quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

A Lei de AMRA ou a "Lei da Providência"

Sabem realmente o verdadeiro significado da  “LEI DE AMRA.”?
Esta era  uma LEI sagrada entre os egípcios e judeus, e posteriormente dos cristãos.
Os Rosacruzes a consideram uma LEI MÍSTICA. Experimentem aplicá-la à sua vida e verão as surpresas que receberão.
Fonte

A Lei de Amra
(texto do Frater Dana Dean – 1930)
Existe um antigo costume, registrado em vários arquivos místicos, conhecido como Lei de Amra. Essa lei chegou a ser uma doutrina sagrada entre os antigos egípcios e, mais tarde, entre os povos judeus, em suas práticas religiosas. Foi uma lei mística e ainda é uma lei mística, embora alguns tentem deturpá-la em proveito próprio e convertê-la em uma lei puramente material, chamando-a de dízimo.

Esta é a original lei de Amra: se orarmos a Deus ou fizermos um pedido aos Mestres espirituais buscando alguma ajuda especial por causa de algum problema de ordem física, emocional, mental, espiritual ou material, e a prece for ouvida e o pedido concedido, será nossa obrigação fazer alguma compensação, não somente por meio de uma prece de agradecimento, mas, também, levando a outros uma pequena parte do benefício recebido. Se pedirmos melhora de saúde, alívio em algum sofrimento ou mesmo auxílio em negócios ou ascensão social, de acordo com a lei de Amra, deveremos fazer alguma contribuição, separando uma pequena quantidade de dinheiro ou qualquer outra coisa material que possa ser usada para fazer mais feliz alguma outra pessoa ou melhor colocá-la em paz com o mundo. A menos que façamos isso toda vez que recebermos uma bênção por intermédio das Mentes espirituais, não poderemos pedir com justiça, no futuro, quaisquer outras bênçãos.

Essa pequena quantidade de dinheiro, a ser doada, jamais deve ser usada para qualquer propósito pessoal ou egoísta, e, sim, para ajudar algum enfermo, alguma criança ou algum movimento de auxílio ao próximo que esteja realmente realizando uma boa obra. Misticamente, é nosso dever usar essa doação para fazer o bem a outras pessoas, mas de maneira secreta e anônima, e não para parecer que somos bondosos e caritativos, alcançando qualquer espécie de “prestígio” com isso.
Esta é a única e verdadeira lei de Amra, cujo princípio místico não está explicitado na Bíblia e que tem sido distorcida e mal apelidada de dízimo, palavra esta que significa, de acordo com os dicionários, contribuição ou imposto equivalente à décima parte de um rendimento. Imposto? 10%?
Como podemos verificar facilmente, entre a verdadeira lei de Amra e o atual dízimo, entre a mística lei de Amra e as atuais cobranças por auxílios ditos “espirituais”, passaram-se séculos de distorção. Cabem aqui, então, dois textos contidos no Caibalion e atribuídos a Hermes Trismegisto, “O Três Vezes Grande”, como o chamavam os antigos egípcios:

“Os falsos sábios, reconhecendo a irrealidade comparativa do Universo, imaginaram que podiam transgredir as suas Leis: estes tais são vãos e presunçosos loucos; eles se quebram na rocha e são feitos em pedaços pelos elementos, por causa da sua loucura. O verdadeiro sábio, reconhecendo a natureza do Universo, emprega a Lei contra as leis, o superior contra o inferior; e pela Arte da Alquimia transmuta aquilo que é desagradável naquilo que é agradável, e deste modo triunfa. O Domínio não consiste em sonhos anormais, em visões, em vida e imaginações fantásticas, mas sim no emprego das forças superiores contra as inferiores, escapando assim das penas dos planos inferiores pela vibração nos superiores. A Transmutação não é uma denegação presunçosa, é a arma ofensiva do Mestre.” – O Caibalion

“Em qualquer lugar que estejam os vestígios do Mestre, os ouvidos daquele que estiver preparado para receber o seu Ensinamento se abrirão completamente.” – O Caibalion
A prosperidade está diretamente  conectada com a Lei de AMRA. O princípio fundamental desta prática é a retribuição.  Isto é, trata-se de recompensa aos benefícios recebidos.

O conceito místico é o da compensação. Deve-se tentar proporcionar a outrem o mesmo tipo de benefício, de alegria e bem-estar que se experimentou graças à bondade de alguém ou através de bênçãos Cósmicas. O benefício que proporcionamos deve nos dar muita satisfação pessoal.
A Lei de AMRA é fundamental a todo o trabalho místico e é uma forma muito importante de promover o desenvolvimento espiritual. Compreendendo e aplicando a Lei de AMRA estaremos utilizando um método poderoso na condução do nosso próprio desenvolvimento espiritual. Retribuir pela Lei de AMRA ao benefício recebido, constitui-se em satisfação permanente ao seu doador.

AMRA é uma Lei maravilhosa. Sua formulação é simples e damos pouca ou nenhuma atenção a ela. No entanto, sua importância espiritual é fortemente implícita nas atividades da Antiga e Mística Ordem Rosae Crucis.
Fonte

Dar para receber... (eu gostaria de antecipar, neste ponto, que este Princípio não se limita à acumulação de riquezas! O mesmo princípio pode ser usado para "acumulação de felicidade", também! (favor não confundir riqueza com felicidade!))

Este é um princípio universal da riqueza e prosperidade, de que todas as filosofias, todas as religiões, todos os escritos sagrados em todo o mundo (a Bíblia Sagrada, o Corão, o Bhagavad Gita, o Livro Tibetano dos Mortos etc.) unanimemente concordam.

Todos reconhecem-na como a primeira das Regras de Ouro para acumular dinheiro, riquezas materiais e prosperidade aqui na Terra. Para os místicos é chamada a "Lei AMRA" ou a "Lei da Providência". Esta doutrina sagrada, relegada ao esquecimento pelo mundo profano, consiste, agora como no passado, como um dos princípios imutáveis do Cosmos, é esta:

Se você está pedindo nova adição de energia, ou ajuda para melhorar seu padrão de vida - de qualquer maneira - você deve dar de volta, pelo menos, uma pequena quantidade de benefícios que a Energia Cósmica Universal (o Cosmos) lhe concedeu.

Este pagamento pode ser feito na forma de um serviço altruísta ou a ajuda dada a uma ou várias pessoas, se os benefícios concedidos em causa não puderem ser compartilhados física ou materialmente.

Você também pode economizar um pouco de sua renda (a partir de seu salário, os seus ganhos de loteria etc.) para dar a uma associação de caridade ou humanitária, para ajudar aqueles em necessidade.

Aderindo a esta regra de "doação livre" (porque você quer, e não porque você deve) vai lhe dar a oportunidade de experimentar a verdadeira felicidade, e mais importante, o acesso às melhores coisas na vida que vêm para aqueles que respeitam e praticam esta fundamental Lei de AMRA.

A obtenção de dinheiro para seu próprio bem, vivendo uma vida egoísta, sem partilhar, significa quebrar as leis que criam harmonia cósmica. Este tipo de atitude faz você acumular o que é chamado de "karma negativo", que é uma espécie de "dívida" (ou débito) que o indivíduo terá de pagar mais cedo ou mais tarde, parar "reparar" ou compensar o seu erro, seja nesta vida ou na próxima.

Em outras palavras, como você semear, então você deve colher! ("quem semeia miseravelmente colhe miseravelmente, quem semeia generosamente colhe generosamente")

Aqueles cuja única motivação para a acumulação de riquezas é a ganância ou o medo da pobreza será aprisionado por essa avareza; eles certamente nunca descobrirão a alegria de ajudar os outros. Esta é uma atitude que tem mais chances de separar os seres humanos ao invés de uni-los, enfraquece em vez de fortalecer, ele cria uma barreira entre o indivíduo e o resto do mundo. Este, por sua vez leva ao empobrecimento moral e promove a ideia de que o sucesso (um conceito bem limitado de "sucesso", eu diria (repito: favor não confundir riqueza com felicidade!) só é possível por "esmagamento" dos outros.

Esta é a forma como as forças vitais funcionam: se você é generoso, altruísta, sincero e modesto, não orgulhoso ou hipócrita, o Universo irá, em troca, satisfazer os seus desejos.
Fonte

Para maiores informações, recomendo este texto do Hugo Lapa.
Jesus olhou e viu os ricos colocando suas contribuições nas caixas de ofertas.
Viu também uma viúva pobre colocar duas pequeninas moedas de cobre.
E disse: "Afirmo-lhes que esta viúva pobre colocou mais do que todos os outros.
Todos esses deram do que lhes sobrava; mas ela, da sua pobreza, deu tudo o que possuía para viver".
Lucas 21:1-4

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