Botânica.

Mãe, eu morri!

Uma mãe conta que estava perto de sua filha de 3 ou 4 anos de idade quando ela se virou para a mãe e disse essa frase assustadora.

É estranho isso sair da boca de uma criança. Mais incrível ainda foi a calma com que a mãe se abaixou e pediu para ela explicar direito como ela “morreu”.

A menina disse que suas irmãs e irmãos eram chamados  ”Imp” e que ela dormia em uma cama dura e tomava banhos frios, que ela tinha um “pé engraçado” e que ela perdeu Maggie. Ela então passou a dizer:

“Os homens nos levaram para o quarto escuro e fui “bang- bang-bang”. Eu caí e minha cabeça doía, e então eu estava no céu com Nicky”.

A menina tinha memorias confusas, e  não disse muita coisa, exceto que Nicky era seu irmão mais velho. Certamente que o  bang, bang, bang, eram tiros de alguma arma. A mãe conta que hoje a menina já tem 16 anos e ainda fala sobre coisas como estas, mas em seu sono. “Certa vez, ela falou em russo fluentemente”.

Há um interessante documentário que trata deste assunto, que gostaria de dividir com vocês:

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quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Espiritismo no programa Encontro de Fátima Bernardes 29/10/2013

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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Verdade Oculta - Pastores estão desesperados os membros estão acordando

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segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Devemos orar não até Deus nos ouvir mas até que possamos ouvir a Deus

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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Edir Macedo tira sarro da revista Forbes e diz ser o pastor mais rico do mundo

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terça-feira, 13 de agosto de 2013

Todos os que fazem o bem serão redimidos, até os ateus, diz papa Francisco

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Pastor Jeremias Steepek

O pastor Jeremias Steepek (foto) se disfarçou de mendigo e foi a igreja de 10 mil membros onde ia ser apresentado como pastor principal pela manhã. Caminhou ao redor da igreja por 30 minutos enquanto ela se enchia de pessoas para o culto. Somente 3 de cada 7 das 10.000 pessoas diziam "oi" para ele. Para algumas pessoas, ele pediu moedas para comprar comida. Ninguém na Igreja lhe deu algo. Entrou no templo e tentou sentar-se na parte da frente, mas os diáconos o pediram que ele se sentasse na parte de trás da igreja. Ele cumprimentava as pessoas que o devolviam olhares sujos e de julgamento ao olhá-lo de cima à baixo.

Enquanto estava sentado na parte de trás da igreja, escutou os anuncios do culto e logo em seguida a liderança subiu ao altar e anunciaram que se sentiam emocionados em apresentar o novo pastor da congreação: "Gostariamos de apresentar à vocês o Pastor Jeremias Steepek". As pessoas olharam ao redor aplaudindo com alegria e ansiedade. Foi quando o homem sem lar, o mendigo que se sentava nos últimos bancos, se colocou em pé e começou a caminhar pelo corredor. Os aplausos pararam. E todos o olhavam. Ele se aproximou do altar e pegou o microfone. Conteve-se por um momento e falou:

“Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: ‘Venham, benditos de meu Pai! Recebam como herança o Reino que foi preparado para vocês desde a criação do mundo. Pois eu tive fome, e vocês me deram de comer; tive sede, e vocês me deram de beber; fui estrangeiro, e vocês me acolheram; necessitei de roupas, e vocês me vestiram; estive enfermo, e vocês cuidaram de mim; estive preso, e vocês me visitaram’. “Então os justos lhe responderão: ‘Senhor, quando te vimos com fome e te demos de comer, ou com sede e te demos de beber? Quando te vimos como estrangeiro e te acolhemos, ou necessitado de roupas e te vestimos? Quando te vimos enfermo ou preso e fomos te visitar?’ “O Rei responderá: ‘Digo a verdade: O que vocês fizeram a algum dos meus menores irmãos, a mim o fizeram’."

Depois de haver recitado o texto de Mateus 25:34-40, olhou a congregação e lhes contou tudo que havia experimentado aquela manhã. Muitos começaram a chorar, muitas cabeças se inclinaram pela vergonha. O pastor disse então: "Hoje vejo uma reunião de pessoas, não a Igreja de Jesus Cristo. O mundo tem pessoas suficientes, mas não suficientes discípulos. Quando vocês se tornarão discípulos?". Logo depois, encerrou o culto e despediu-se: "Até semana que vem"! Ser cristão é mais que algo que você defende. É algo que vive e compartilha com outras pessoas

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