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O vale de Daniel Do Vale.
terça-feira, 29 de agosto de 2017
domingo, 13 de agosto de 2017
Quem fala que o governo da Venezuela é uma ditadura, não sabe nada sobre democracia (Thomas de Toledo)
Quem fala que o governo da Venezuela é uma ditadura, não sabe nada sobre democracia. Primeiro, que numa ditadura não se tem votações, mas desde que Chávez foi eleito em 1998, já houve 18 eleições e plebiscitos com ampla participação popular e todos os resultados foram respeitados. Numa ditadura não há liberdade de imprensa, mas na Venezuela qualquer jornal que você comprar nas bancas e as redes privadas de televisão ficam 24h por dia atacando o governo sem serem punidas por isto.
Há mais um dado que desestabiliza qualquer sistema democrático: a ingerência dos Estados Unidos que financia a oposição. Ser de oposição a Maduro na Venezuela não é "opinião política". Trata-se de negócio, uma vez que os Estados Unidos fornecem uma "ajuda" milionária anual aos grupos oposicionistas. Para saber sobre isto, basta entrar no site do Congresso dos Estados Unidos e ler a justificativa orçamentária. Apenas no ano passado, foi dado 6,5 milhões de dólares aos golpistas venezuelanos. Essa é a dotação do Congresso, sem contar o que NED fornece por fora e as operações secretas da CIA que não precisam ser justificadas.
O que fazem com todo esse dinheiro? Financiam anúncios e reportagens na mídia contra o governo, promovem lideranças fakes, bancam "black blocs" para atacarem prédios públicos, contratam paramilitares colombianos para assassinar militantes chavistas, pagam caminhoneiros para não levarem os produtos ao destino final e empresários para retirarem produtos das prateleiras a fim de gerar escassez e inflação. Aí veem dizer que na Venezuela tem "presos políticos" e fica uma pergunta: quem se envolve com terrorismo, assassinato e sabotagem não deve ser condenado só por que se declara "oposição ao governo"? Ou seja, na Venezuela se dizer "de oposição" dá álibi para ser criminoso comum.
Tudo isto é "teoria da conspiração"? Não. Guerras econômicas, híbridas e de 4a geração no vocabulário científico.
Mas afinal, o povo venezuelano em sua maioria apoia a Revolução Bolivariana por que? A Carta Capital publicou uma interessante matéria apresentando esses dados: antes de Chávez, em 1998, o país tinha 70% de sua população abaixo da linha da pobreza, 40% na pobreza extrema e 21% da população estavam subnutridos. A desigualdade, medida pelo índice de Gini, foi reduzida em 54%. A pobreza despencou para 21%, em 2010, e a extrema pobreza caiu para 7,3%, em 2010. Antes de Chávez não havia um Estado de Bem Estar Social que foi implantado desde o lançamento das "missiones". O analfabetismo foi erradicado e a saúde pública universalizou-se, reduzindo a mortalidade infantil drasticamente e aumentando a expectativa de vida ao nascer. Todos os índices sociais melhoraram a despeito de o governo não ter conseguido reverter a dependência da economia ao petróleo.
De quem não sabe dessas informações, é perdoável que se repita o Globo papagaia há 18 anos contra a Venezuela, a Revolução Bolivariana e seus líderes. Mas quem estuda, tem conhecimento desses fatos e vem se posicionar publicamente contra o governo Maduro, quando Trump ameaça atacar a Venezuela, só tem um nome: mal caratismo.
Há mais um dado que desestabiliza qualquer sistema democrático: a ingerência dos Estados Unidos que financia a oposição. Ser de oposição a Maduro na Venezuela não é "opinião política". Trata-se de negócio, uma vez que os Estados Unidos fornecem uma "ajuda" milionária anual aos grupos oposicionistas. Para saber sobre isto, basta entrar no site do Congresso dos Estados Unidos e ler a justificativa orçamentária. Apenas no ano passado, foi dado 6,5 milhões de dólares aos golpistas venezuelanos. Essa é a dotação do Congresso, sem contar o que NED fornece por fora e as operações secretas da CIA que não precisam ser justificadas.
O que fazem com todo esse dinheiro? Financiam anúncios e reportagens na mídia contra o governo, promovem lideranças fakes, bancam "black blocs" para atacarem prédios públicos, contratam paramilitares colombianos para assassinar militantes chavistas, pagam caminhoneiros para não levarem os produtos ao destino final e empresários para retirarem produtos das prateleiras a fim de gerar escassez e inflação. Aí veem dizer que na Venezuela tem "presos políticos" e fica uma pergunta: quem se envolve com terrorismo, assassinato e sabotagem não deve ser condenado só por que se declara "oposição ao governo"? Ou seja, na Venezuela se dizer "de oposição" dá álibi para ser criminoso comum.
Tudo isto é "teoria da conspiração"? Não. Guerras econômicas, híbridas e de 4a geração no vocabulário científico.
Mas afinal, o povo venezuelano em sua maioria apoia a Revolução Bolivariana por que? A Carta Capital publicou uma interessante matéria apresentando esses dados: antes de Chávez, em 1998, o país tinha 70% de sua população abaixo da linha da pobreza, 40% na pobreza extrema e 21% da população estavam subnutridos. A desigualdade, medida pelo índice de Gini, foi reduzida em 54%. A pobreza despencou para 21%, em 2010, e a extrema pobreza caiu para 7,3%, em 2010. Antes de Chávez não havia um Estado de Bem Estar Social que foi implantado desde o lançamento das "missiones". O analfabetismo foi erradicado e a saúde pública universalizou-se, reduzindo a mortalidade infantil drasticamente e aumentando a expectativa de vida ao nascer. Todos os índices sociais melhoraram a despeito de o governo não ter conseguido reverter a dependência da economia ao petróleo.
De quem não sabe dessas informações, é perdoável que se repita o Globo papagaia há 18 anos contra a Venezuela, a Revolução Bolivariana e seus líderes. Mas quem estuda, tem conhecimento desses fatos e vem se posicionar publicamente contra o governo Maduro, quando Trump ameaça atacar a Venezuela, só tem um nome: mal caratismo.
Marcadores: Thomas de Toledo, Venezuela
quarta-feira, 9 de agosto de 2017
Todo apoio à soberania venezuelana! (Thomas de Toledo)
Acho engraçado como as pessoas acreditam sempre nas mesmas mentiras. Os Estados Unidos atacaram a Iugoslávia, Afeganistão, Iraque, Líbia e Síria usando o mesmo pretexto. Agora já começam a falar em "levar a democracia" à Venezuela. Só que dessa vez, trata-se de um país da América do Sul. Vocês acham que o impostor Michel Temer autorizar tropas dos Estados Unidos na Amazônia não tem nada a ver com isso? O golpe no Brasil e uma agressão à Venezuela são para os Estados Unidos peças para garantir petróleo suficiente para uma guerra maior no Oriente Médio, Leste Europeu e Sudeste Asiático contra Rússia e China. Qualquer "denúncia" sobre "direitos humanos" ou "democracia" é apenas pretexto e a mídia faz isto mentindo sem o menor pudor, ao mesmo tempo em que os Estados Unidos fornecem ajuda bilionária e armas para a oposição venezuelana promover o terror no país. Já repararam que onde tem petróleo, eles prometem levar a "democracia" e o que sobra é um país devastado, empobrecido e sem controle sobre o próprio território e seus recursos? Essa demonização de Maduro já assistimos contra Milosevic, Sadam e Kadaffi e todas as acusações contra eles foram depois desmentidas. Terá que a Venezuela cair pra você acreditar que a Globo mentiu? Imagina quantos refugiados essa guerra pode gerar? Caso aconteça, ela pode se espalhar por Brasil e Colômbia facilmente. Portanto, não a deixemos acontecer: todo apoio à soberania venezuelana!
Marcadores: Thomas de Toledo, Venezuela
segunda-feira, 5 de junho de 2017
Rússia 'não admitirá chantagem alimentar à Venezuela pelos grandes Estados imperialistas'
A crise alimentar na Venezuela está sendo aproveitada pela oposição no país, que visa desestabilizar a situação política no país com o apoio aberto, decidido e descarado dos EUA, disse o ministro do Comércio Externo e Negócios Internacionais, Jesus Faria, nas margens do Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo (SPIEF), que terminou no domingo (4).
No entanto, segundo disse o ministro, a Rússia não permitirá que os grandes Estados imperialistas chantageiem a Venezuela.
Remessas de trigo russo desempenham um papel-chave na resolução da crise alimentar, disse Jesus Faria.
Os dois países estão desenvolvendo um programa de fornecimento de trigo russo à Venezuela. O trigo permanece o componente principal da alimentação dos venezuelanos, notou o ministro.
Marcadores: Imperialismo, Sputnik News, Venezuela, Vladimir Putin


