segunda-feira, 29 de maio de 2017

O que podemos aprender com os que estão morrendo? - 12 lições de vida de um homem que já viu 12.000 mortes

O que podemos aprender com os que estão morrendo?

Kashi Labh Mukti Bhawan em Varanasi é uma das três pousadas na cidade onde as pessoas fazem check in para morrer. [...] Fundada em 1908, Mukti Bhawan é muito conhecida dentro e fora da cidade.

Bhairav Nath Shukla é o gerente do Mukti Bhawan há 44 anos. Ele já viu ricos e pobres refugiarem-se na pousada em seus últimos dias, enquanto esperam a morte e anseiam encontrar paz. Shukla anseia com e por eles. Ele senta-se em um banco de madeira no quintal, contra um muro de tijolos, e compartilha comigo 12 lições de vida recorrentes das 12.000 mortes que ele testemunhou em sua experiência como gerente do Mukti Bhawan.

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A Ciência e o Budismo estão de acordo: não existe nenhum “Eu” dentro da gente.

Embora o Buda não tenha ensinado anatta para as pessoas leigas – achando que poderia ser confuso demais – o conceito está centrado na ideia de que não existe um “Eu” independente. A ideia de que somos a mesma pessoa de um momento para o outro, de um ano para o outro, é uma ilusão. Thompson afirma que “o cérebro e o corpo estão em um constante fluxo. Não há nada que corresponda à sensação de que há um “Eu” que não muda”.

A ideia de que somos a mesma pessoa de um momento para o outro, de um ano para o outro, é uma ilusão.

É válido assistir um vídeo seu do passado ou ler algo que você tenha escrito alguns anos atrás. Seus interesses, pontos de vista, crenças, apegos, relacionamentos, etc., tudo mudou em algum sentido. Anatta não significa que você não existe; significa apenas que você está constantemente mudando, constantemente evoluindo, e tomando formas diferentes. Por que isso é importante? O que importa se não há um “Você” ou um “Eu” sólido?

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