sábado, 15 de fevereiro de 2020

Grupo no Whatsapp: Vivências Agroecológicas

gente, criei um grupo no wasap com a intenção de compartilhar sobre lugares q oferecem alimentação e hospedagem em troca de trabalho (ou, na minha visão, "cursos grátis") sobre bioconstrução, agrofloresta e afins... se alguém souber de lugares assim pra compartilhar, ou quiser conhecer novos, tá aí
também pode divulgar sobre eventos, vivências, cursos pagos etc!

Entrar no grupo!

O grupo fica lotado a maior parte do tempo, tem que ficar tentando, tá sempre saindo e entrando gente. Uma hora que tiver saído alguém você consegue.
Mas segue a lista, que é mais importante que o grupo: (ajude a divulgar!)

Pessoal, essa é uma lista com lugares que recebem pessoas pra fazer voluntariados em SAF, agricultura orgânica, bioconstrução e temas afins...
Ajudem a fortalecer a lista ae! rss
Mais detalhes e informações estão escritos nela! Qualquer um pode editar a lista e contribuir.
Lista de lugares para fazer voluntariado!

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terça-feira, 2 de julho de 2019

Pasta no Drive com vários materiais de agroecologia

Postei vários materiais do Ernst, Leontino Balbo e Ana Primavesi na pasta do drive abaixo, dêem uma conferida ;)

Clique aqui para acessar a pasta.

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domingo, 22 de julho de 2018

Doenças provocadas (uva) - Ana Primavesi

Era desesperador o que acontecia numa cooperativa vinícola, que plantava uvas de mesa. A cada ano apareciam novas doenças e parasitas, embora que fizeram tudo que a agricultura química mandava. Mantinham as plantações abaixo de sombrite e raleavam os cachos. Aplicavam calcário todos os anos, até tanto que o pH já estava ao redor de 8,1. Adubavam todos os anos com NPK, passavam defensivos químicos todos os dias, irrigavam todos os dias, enterravam cada ano 20 litros de composto por pé, plantavam adubos verdes, sempre leguminosas, mantinham o solo coberto por uma camada de palha e mesmo assim as doenças aumentaram.
Queriam que fizesse uma palestra. Mas sobre o que? Agricultor não se interessa saber alguma coisa teórica. Ele quer saber exatamente o que ele precisava. Quer saber o que fazer, enquanto que o técnico quer saber por que se faz. O "porquê" é teoria, e o "o quê" é prática.
Também já me tinham avisado que os agricultores normalmente não apareciam nos eventos que a cooperativa promovia. Viria uma meia dúzia dos 125 cooperados. Sempre foi decepcionante. Bem, isso era assunto deles. Mas como eu podia falar sobre algo que não conhecia? Tinha de visitar primeiro alguma propriedade. Pelo que diziam que eles faziam, parecia a vinícola que tinha de ser um paraíso de produtividade. Mas não era. Era somente um paraíso de doenças.
Visitei uns agricultores. A terra era superirrigada e meio encharcada. Como nesta região tinha anualmente seis a sete chuvas de pedra, protegiam as videiras com sombrites. Mas os sombrites estavam um tanto baixos e, embora não seja alta, tinha de andar curvada. Olhei para cima, para ver as folhas e me chamou a atenção o fato de haver muitas folhas pequenas e outras com nervuras entupidas, que não eram verdes, mas de cor marrom. Estranhei. Nervuras entupidas são típicas para a deficiência de cálcio ou seu oposto, o excesso de manganês. Como eles conseguiram o excesso de manganês com tanto calcário e pH elevado? Eu teria sido enganada? Tentei adivinhar o segredo, mas finalmente desisti e perguntei:
- Como vocês produzem este excesso de manganês com tanto calcário?
O agricultor riu.
- Muito simples. Pulverizo todos os dias contra Botrytis com Maneb, que contém manganês.
Assustei-me. Mas, se há o excesso de manganês e a deficiência de cálcio, logo vão ter também antracnose. O homem me olhou.
- Já tem - disse ele secamente.
- E o que faz contra isso? - eu quis saber.
- Coloco um excesso de fósforo. Controla bem.
Nesse momento me deu um estalo. É por isso que você tem a deficiência de zinco em todos os pés! É o excesso de fósforo que induz esta deficiência. Com isso vai ter logo uma broca no tronco.
O homem me olhou desconfiado.
- Como sabe? Este ano já apareceu também.
Aí me lembrei do Chaboussou: as plantas doentes dos pesticidas. Será possível? [...]

Ana Primavesi

Fonte: livro "Pergunte ao Solo e às Raízes".

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quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Visita ao Sítio Catavento, SP

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quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

As vantagens do cultivo orgânico de açaí

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domingo, 3 de dezembro de 2017

O que eu aprendi com o mestre da agrofloresta (Ernst Gotsch)

Link

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sexta-feira, 24 de novembro de 2017

O que você está fazendo a respeito?

Pela primeira vez na história os cientistas encontraram resíduos de fibras de plástico e outros quimicos em estômagos de criaturas marinhas que vivem no fundo do oceano mais profundo da Terra - na Trincheira de Mariana.
Os resultados chocantes mostram que nenhuma parte dos oceanos do mundo permanece inalterada pela poluição humana.
Verificou-se que 100% das criaturas analisadas ingeriu alguma forma de material sintético, incluindo nylon, PVC e PVA.
O Dr. Alan Jamieson, professor de ecologia marinha e líder do estudo, disse que os resultados foram "imediatos e surpreendentes".
"Esta é uma descoberta muito preocupante. Isolar fibras plásticas de dentro de animais de quase 11 km de profundidade mostra a extensão do problema ".
"Isso é global", acrescentou.
Elena Polisano, Oceans Campaigner para Greenpeace UK, disse: "Os resíduos de plástico foram descobertos em todos os lugares. Está no Ártico, no meio do Pacífico, no fundo da Trincheira das Marianas, em baleias, tartarugas e até 90% das aves marinhas.
"Nós estamos produzindo mais e mais embalagens descartáveis, e isso vai durar séculos. Não se trata de indivíduos irresponsáveis que estão sendo desarticulados, trata-se de uma indústria produzindo trilhões de itens plásticos descartáveis de uso único - sacos, garrafas, etc. - sem pensar nas conseqüências.
Precisamos repensar de forma urgente como usamos o plástico, e em como ele deve ser recolhido e reciclado".
Mais de oito milhões de toneladas de plástico circulam nos oceanos todos os anos. Com uma estimativa de 300 milhões de toneladas de resíduos que agora arrasa nossos mares, estima-se que haverá mais plástico do que peixes até 2050.
Pensa-se que nossos mares agora contêm cerca de 51 trilhões de partículas microplasticas - 500 vezes mais do que o número de estrelas em nossa galáxia.
Esta poluição está prejudicando mais de 600 espécies em todo o mundo, em meio ao que muitos agora consideram como a sexta extinção em massa da vida na Terra.
O que você está fazendo a respeito?
📸: Justin Hofman

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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

'Estamos comendo veneno'

[...] o dossiê mostra que, das 50 amostras testadas, 30 continham resíduos tóxicos. Dessas, 13 apresentavam agrotóxicos não permitidos no Brasil. Caso do procloraz, encontrado em duas amostras de mamão.
Duas amostras de pimentão apresentaram sete tipos de substâncias diferentes, incluindo agrotóxicos proibidos para este alimento. Além disso, banana e laranja vieram com níveis de agrotóxicos acima do limite máximo permitido pela Anvisa.

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terça-feira, 14 de novembro de 2017

15 mil cientistas advertem sobre destino terrível da humanidade

A "Advertência dos Cientistas à Humanidade: Segundo Aviso", assinada por 15.372 cientistas de 184 países e publicada nesta segunda-feira (13) na revista BioScience é um verdadeiro sinal de alarme para a humanidade.

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sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Os problemas trazidos pela extinção de alguns insetos

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domingo, 15 de outubro de 2017

Não se produz para atender necessidades, mas para gerar lucro

Fonte

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sábado, 7 de outubro de 2017

A Agroecologia é a resistência da comida de verdade para todos!

A Bela Gil postou essa foto que mostra o Cerrado devastado para dar espaço à monocultura (monocultura NÃO é produção de alimento). Ela - e nós também - apostamos na Agroecologia como forma de resistir à esse modelo e transformar essa realidade. "Acredito que só a Agroecologia com sua visão ética e justa consegue colocar alimento de qualidade e de verdade na mesa de TODOS os brasileiros. E para que esse sistema mude, precisamos virar o jogo enquanto há tempo, e repensar as monoculturas que destroem a nossa biodiversidade para alimentar porcos na China e a indústria alimentícia de produtos ultraprocessados. A AGROECOLOGIA É A RESISTÊNCIA DA COMIDA DE VERDADE PARA TODOS!!! 💚"

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Consumo excessivo de carne está devastando o planeta, diz relatório

[...] De acordo com o documento intitulado “Apetite por destruição”, a agricultura intensa e industrial também resulta em comida menos nutritiva: para conseguir o mesmo percentual de ômega 3 encontrado em um frango criado para consumo humano na década de 1970, são necessários, hoje, seis frangos. [...]

Um levantamento encomendado pela ONU em janeiro já alertava que, devido à agricultura, a Humanidade já ultrapassou quatro dos nove limites definidos como fundamentais para manter o desenvolvimento sustentável. [...]

— Os cientistas alertam que estamos enfrentando um evento de extinção em massa não visto desde os dinossauros. Grande parte da atual perda de biodiversidade é impulsionada pela forma como produzimos alimentos.

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quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Estudo alerta para extinção em massa de alimentos

[...] Em relatório divulgado nesta terça-feira (26/09), o grupo aponta que, das estimadas 7 mil espécies vegetais comestíveis, majoritariamente 30 são usadas para alimentar o mundo. [...]

Mundo afora, apenas três culturas agrícolas – arroz, milho e trigo – fornecem cerca de 50% do total de calorias consumidas. Em quase 80% das áreas dedicadas ao cultivo de cereais, são plantadas apenas essas três variedades vegetais. Qualquer ameaça a esses alimentos provocada pelas mudanças climáticas poderia ser devastadora, alerta o grupo de pesquisadores. [...]

Outra solução para a extinção de alimentos seria criar demanda por diferentes culturas agrícolas. "Hoje temos demanda por café da Etiópia, por quinoa da Bolívia e dos Andes", diz Tutwiler. "Essas eram culturas que haviam sido completamente esquecidas. E em parte por meio dos nossos próprios esforços elas foram conservadas e agora têm um valor econômico." [...]

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terça-feira, 26 de setembro de 2017

Um terço do solo do planeta está severamente degradado

Fonte e mais informações

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sexta-feira, 22 de setembro de 2017

O quanto um solo vivo é capaz



Fonte

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domingo, 20 de agosto de 2017

Ana Primavesi: um exemplo para o Brasil e para o mundo

Aos 96 anos de idade, esbanjando simpatia e uma saúde de dar inveja, pegou na pá e no regador e plantou uma Jequitibá Rosa, com composto e mulching, no Parque do Ibirapuera, perpetuando simbolicamente os seus ensinamentos sobre a importãncia do solo e o respeito à natureza !!! Nós agradecemos, o Parque Ibirapuera agradece, São Paulo agradece, e por que não o Brasil e o mundo? Gratidão Professora e Dra Ana Maria Primavesi, Carin Primavesi Silveira e Virgínia Knabben

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sábado, 5 de agosto de 2017

Mistificação da genética...

Descobriram agora que com zinco podem-se recuperar crianças que se consideravam como: “deficientes mentais” incapazes de aprender, como foi feito agora na China. E com selênio recuperam-se músculos fracos mesmo se estes eram “genéticos” na família. Também um cachorrinho “pequinês” com seus ossos fracos e tortos, um bichinho de quem se tem dó e que se gosta de pegar no colo, desenvolve-se normalmente dando um cachorro bem maior e forte, se lhe for administrado mais manganês do que aquele que se encontra normalmente na alimentação dele.
Cordeiros nascem paraplégicos ou como se diz “com trem traseiro” paralítico se a ovelha mãe não recebeu o suficiente em cobre ou se a mãe necessitava mais cobre do que as outras ovelhas, como ocorre facilmente na Nova Zelândia.
Ou, uma planta torna-se mais resistente ao frio quando receber implantado um gene de um peixe do ártico. Este gene induz a maior absorção de ferro, que dá à planta sua maior resistência. Portanto, não é o gene que faz resistente ao frio, mas o ferro.
Diz-se que é genético quando crianças nascem com um arco dentário muito estreito, tão estreito que às vezes nem cabem todos os dentes. Na África isso é comum em regiões com solos muito decaídos ou em populações muito famintas. É certo que está na família, é genético é somente o fato de que estas famílias não estão ainda adaptadas aos solos e seu gasto em minerais é maior. É como existem automóveis que necessitam mais óleos lubrificante que outros, para fazer o mesmo serviço. Hereditário é somente a pré-disposição de uma pessoa, animal ou variedade vegetal precisar de mais ou menos de algum mineral do que outros e quem induz esta necessidade é o gene.
Usa-se a mistificação da genética para não precisar dizer que tudo, em última análise, depende do solo.
Ana Primavesi

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domingo, 30 de julho de 2017

Plantas indicadoras e sanadoras (Ana Primavesi)

Para saber o que acontece com um solo parece que a única maneira é de amostrá-lo e fazer análises. Isso demora às vezes três meses e o agricultor não sabe o que fazer para salvar sua cultura. 

Por outro lado, todos sabem interpretar o grau de seca pelas plantas. Assim, onde aparece o facheiro (Pilosocereus pachycladus Rit.) e o mandacaru (Cereus jamacuru P.DC.) são regiões semiáridas com pouca chuva e longos períodos de seca e o mandacaru muitas vezes cresce em lugares quase sem solos, muito ressequidos, que também o xique-xique (PilocereusGounelli,K.Schum.) prefere. Onde cresce o algarobeiro (Prosopis juliflora), o solo normalmente é arenoso, mas com um nível freático não muito fundo ou até bastante superficial.

Em solos arenosos, em pastos decaídos pela renovação frequente, aparece o rabo-de-burro (Adropogon bicornis,L.) que indica a formação de uma camada impermeável em 80 a 100 cm de profundidade que estagna água da chuva. Rompendo esta camada o rabo-de-burro desaparece como por milagre.

Sabe-se até da Bíblia que na Babilônia plantava-se primeiro o trigo. Mas como os solos salinizavam pela irrigação mal feita, mais tarde somente conseguiram plantar cevada e quando o pH subiu mais, as colheitas baixaram mais e a Babilônia mal nutrida foi vencida pelos assírios.

Mas existem exemplos mais recentes. Assim, meu pai vivia e trabalhava, no início do século passado, numa região onde o povo se nutria de pão de centeio e aveia, que também servia para os cavalos. Mas os campos eram cada vez mais tomados pela papoula e as colheitas eram a cada ano, menores. Muitas propriedades já não conseguiram mais nutrir as famílias que ali viviam. Por quê? Levei amostras de solos para a Universidade onde estudei e fiz análises. O pH e o cálcio eram altos. Aconselhei meu pai a plantar trigo e cevada. Ele não gostou. “Sempre, por mais de mil anos, a população daqui comeu pão de centeio. Pensa que dezenas de gerações de pessoas eram todos burros, e somente você é inteligente?”- ele falou. Disse para ele que acreditei somente que o pH mudou e ele deveria tentar plantar trigo e cevada uma vez que centeio e aveia gostam de pH baixo. Ele tentou e o resultado foi mais do que surpreendente. As colheitas foram elevadas, maiores do que as melhores de centeio de que se tinha lembrança.

Atualmente, graças à genética, as culturas foram adaptadas a todos os países, solos, latitudes e altitudes. Assim, na Europa Central se planta milho em lugar de centeio, as batatinhas desceram dos Andes e se espalharam pelo hemisfério Norte, a soja saiu da china e se espalhou pelo mundo. Mas as plantas nativas ainda crescem conforme o solo e suas condições e ao clima.

Nos solos tropicais, sabe-se que a enorme biodiversidade é a base de sua produtividade. Cada modificação pequena do solo dá origem a outras plantas, outras associações vegetais, e conforme o solo melhora ou piora, há outras sucessões vegetais. A natureza lança mão das plantas nativas para corrigir deficiências ou excessos minerais, compactações, capas endurecidas, água estagnada, enfim tenta restabelecer sua condição ótima de maior produtividade. E todos sabem que um solo, abandonado sob vegetação nativa, a capoeira, se refaz completamente, tanto física como quimicamente. De onde vêm os nutrientes? Qual o segredo? O que fazem as plantas nativas que chamamos de invasoras? Sabe-se que são INDICADORAS, específicas para a situação que devem corrigir. E portanto, são também SANADORAS.

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sexta-feira, 28 de julho de 2017

O cultivo "convencional" não fecha a conta... (Flávio Passos)

Estamos em 2017. Já temos um grande numero de demonstrações de que é possível e ideal cultivar em larga escala sem o uso de pesticidas tóxicos e outros elementos nocivos.
Sendo assim, porque ainda consideramos esta antiga tecnologia rudimentar que envenena os alimentos como o cultivo "convencional"?
"Ah, mas os orgânicos ainda são muito caros."
Isso é uma ilusão. No dia em que adicionarmos na conta do alimento a poluição e degradação do solo, das águas e da saúde de animais e pessoas, perceberemos que o cultivo "convencional" não fecha a conta.
O produto limpo, artesanal, orgânico e cultivado com amor tem o verdadeiro preço do alimento. O "convencional" é artificialmente baixo.
Ame a SUA Natureza. Enxergue além da ilusão.

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