segunda-feira, 5 de junho de 2017

Rússia 'não admitirá chantagem alimentar à Venezuela pelos grandes Estados imperialistas'

A crise alimentar na Venezuela está sendo aproveitada pela oposição no país, que visa desestabilizar a situação política no país com o apoio aberto, decidido e descarado dos EUA, disse o ministro do Comércio Externo e Negócios Internacionais, Jesus Faria, nas margens do Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo (SPIEF), que terminou no domingo (4).

No entanto, segundo disse o ministro, a Rússia não permitirá que os grandes Estados imperialistas chantageiem a Venezuela.

Remessas de trigo russo desempenham um papel-chave na resolução da crise alimentar, disse Jesus Faria.

Os dois países estão desenvolvendo um programa de fornecimento de trigo russo à Venezuela. O trigo permanece o componente principal da alimentação dos venezuelanos, notou o ministro.

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Putin: EUA interferem nos processos políticos em todo o mundo

"Eu não quero ofender ninguém, mas os Estados Unidos interferem ativamente nas campanhas eleitorais em todo o mundo", disse Putin em entrevista ao canal NBC.  

Segundo ele, "não há lugar que se ponha o dedo no mapa do mundo, em todos os lugares terão queixas de que oficiais americanos interferem em seus processos políticos internos". 

"Por isso se alguém, eu não digo que somos nós — nós não interferimos —, mas se alguém influencia de alguma forma ou tenta influenciar, ou busca participar destes processos, daí os Estados Unidos irão se ofender por nada", disse o líder russo.   

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segunda-feira, 22 de maio de 2017

Como os EUA invadem América Latina?

Honduras, Paraguai, Brasil e agora a Venezuela, como é que os Estados Unidos impõem sua política na região da América Latina?
O ex-presidente das Honduras, Manuel Zelaya, conta sobre o golpe de Estado realizado no seu país, reflete sobre o imperialismo e sublinha o papel que os EUA desempenham na região.

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sábado, 26 de dezembro de 2015

Imperialismo dos Estados Unidos: o maior problema do mundo

"Da forma que as coisas estão caminhando, não dá mais para esconder que o maior problema do planeta chama-se imperialismo dos Estados Unidos com seus sócios menores europeus e Israel.

No Oriente Médio já destruíram o Iraque, o Líbano, estão destruindo a Síria e o pouco que restou da Palestina. Na África, destruíram a Líbia, a Tunísia, a Somália, a Costa do Marfim, Serra Leoa, Mali e ainda estão tentando destruir o Egito. Na Europa destruíram a Iugoslávia e suas ex-repúblicas e operam para fazer o mesmo com países vizinhos à Rússia, como fizeram com a Geórgia e agora fazem com a Ucrânia. Vale ainda mencionar que na América Latina trabalham pela destruição da Colômbia e da Venezuela, e operam golpes de Estado no Brasil e na Argentina. Ou seja, fazem de tudo para impor regimes fantoches que obedeçam às ordens imperiais e aqueles que resistem são chamados de "terroristas", "ditadores", "eixo do mal" e tantos outros termos fantasiosos para justificar mais uma nova agressão.

Vejam o exemplo da Rússia: bastou Putin ajudar a Síria a lutar contra mercenários estrangeiros que já foi elevado à categoria de pior demônio do mundo (título que outrora foi emprestado a Assad, Kaddaffi, Saddam e por aí vai). O fato é que hoje, o conglomerado EUA-União Europeia-Israel trabalha por uma Segunda Guerra Fria ou Terceira Guerra Mundial e por isto atacam a Rússia e a China e financiam movimentos direitistas no Brasil.

Fazem isto por uma coisa muito simples: o BRICS propõe uma nova arquitetura financeira global na qual se substitua o artificial dólar como reserva de valor. Mas se alguém ainda acha que essa guerra não há lado bom, lembrem-se de uma coisa muito simples: os Estados Unidos defendem uma ordem mundial unipolar na qual eles mandam e outros obedecem.

O BRICS defende uma ordem multipolar na qual haja diversos polos de poder e as decisões internacionais sejam tomadas de acordo com os príncipios da Carta da ONU. Na prática, quem muito fala em democracia defende na verdade uma ditadura militar planetária. E quem é acusado de "apoiar ditaduras" é quem luta por um mundo mais democrático nas relações internacionais, respeitando a soberania e autodeterminação dos povos".

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